30 de janeiro de 2026
“…a formação médica no Brasil é bastante deficiente.”
Dados obtidos junto à 1ª edição do Enamed – Exame Nacional de Avalição da Formação Médica – de 2025, revelam que cerca de quatro em cada 10 médicos formados em faculdades privadas, ou particulares, que fizeram o exame, não obtiveram o índice de proficiência exigido para o exercício da profissão.
Foram 24.487 alunos oriundos de cursos de medicina de faculdades particulares, com ou sem fins lucrativos, que fizeram o exame em todo o país, com 9.489, que representam 38,8% dos participantes, que não atingiram o patamar de proficiência do Enamed, que exige nota igual ou maior de 60 pontos dos 100 possíveis.
O resultado indica a incapacidade de muitas faculdades e universidades brasileiras de oferecer a formação adequada aos alunos de medicina, que muito cedo começam a atender pacientes em cursos de residência hospitalar, nos ambulatórios públicos e, principalmente, em serviços de pronto atendimento de urgência e emergência.
Contradizendo a campanha de desmoralização das universidades públicas, invariavelmente acusadas de doutrinação político-ideológica dos alunos, foram exatamente as instituições federais e estaduais que alcançaram os melhores desempenhos no 1º Enamed.
Considerando que a proficiência é a capacidade do indivíduo ou do profissional de realizar algo, de dominar plenamente determinados assuntos ou demonstrar aptidão em certa área do conhecimento, constata-se que a formação médica no Brasil é bastante deficiente.
Outra observação relevante é que os médicos formados em faculdades particulares são, em maioria, os que atendem nas redes públicas de pequenas cidades ou nas periferias, onde reside o público que mais necessita de assistência devido às precárias condições de moradia, de saneamento, de transporte e de trabalho pesado ou insalubre a que está submetido.
Pela lógica matemática exposta no resultado do Exame Nacional, percebe-se que o atendimento médico inicial, aquele que faz o primeiro diagnóstico e indica o encaminhamento correto do paciente, é justamente o grupo onde quase metade dos profissionais não estão plenamente capacitados.
Diante desta verdade incômoda revelada, constata-se que a busca por atendimento médico hospitalar no Brasil é uma espécie de aventura perigosa, semelhante a uma loteria em que o paciente enfrenta involuntariamente o enorme risco, de quase 40%, de ser atendido por um profissional médico sem capacitação.
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PALMITAL RELIGIOSA
Os palmitalenses que visitaram o Santuário de Aparecida, no último final de semana, ficaram emocionados quando foi anunciada a presença de uma romaria de Palmital. Com mais uma confusão entre as cidades homônimas, o grupo de religiosos era da Palmital do Paraná, que sempre se confunde com nossa Palmital raiz. Em Palmital, daqui ou de lá, o que não faltam são devotos.
CUIDADORES DESCUIDADOS
A condição de bem-estar animal deve ser exigida dos cuidadores que transformam quintais em depósitos de cães e gatos, todos presos entre cercas, muros e coleiras. O excesso de animais em pequenos espaços e o risco de contaminação por doenças transmissíveis são tão perniciosos quanto o sofrimento dos bichos que latem, uivam e miam em manifestações de sofrimento. Ninguém vê.
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Polícia prende dois por tráfico e apreende drogas em Florínea e Assis; traficante tinha R$ 8,9 mil em dinheiro
A Polícia Civil, em atuação conjunta com a Polícia Militar, realizou nesta sexta-feira (30/01) uma operação policial com apoio do BAEP do 8º BPM/I e do Canil, no âmbito de investigação que apura a atuação de uma associação criminosa com ramificações nas cidades de Florínea e Assis.
Durante a ação, comandada pelo delegado Marcelo de Souza, que responde pela Delegacia da Polícia Civil de Florínea, foram cumpridos quatro mandados de busca domiciliar, que também tinham como objetivo localizar e capturar um indivíduo foragido da Justiça, apontado como integrante de facção criminosa com atuação em Assis.








