10/10/2020 – Célia Regina dos Santos Hirassawa, aos 67 anos, casada, deixa o esposo Dorival Graciano Machado e a filha Clélia. Sepultamento hoje, às 13 horas,
Daily Archives
10 de outubro de 2020
“Conheci meu agressor na igreja. Ele estava lá na frente, louvando. A princípio, achei que tivesse encontrado o amor da minha vida”, relembra uma moradora de Bertioga, no litoral de São Paulo, que prefere não se identificar. Ela, que tem 32 anos, viveu por cinco o que chama de ‘inferno na Terra’, com o homem que achou que seria o ‘príncipe de seus sonhos’. O pesadelo só acabou quando sua filha, com pouco mais de 2 anos na época, entregou a ela uma faca de cozinha para se defender do marido enquanto era agredida.
Neste sábado (10), é comemorado o Dia Nacional de Luta Contra a Violência à Mulher. A história da moradora de Bertioga foi compartilhada nas redes sociais e tem inspirado centenas de outras mulheres a procurarem ajuda. De acordo com ela, dezenas de vítimas entraram em contato para desabafar e pedir auxílio para denunciar.
Tudo começou em agosto de 2013 e, segundo a mulher, foi ‘muito rápido’. “Rapidamente, eu já estava apaixonada, pois ele fez de tudo para me conquistar”, conta. Em dois meses, o homem já havia convencido ela a morar na casa dele, mas com um pedido pouco usual nos tempos atuais: ela deveria deixar de trabalhar para cuidar da casa.
Apesar de já atuar profissionalmente na área da fotografia, ela aceitou a proposta. Mesmo assim, o companheiro foi além com os pedidos que restringiam sua liberdade. Com o tempo, passou a pedir para que ela se afastasse de amigos e deixasse a vaidade de lado.
“Ele pediu para eu parar de fotografar, porque ele iria cuidar de mim. Achei isso muito lindo e aceitei. Depois, aos poucos, fui deixando de lado a vaidade, pois queria ficar do jeito que ele gostava. Queria agradar a ele”, relembra.
‘Primeiro tapa’
Tempos depois, o religioso se afastou da igreja e passou a beber e usar drogas, escondido da mulher. Seu comportamento agressivo era a única coisa que fazia ela perceber que havia algo errado com o marido. Durante uma visita à sogra, ela contou o que a incomodava para a mulher, que ficou arrasada e brigou com o filho.
Na noite do mesmo dia, já em casa, ele foi tirar satisfações com ela, a acusando de fazer sua mãe chorar. “Ele estava agressivo, e ali, foi o primeiro tapa na minha cara. Com a raiva, revidei, mas acabei levando mais um. Corri para o banheiro e liguei para o meu pai me buscar”, relata.
Ela foi embora, mas voltou semanas depois, quando descobriu que estava grávida de seu primeiro filho. “Ele me fez juras de amor e se mostrou arrependido. Dizia que nunca mais ia bater em mim”. Mas, ele não cumpriu a promessa.
As agressões e os ataques de fúria do marido continuaram, mesmo com ela esperando um bebê. Após uma gravidez complicada e parto mais difícil ainda, ela não conseguia amamentar a filha quando ela nasceu. As enfermeiras davam leite materno no copinho para o bebê. Ela foi humilhada por isso. “Ele ficava inconformado porque eu não conseguia dar o peito para o bebê”, contou.
Meses depois, ele ficou desempregado e a tensão aumentou dentro de casa. “As agressões verbais foram aumentando cada vez mais, os empurrões, socos, chutes e pontapés sempre aconteciam”, recorda. Além disso, quando ela não queria se envolver sexualmente com o marido, ele procurava outras mulheres. “Eu tinha que ceder a hora que ele queria. Se eu não quisesse, ele se levantava e ia para a ‘zona'”.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/I/J/yW78AlSaOOsJhCgD3vKA/violencia.jpg)
‘Minha filha me salvou’
Os meses foram passando, e a força da mulher, se apagando. Ainda assim, o casal teve mais um filho. Ela conta que sua filha mais velha foi crescendo e, ao vivenciar as brigas e agressões, começou a entender o que estava se passando. “Ela chorava quando começávamos a discutir, porque sabia o que viria depois”.
