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30 de setembro de 2022
Pelo menos seis mulheres acusam um tatuador de Bauru de assediá-las por mensagens de texto durante as sessões de tatuagem. As denúncias foram feitas depois que uma das vítimas publicou o relato do assédio nas redes sociais.
Três delas registraram um boletim de ocorrência contra o tatuador. Segundo as mulheres, o suspeito guarda fotos íntimas das clientes no celular e ainda exige, antes de marcar o trabalho, que elas enviem fotos nas quais estão nuas para supostamente analisar a parte do corpo em que será feita a tatuagem.
No ambiente de trabalho, as mulheres relataram que o tatuador também passa a mão nos seus corpos, sem consentimento.
A primeira mulher ouvida pela reportagem também é tatuadora e trabalhou por três anos na empresa do suspeito. Como eles eram amigos, essa mulher explicou que tinha acesso ao celular do tatuador: “Uma vez entrei na galeria de imagens dele por inocência e a foto de uma mulher nua estava lá, como outras fotos de clientes quase totalmente peladas distraídas. Ele é uma pessoa que manipula situações e faz parecerem normais”, relatou.
Uma segunda mulher relatou que o tatuador pediu que ela usasse uma calcinha que abrisse nas laterais para que executasse o desenho na coxa dela. A vítima ainda disse que ficou com medo de denunciar o assédio.
Fotos nuas
A terceira mulher contou que demorou a perceber o que havia acontecido com ela. Ela narrou que queria um orçamento para uma tatuagem no meio dos seios. Para elaborar o preço, segundo ela, o tatuador pediu fotos.
“Primeiro que ele pediu para mandar foto sem a blusa. Eu mandei. Mas ele disse que o sutiã não deixava desenhar direito a tatuagem. Eu mandei tampando com a blusa. Ele disse que assim também não dava para visualizar a tatuagem. Eu mandei tampando apenas os mamilos. Ele disse que era melhor mandar com eles naturais”, relatou.
Uma quarta vítima também denunciou o assédio que vivenciou com o tatuador. À época, a mulher explicou que procurou o suspeito para fazer uma tatuagem no meio dos seios. Durante a sessão, a vítima relatou que, assim como para outras mulheres, o tatuador pediu para que ela não usasse blusa.
“Tentei me tampar com as mãos, mas ele pediu para eu tirar. Em uma dessas vezes que ele pediu para eu retirar a mão, ele tocou no meu mamilo. Eu disse que não gostei, ele pediu desculpas e continuou a tatuar. Ainda fez diversos elogios, disse que meus seios eram bonitos”, afirmou.
Ainda segundo a mulher, o tatuador manteve contato com ela pelas redes sociais, nas quais afirmava ter “saudades de tatuá-la”.
A quinta vítima relatou que escolheu o suspeito para fazer uma tatuagem íntima próximo à virilha: “Foi muito desrespeitoso. Ele fazia comentários desnecessários. Ele tirou foto minha sem calcinha e eu perguntava ‘a foto não é só da tatuagem?’, mas ele respondia que não, que fazia parte do trabalho”, contou.
Fonte: Visão Notícias
O empresário Luiz Cláudio Mazzuca Filho, 35, dono de um bar e de uma loja de revenda de carros em Ribeirão Preto, foi morto a tiros enquanto saía de uma academia na noite desta quinta-feira (29).
Uma funcionária do local também ficou ferida na ação dos criminosos. Um fuzil foi usado no crime, que é tratado pela polícia como uma execução com envolvimento de três pessoas – dois atiradores e um terceiro indivíduo dirigindo o carro da fuga.
Segundo a Polícia Militar, o ataque foi gravado por câmeras de segurança, mas nenhum suspeito foi preso até o momento.
O empresário estava no estacionamento, que fica em frente a uma academia, conversando com a namorada, ao se despedirem, cada um entrou em seu carro. Mazzuca Filho foi para seu Porsche 911, que foi alvejado por ao menos 35 disparos de fuzil e pistola, alguns deles o ferindo fatalmente. A namorada dele não ficou ferida.
Uma funcionária da academia, de 26 anos, que também estava no estacionamento, foi atingida por dois disparos, que a feriram no quadril e no braço.
Ela foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada para o Hospital das Clínicas, onde está internada. O estado de saúde dela é estável.
No carro do empresário, próximo ao banco do passageiro, os policiais encontraram uma arma Glock calibre 380.
Segundo a Polícia Civil, a arma é regularizada e pertence à vítima. O caso vem sendo investigado como execução. Nenhum suspeito foi localizado ainda.
Fonte: Visão Notícias
Maria José foi vista na vila Maria Isabel; helicóptero Águia auxilia nas buscas
by Fábio
written by Fábio
Surgiu uma informação que pode auxiliar os policiais a chegarem ao paradeiro da senhora Maria José da Silva Floter, de 73 anos (foto abaixo), que está desaparecida desde a tarde de sábado, dia 24 de setembro.