As diligências resultaram em duas prisões em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, sendo um homem de 30 anos e uma jovem de 23. Nos endereços vistoriados, os policiais apreenderam porções de cocaína, maconha e crack, além de uma balança de precisão e R$ 8.902,00 em dinheiro, evidenciando a atividade ilícita. Em outro imóvel, foi localizado um pé de maconha.
De acordo com dados da ocorrência, além de um pé de maconha que estava plantado no quintal de uma residência vistoriada, foram reencontradas uma porção de maconha (78 gramas), 9 porções de cocaína (7,6 gramas) e 1 pedra de crack (0,41 grama). Os presos foram conduzidos à unidade policial, onde permaneceram à disposição da Justiça. A Polícia Civil informou que todas as providências de Polícia Judiciária cabíveis foram adotadas.
Fonte: Polícia Civil
Mãe deixa crianças sozinhas em casa para trabalhar e é presa pela PM após denúncia de vizinhos
A Polícia Militar atendeu na tarde de quarta-feira (28/01) a uma ocorrência de abandono de incapaz em um bairro residencial do município de Assis. A equipe foi acionada após vizinhos fazerem denúncia e relatarem que crianças estavam chorando sozinhas dentro de uma residência.
No local, os policiais constataram que dois irmãos, um de 8 anos e outro de 2 anos, estavam trancados no interior do imóvel, sem a presença de um responsável. Diante da situação, os agentes acessaram a casa e retiraram as crianças. O Conselho Tutelar foi acionado e realizou o acolhimento imediato dos menores.
Momentos depois, a responsável legal compareceu ao endereço e informou que estava trabalhando. Durante a verificação, também foram observadas pelos policiais as condições inadequadas no imóvel. A ocorrência foi encaminhada à Central de Polícia Judiciária, onde foi lavrado boletim por abandono de incapaz.
O Portal Abordagem Notícias apurou que a mãe das crianças passou por audiência de custódia e foi liberada. O caso segue à disposição da Justiça, e as medidas legais cabíveis serão adotadas pelos órgãos competentes.
Fonte: Abordagem Notícias
A Polícia Civil de Rondônia prendeu na quarta-feira (28/01) um homem acusado de maus-tratos contra um cachorro no município de Vilhena (RO). A prisão ocorreu após a circulação de um vídeo gravado por uma moradora, que mostra o suspeito arrastando o cachorro preso por uma corda a uma motocicleta.
Nas imagens, o homem aparece pilotando a moto enquanto o cachorro, amarrado ao veículo, caminha com dificuldades para acompanhar a velocidade. Segundo a corporação, moradores reconheceram a situação e denunciaram o caso após o vídeo se espalhar pela cidade.
Com as informações, policiais localizaram o suspeito e deram voz de prisão. Ele foi conduzido à Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp), onde o flagrante foi registrado. A Polícia Civil não divulgou o nome do homem.
O cachorro foi resgatado e encaminhado para atendimento veterinário. O animal ficará sob responsabilidade dos órgãos competentes, que irão avaliar o estado de saúde e dar continuidade aos cuidados necessários.
De acordo com a Lei nº 9.605/1998, no artigo 32, maus-tratos contra animais consistem em qualquer ato que cause dor ou sofrimento a animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. A legislação inclui práticas como ferir, mutilar, envenenar, promover rinha, zoofilia, abandono, falta de alimentação e água, manutenção em locais sem higiene ou proteção climática, punições que causem sofrimento e a negativa de assistência veterinária.
A mesma lei prevê pena de detenção de três meses a um ano, além de multa, para o crime de maus-tratos contra animais.
Casos desse tipo podem ser denunciados à Polícia Militar pelo telefone 190, pelo site do Ministério Público Federal ou pelo site da Federação Brasileira dos Animais.
Fonte: AgoraRN
Presa por suspeita de matar amiga em piscina trabalhava com a vítima e a convidou para festa na área de lazer, diz irmão
A mulher presa na terça-feira (27/01) por suspeita de envolvimento na morte de uma jovem encontrada ao lado de uma piscina em Lins (SP) trabalhava com a vítima em um supermercado e foi quem a convidou para ir a uma festa na área de lazer onde Beatriz Callegari de Paula, 26 anos, morreu no dia 16 de janeiro.