“Acabei ficando sozinha, sem ninguém para contar. Eu já estava muito feia a essa altura, acabada com a situação. Sempre digo que cheguei a envelhecer uns 20 anos ao lado dele”, conta.
“E assim foi até a última agressão. Só eu e meus filhos pequenos”, recorda. “Ele estava em cima de mim, me dando vários socos no rosto, eu estava com a cara toda quebrada”. Sua filha mais velha, com pouco mais de 2 anos, assistia à confusão, desesperada, tentando intervir para salvar a mãe. Então, em uma atitude inesperada, a criança buscou uma faca de cozinha e deu na mão da mãe, para se defender.
“Ali, meu mundo caiu. Pude enxergar o mal que estávamos fazendo para aquela criança, meu bebê. Ela não merecia passar por isso”, diz, emocionada.
Depois da confusão daquele dia, o homem foi embora para a casa da mãe, sem prestar socorro à vítima. “Ele pediu para a mãe dele vir buscar as roupas dele, naquele drama de ir embora para sempre. Além disso, mandou eu limpar o sangue do meu rosto, para ninguém no hospital perceber”.
Ela não cedeu à ameaça e foi a uma delegacia registrar boletim de ocorrência. Se mudou de residência com seus filhos e pediu o divórcio. “Desta vez, foi para valer. Quem me deu essa coragem, essa força, foi a minha filha. Eu só pensava nela e prometi que ela nunca mais veria nenhum homem batendo na mamãe dela”, finaliza.
Fonte: G1
Pesquisadores japoneses descobriram, a partir de um experimento feito em laboratório, quanto tempo o coronavírus é capaz de sobreviver na pele de uma pessoa.
No estudo, eles analisaram amostras de dois vírus: do causador da covid-19 e do da influenza. Para evitar a contaminação de voluntários saudáveis, os vírus foram misturados a amostras de pele humana retiradas em autópsia 24 horas antes.
O que eles puderam observar é que, enquanto o vírus da gripe durou menos de duas horas na pele, o coronavírus sobreviveu por até nove horas.
“Este estudo mostra que o SARS-CoV-2 pode ter um risco maior de transmissão por contato [ou seja, transmissão por contato direto] do que o IAV (influenza A vírus) porque o primeiro é muito mais estável na pele humana”, escreveram os autores em seu artigo, que foi publicado online em 3 de outubro na revista Clinical Infectious Diseases.
A equipe diz que informações sobre o tempo de sobrevivência do vírus na pele podem ajudar a desenvolver abordagens para prevenir a transmissão por contato e reforçar a importância de lavar as mãos ou usar álcool gel.
Ambos os vírus foram completamente inativados em 15 segundos por desinfetante contendo álcool a 80%.
Correta higienização das mãos
Vírus respiratórios como o coronavírus se espalham quando o muco ou gotículas contaminadas entram no corpo de um indivíduo saudável através dos olhos, nariz ou boca. Isso pode facilmente ocorrer quando a pessoa leva a mão contaminada ao rosto. Por isso, é tão importante higienizar sempre as mãos com água e sabão ou com álcool em gel.
Para eliminar todos os vestígios do vírus da pele, é preciso seguir passo a passo sem pressa. O processo deve durar no mínimo entre 20 e 30 segundos.
Etapa 1: molhe as mãos com água corrente
Etapa 2: aplique sabão suficiente para cobrir as mãos molhadas
Etapa 3: esfregue toda a superfície das mãos – incluindo as costas das mãos, entre os dedos e sob as unhas – por pelo menos 20 segundos.