Foto de Maria José
Vítima doença de Alzheimer, que a deixa desorientada, ela deixou sua residência, na vila Santa Cecília, no sábado, por volta das 14 horas, e não foi vista mais.

Foto da roupa que Maria José
estava quando saiu de casa
Familiares estão angustiados com a demora, mas ainda demonstram fé e esperança de encontrá-la.
Na tarde desta sexta-feira, dia 29, serão seis dias desde a data do desaparecimento.
O desespero aumenta por conta de Maria José estar sem receber as medicações para as doenças de Alzheimer, hipertireoidismo e depressão nesse período.
Na noite desta quinta-feira, dia 29, uma moradora da rua Ipiranga, na vila Maria Isabel, garantiu ao Jornal da Segunda que uma vizinha encontrou uma mulher com as mesmas características e roupas de Maria José no final da tarde de sábado.
Uma mulher idosa, cabelos grisalhos, trajando camisa xadrez, nas cores branca e azul, e calça jeans, teria se aproveitado que o portão do quintal estava aberto e entrou na sua residência por volta das 17 horas e pediu informações sobre um homem, que ela não recorda o nome pronunciado.
Ao ouvir a resposta negativa da moradora, a mulher saiu da casa e continuou caminhando, seguindo em direção ao Conjunto Habitacional Assis.
Somente na terça-feira, dia 27, quando ouviu notícias sobre o desaparecimento de Maria José e viu uma fotografia dela é que a moradora associou à pessoa que havia entrado em sua casa.
BUSCAS – Amigos do professor William Floter, esposo de Maria José, ao saberem dessa informação, não perderam tempo. Por volta das 20 horas de quinta-feira percorreram os bairros próximos, vasculharam casas abandonadas e perguntaram a alguns moradores das vilas Maria Isabel e Assis III se eles não tinham notado uma pessoa idosa caminhando pelas ruas nos últimos dias.
Todas as respostas, no entanto, foram negativas: “ninguém viu nada”, lamenta um morador que participou ativamente das buscas.
Nesta sexta-feira, se o tempo permitir, um outro morador do bairro que possui um drone e ficou sensibilizado com o caso, pretende acionar o equipamento para sobrevoar uma grande área de pasto, às margens do córrego da Fortuna, e tentar encontrar algum vestígio que possa auxiliar na localização de Maria José.
Duas motocicletas sonorizadas estarão percorrendo as ruas dos bairros próximos na manhã desta sexta-feira. A mensagem da gravação pede a atenção da população para que procure se lembrar se notou a presença de alguma pessoa com as características de Maria José nos últimos dias e entre em contato com a Polícia Militar (190) ou Polícia Civil (3209-1000)
ÁGUIA – Na tarde desta quinta, dia 29, um helicóptero Águia, da Polícia Militar, sobrevoou algumas áreas em Assis para tentar localizar Maria José. As buscas, inicialmente, se concentraram nas matas atrás da Unesp e no Parque Buracão, além de alguns bairros próximos à essas áreas.
De acordo com a Polícia Militar, há “equipes na busca ininterrupta, bem como a informação sobre o desaparecimento foi repassada para todos os batalhões da PM. Não temos data para cessar as buscas e estamos trocando informações, diariamente, com outras áreas, inclusive com o Estado do Paraná“, garantiu.
“A Polícia Militar de toda região está empenhada! Tenho esperança que vamos localizá-la“, disse o oficial.
O delegado titular da Delegacia de Investigações Gerais, Marcelo Armstrong Nunes, garante que a Polícia Civil não descarta nenhuma possibilidade, mas insiste para que a população dê informações que possam colaborar para chegar ao paradeiro de Maria José.
Fonte: Jornal da Segunda
Cirurgião plástico é acusado por pacientes e se torna réu por violação sexual mediante fraude em Presidente Prudente (SP)
by Fábio
written by Fábio
Uma grande polêmica envolvendo um médico cirurgião plástico tomou conta dos noticiários em Presidente Prudente (SP). De acordo com informações divulgadas pelo site g1, João Paulo de Almeida Lopes, de 46 anos, é acusado por duas pacientes de ter abusado sexualmente, em seu consultório, localizado no Jardim Paulistano, em Presidente Prudente (SP). O médico foi denunciado pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE-SP) e virou réu.
De acordo com depoimentos das vítimas, que registraram boletins de ocorrência, um dos casos aconteceu em julho deste ano, em uma consulta para analisar os resultados de uma cirurgia plástica, em Presidente Prudente.
A mulher disse à polícia que uma enfermeira sempre acompanhava os exames, mas, no dia do ocorrido, a paciente ficou sozinha no consultório com o médico. A vítima relatou que o cirurgião plástico a instruiu a fazer um procedimento íntimo, momento em que o abuso teria sido cometido.