Inicialmente, o caso foi registrado como morte suspeita, e a amiga de Beatriz havia relatado que a jovem teria sofrido uma descarga elétrica. No entanto, o laudo apontou afogamento como causa da morte, e a investigação passou a ser conduzida como homicídio.
A suspeita é Grazielli de Barros Silva, de 40 anos. A prisão temporária foi deferida pela Justiça a pedido da autoridade policial e cumprida na terça-feira (27/01)
Em entrevista ao g1, o irmão de Beatriz, disse que a irmã ficou bastante próxima da suspeita quando se conheceram no trabalho, mas nos últimos tempos tinham se afastado.
“Elas se conheceram no mercado, onde a minha irmã trabalhava também. No começo, elas se viam sempre”, afirma o churrasqueiro Alexandre Callegari de Paula, irmão de Beatriz.
Alexandre disse ainda que a dupla se afastou por causa do ex-namorado de Beatriz, que costumava ter atitudes violentas e, inclusive, teria agredido amigas da jovem por ciúmes, entre elas, a suspeita do crime.
No entanto, depois de um tempo de afastamento que o irmão não soube estimar exatamente, a suspeita retornou o contato com a vítima para convidá-la para a festa na área de lazer, que é um espaço alugado para confraternizações.
Segundo Alexandre, Beatriz estava evitando sair de casa por causa de ameaças e perseguição do ex-namorado, contra o qual tinha, inclusive, medidas protetivas, mas aceitou ir à festa.
“Do nada, no mesmo dia, ela chegou conversando com a minha irmã para falar sobre a festa, disse que era uma festa particular para ninguém ficar sabendo”, comenta.
Laudo apontou morte por afogamento
Grazielli de Barros Silva, de 40 anos, foi presa na terça-feira (27/01) após a divulgação do laudo, no dia 23 de janeiro, que apontou a causa da morte por afogamento, contradizendo a versão dada inicialmente de que Beatriz tinha sofrido uma descarga elétrica.
Segundo a Polícia Civil, a decisão de pedir a prisão temporária da suspeita se baseou nas contradições entre o depoimento dela e o resultado da perícia. No momento da morte, Beatriz estava acompanhada apenas da suspeita.
Ainda segundo a polícia, apesar de ter convidado a vítima para uma festa, apenas mais uma pessoa esteve no local, além de Beatriz e da suspeita, um amigo da mulher, que teria ido embora uma hora antes dos bombeiros serem acionados.
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Beatriz Calegari de Paula, de 26 anos, foi encontrada morta em uma área de lazer de Lins (SP) — Foto: Reprodução
Beatriz foi encontrada caída de costas, vestindo biquíni, com parte do corpo sobre a tampa metálica do motor da piscina. Os bombeiros chegaram a desligar a energia e constataram a morte da vítima.
Ainda de acordo com boletim de ocorrência registrado no dia, havia equipamentos elétricos próximos do corpo, mas por fim, o laudo do Instituto Médico Legal descartou a morte por eletrocussão e apontou a causa por afogamento.
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Após laudo descartar descarga elétrica, polícia prende amiga de jovem encontrada morta ao lado de piscina por suspeita de homicídio — Foto: Foto: Arte/g1
Ao g1, a defesa de Grazielli de Barros Silva afirmou que a prisão foi prematura e sem fundamentos legais. Segundo o advogado Celso Modonesi, Grazielli sempre esteve à disposição da polícia, não apresentou risco de fuga nem tentou obstruir as investigações.
A defesa também questiona a condução das perícias, diz que não teve acesso imediato aos laudos e contesta a conclusão de afogamento, sustentando que a hipótese de descarga elétrica não foi devidamente considerada.
Por fim, afirma que Grazielli é primária, tem residência fixa, emprego formal e é mãe de uma criança, e pede a revogação da prisão temporária. (Nota na íntegra ao final da reportagem).
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), os laudos requisitados ao Instituto de Criminalística (IC) estão em elaboração para auxiliar no completo esclarecimento dos fatos.