Etapa 4: enxágue abundantemente com água corrente
Etapa 5: seque as mãos com um pano limpo ou toalha descartável
A Polícia Militar foi acionada no final da tarde desta sexta-feira (9) após a denúncia de que havia um corpo boiando no Ribeirão Jurema, em Iacri (SP), nas imediações da Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425).
Segundo os policiais militares que atenderam a ocorrência, o corpo já se encontrava em avançado estado de decomposição.
A Polícia Civil foi acionada para apurar as circunstâncias da morte. Segundo a polícia, o corpo seria de uma mulher com idade aproximada entre 25 e 30 anos.
O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal de Tupã, para realização de exames capazes de fazer a identificação da vítima.
Fonte: G1
Homem com mandado expedido por roubo é preso após ir ao quartel formalizar reclamação contra policiais
by Fábio
written by Fábio
Um homem de 28 anos foi preso após ir a um quartel formalizar uma reclamação contra policiais militares sem saber que tinha um mandado de prisão expedido contra ele. O caso foi registrado em Andradina (SP), na tarde de quinta-feira (8).
De acordo com a Polícia Militar, o suspeito, um faqueiro natural de Canhotinho (PE), teve o carro apreendido pela corporação por ter estacionado de forma irregular no prolongamento da avenida Guanabara.
Na ocasião, ele fingiu que não era o proprietário do veículo, mas, com a chegada do guincho, disse que o caro era de um tio seu, apresentando uma Carteira Nacional de Habilitação vencida desde 2016.
Como a medida administrativa para a infração de estacionar em local e horário não permitido é a remoção, o veículo foi rebocado e encaminhado ao pátio.
Ainda segundo a corporação, o faqueiro compareceu ao quartel para pegar a segunda via da notificação de trânsito e resolveu formalizar uma reclamação contra os policiais na Polícia Judiciária Militar e Disciplina.
Os policiais, então, realizaram uma pesquisa completa e constataram que havia um mandado de prisão preventiva expedido pela justiça da comarca de Quipapá (PE) por roubo, ocorrido em 2011. O faqueiro foi preso e permanece à disposição da Justiça.
Fonte: G1
Festa da Padroeira: veja como assistir online as missas do 12 de outubro da Basílica de Aparecida
written by Claudio Antonio
Todas as celebrações do dia poderão ser acompanhadas pela internet. Acesso presencial será restrito a membros da igreja neste ano para evitar a disseminação do coronavírus.
Os fiéis não poderão acompanhar presencialmente as missas do 12 de outubro no Santuário Nacional de Aparecida em prevenção ao coronavírus. O público poderá assistir online as celebrações do dia 12 de outubro, data em que a Santa é homenageada pelos católicos.
Como assistir online as missas do 12 de outubro? As celebrações serão transmitidas pela internet, pelo portal da Basílica de Aparecida (clique aqui para acessar).
Programação
- 7h: Missa das Crianças na Basílica Velha
- 9h: missa solene na Basílica de Aparecida
- 12h: angelus e missa na Basílica Velha
- 15h: consagração solene, na Basílica Velha
- 18h: missa de encerramento, no Santuário Nacional
Como serão as missas no 12 de outubro?
O Santuário Nacional de Aparecida vai adotar missas virtuais para evitar aglomerações e o público das celebrações será restrito. Poderão acompanhar presencialmente as celebrações apenas pessoas ligadas à Arquidiocese de Aparecida e obras de evangelização da Basílica.
O Santuário não recomenda a visita por causa da pandemia de coronavírus, mas irá acolher quem for até lá. O fiel não poderá participar das missas, mas pode visitar espaços do templo.
Apesar disso, é importante lembrar que o decreto municipal de Aparecida limita o público a ser recebido simultaneamente e que espaços confinados terão controle de público.
Qual será a capacidade de público no complexo?