“Ele falou que eu precisaria fazer uma cirurgia íntima quando eu ficasse um pouco mais velha, porque talvez eu não sentiria mais prazer. Ele falou assim: ‘Agora existe um novo procedimento, tem um spray que a gente usa para lubrificar, só que ele ainda está em fase de experimento’. Perguntou se eu queria usar e eu falei que sim, mas que eu poderia comprar. Ele falou que não, que ainda não havia para comprar, mas que, se eu quisesse, ele poderia passar em mim para ver se tinha alguma eficácia”, disse a vítima.
Foi assim que, segundo o relato feito aos policiais, começaram os abusos.
“Ele mesmo acabou abaixando a minha calça até para baixo do joelho um pouco, e foi quando ele falou que precisaria massagear o meu clitóris, porque precisaria ficar inchado, senão, o spray não faria efeito. Falei para ele que não, que eu não concordava porque estava sendo constrangedora aquela situação, que eu não queria, que era para ele parar. Para ele parar, eu tive que falar para ele que eu tinha tido o orgasmo, eu tive que falar: ‘Não doutor, chega, já consegui, já fiz’. Aí ele falou: ‘Ele vai valer por 30 dias e, se você quiser na próxima consulta, você volta e a gente repete tudo de novo. Só que você não comenta com ninguém sobre esse spray, porque senão vai vir muita gente aqui querendo e eu não tenho como fornecer para ninguém’, citou.
“Eu quero que a justiça seja feita. O que tiver que fazer, que ele seja preso. Ou o que tiver que ser feito e que ele pague”, finalizou a vítima.
‘Ele começou a me manipular de forma estranha’, lembra vítima
Já no ano passado, em 2021, uma outra mulher, que também não quis ser identificada, procurou a polícia e registrou um Boletim de Ocorrência contra o cirurgião plástico.
A segunda vítima relatou uma história semelhante à da primeira mulher que o denunciou, dizendo que também lhe foi ofertado um método cirúrgico na região íntima.
“A gente estava conversando ali na sala ao lado, já no escritório dele, a enfermeira já havia se retirado e ele falou desse novo procedimento na região íntima. Ele pediu que eu voltasse para a sala ao lado, na sala de consulta, onde fica a maca. Foi dali que ele começou a me manipular de forma estranha. Até que eu falei para ele parar, levantei da maca e falei que ele tinha abusado. Ele, na maior cara de pau, virou e falou: ‘Mas foi tão ruim assim?’, contou a segunda mulher a registrar o Boletim de Ocorrência.
‘Estelionato sexual’
O primeiro caso de denúncia contra o médico havia sido arquivado, a pedido do Ministério Público, por falta de provas. Mas, depois que a segunda mulher procurou a polícia e novas investigações tiveram início, ele foi desarquivado. Agora, os dois casos foram alvos de uma denúncia feita pela Promotoria à Justiça.
No entendimento da Polícia Civil e do Ministério Público, o médico cometeu o crime de violação sexual mediante fraude, também conhecido como “estelionato sexual”. Nesse tipo de crime, uma pessoa se aproveita da confiança da outra, como, por exemplo, na relação entre médico e paciente, e usa isso para enganar a vítima. Ela só percebe que está sendo alvo de abusos quando eles já estão acontecendo.
A pena para o crime de violação sexual mediante fraude é de dois a seis anos de prisão.
Segundo a advogada Natália Karolensky, os crimes sexuais são de diversas naturezas e costumam não deixar rastros.
O que diz o médico
A equipe de reportagem da TV Fronteira, que publicou a matéria no g1, foi até o consultório do médico, mas foi informada de que ele não estava no local no momento. A pessoa que atendeu a equipe repassou o telefone dele para que a TV Fronteira entrasse em contato.
Desde quinta-feira (28), a equipe da TV Fronteira entrou em contato com o médico João Paulo de Almeida Lopes pelo telefone indicado por meio de ligação e por mensagem de texto.
Nesta sexta-feira (29), o cirurgião plástico informou, por meio de mensagem, que não iria se manifestar sobre o assunto.
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) informou à TV Fronteira que ainda não tem conhecimento das denúncias contra o cirurgião plástico João Paulo de Almeida Lopes.
Fonte: Passando a Régua
Desde o dia 02 de setembro, uma sexta-feira, Carlos Roberto de Lima, de 73 anos de idade, mais conhecido por “Péba”, está desaparecido. Ele mora na Vila Ouro Verde, em Assis.
De acordo com a família, foi feito boletim de ocorrência do desaparecimento, mas nenhuma pista levou até o paradeiro do idoso.
A nora, Adriana Lima, conta que o sogro é lúcido, não tem problemas psicológicos e é aposentado. “Estamos desesperados por não termos notícias dele até agora. Já procuramos por toda parte e nada! O apelido do meu sogro é Péba e ele é muito conhecido aí em Assis. Pedimos informações, caso alguém saiba do paradeiro dele”, apela.
Informações podem ser passadas à polícia através dos números 190 ou 197, e também pelo celular (16) 99717-9704

Fonte: Abordagem