A Basílica de Aparecida pode receber seis mil pessoas simultaneamente. Segundo decreto municipal, o templo pode disponibilizar 35% das vagas para veículos, o equivalente a duas mil vagas, em um total de seis mil pessoas no complexo.
Quando atingir a ocupação de duas mil vagas no estacionamento, os portões de entrada serão fechados até que parte desse público saia.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/2/B/yzR5fNTF2XHtANg8LSBQ/08.jpg)
FONTE: G1
Em ano de pandemia, Sala das Promessas da Basílica expõe itens relacionados à cura da Covid-19
written by Claudio Antonio
Local, que recebe objetos de fiéis em agradecimento pelas graças alcançadas, também tem recebido mais carteiras de trabalho.
“Eu venci a Covid”. Essa frase está impressa em um papel que foi entregue na Sala das Promessas da Basílica de Aparecida. A mensagem, acompanhada de um coração, está exposta em uma das alas do espaço, que é destinado para os fiéis entregarem objetos relacionados a alguma graça alcançada.
Além de mensagens e fotos de agradecimentos, algumas máscaras também foram entregues como símbolo da cura da Covid-19 que foi alcançada e credita à Nossa Senhora Aparecida. O espaço é um dos mais visitados no Santuário Nacional e reúne milhares de demonstrações de devoção à Santa.
De acordo com funcionários que recebem os itens na Sala das Promessas, desde o início da pandemia é frequente a chegada de objetos, mensagens ou fotos relacionadas à doença.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/P/0/W6YIUkTkChlpxf2LAB1w/img-7364.jpg)
Emprego
Além de itens relacionado à doença, os responsáveis pela Sala das Promessas também notaram que aumentou o número de carteiras de trabalho de cera que têm sido entregues. Um dos reflexos da pandemia foi o emprego.
As carteiras de trabalho de cera são para simbolizar um emprego alcançado ou para pedir a intercessão de Nossa Senhora Aparecida. O G1 esteve no local no fim de uma manhã e somente nesse período do dia já tinham sido entregues 12 carteiras de trabalho de cera.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/7/E/37MDzVS8miJmZcr2ctmg/img-7381.jpg)
A fé
O padre José Ulysses da Silva, porta-voz do Santuário Nacional, destaca que, embora a Basílica oriente as pessoas a evitarem se deslocarem a Aparecida neste momento de pandemia, muitos fiéis sentem a necessidade de vir ao local para agradecer ou pedir.
“Esse Santuário tem duas características muito interessantes na piedade e na fé do nosso povo. Primeiramente, de gratidão. As pessoas vêm para agradecer. Depois, é um Santuário de esperança. As pessoas vêm renovar a esperança de conseguir algo. A gente percebe que, nesse momento, seja a questão da Covid. Eu mesmo tive um primo que ficou entubado, que conseguiu superar. O primeiro lugar que pensou foi em Aparecida. Ou seja, no momento de fragilização, a pessoa percebe que ela não tem essa autonomia que gostaria de ter, essa segurança. De repente, ela percebe que precisa recorrer a algo mais”, disse.
“Uma consequência imediata do coronavírus foi o desemprego em massa. Mais ainda, você imagina essa cidade de Aparecida que depende inteiramente dos peregrinos para ter uma economia. Sei que há famílias sofrendo. Então, elas vêm aqui pedir. Ela deixa aqui como um sinal para Nossa Senhora. Como se falasse: “venho aqui para lembrar que estou precisando de um emprego”. Às vezes, acontece algumas coisas que a gente mesmo fica admirado. A pessoa chega aqui, faz uma oração à Nossa Senhora e, quando está saindo, vem um chamado no celular dela pedindo se pode se apresentar em tal lugar. Esse mistério da relação do ser humano e do amor de Nossa Senhora à mãe de Jesus, como intercessora, isso faz parte dessa devoção popular”, acrescentou Ulysses da Silva.
FONTE: G1
Older Posts