O caso é investigado como homicídio por meio de inquérito policial instaurado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Lins.
Nota na íntegra da defesa de Grazielli de Barros Silva
O advogado de Grazielli de Barros Silva, Celso Modonesi, afirma que a prisão foi prematura e injustificada, baseada em alegações que não condizem com a realidade dos fatos.
Segundo ele, a autoridade policial sustentou o pedido de prisão temporária sob o argumento de risco de fuga, suposta manifestação da acusada em redes sociais, prejuízo às investigações e paradeiro incerto.
Ainda de acordo com a defesa, no dia 20 de janeiro a polícia informou ter recebido a notícia de que a acusada estaria internada em um hospital psiquiátrico, mas que, após diligência, não teria sido confirmada a entrada no local.
No mesmo dia, no período da tarde, o advogado afirma que compareceu à delegacia, apresentou procuração e se colocou formalmente à disposição da investigação, informando que protocolaria a documentação necessária e um atestado comprovando que a acusada estava em tratamento psiquiátrico em razão do choque emocional causado pela morte da amiga — o que, segundo ele, foi feito no dia seguinte.
A defesa relata que, desde então, compareceu diariamente à delegacia para solicitar acesso aos laudos periciais, mas teve negado tanto o laudo de necropsia quanto o laudo técnico da parte elétrica da área de lazer, que até hoje não foi concluído.
Ainda segundo o advogado, no mesmo dia, informações do caso foram repassadas à imprensa antes de a defesa ter acesso aos documentos.
No dia 26 de janeiro, o advogado afirma ter tido acesso a um laudo de necropsia considerado por ele incompleto, sem fotodocumentação e com falhas técnicas, que concluiu pela morte por afogamento.
No mesmo dia, a defesa protocolou pedido de quesitos complementares ao IML para esclarecimento das lacunas e juntada das imagens que fundamentariam o laudo, o que, segundo ele, ainda não foi respondido.
A defesa também questiona a condução da perícia no local, afirmando que a cena dos fatos não teria sido preservada, que o espaço foi alugado no dia seguinte e que houve acesso de terceiros antes da realização da perícia oficial, inclusive com a produção de um laudo particular pela proprietária do imóvel, o que, na avaliação do advogado, teria comprometido a produção de provas.
Outro ponto levantado é que, apesar de a defesa ter se apresentado formalmente desde o dia 20 de janeiro e reiterado diariamente que a acusada estava à disposição para prestar depoimento, isso não teria ocorrido. Para o advogado, o pedido de prisão foi baseado em informações inverídicas e teria sido usado para responder ao clamor público, sem a produção de provas substanciais.
A defesa afirma ainda que não há indícios de autoria, questionando como uma pessoa de 64 quilos poderia ter afogado uma vítima de 80 quilos sem qualquer marca de luta corporal em ambas. O advogado também reforça que a acusada sustenta a versão de que a vítima teria sofrido uma descarga elétrica, hipótese que, segundo ele, não foi devidamente considerada.
Por fim, a defesa destaca que a acusada é primária, tem bons antecedentes, residência fixa, emprego formal, não obstruiu as investigações, não coagiu testemunhas e não apresentou risco de fuga.
Ressalta ainda que ela é mãe de um filho menor de 12 anos. Diante disso, sustenta que a prisão temporária não atende aos requisitos legais e pede sua revogação, alegando violação ao devido processo legal e ao direito ao contraditório.
Fonte: g1
PF prende em Bauru suspeito de integrar Estado Islâmico e preparar atentado a bomba no Brasil
A Polícia Federal prendeu na quinta-feira (29/01), em Bauru, no interior de São Paulo, um homem investigado por envolvimento com o extremismo jihadista e suspeito de preparar um atentado terrorista suicida em território brasileiro. A identidade do detido não foi divulgada por motivos de segurança e para preservar o andamento das apurações.
Segundo informações apuradas pela PF, o suspeito vinha sendo monitorado desde o ano passado após apresentar sinais de radicalização. As investigações indicam que ele estaria em fase avançada de preparação para um ataque, com a possível intenção de agir durante um evento público na própria cidade de Bauru. Durante a operação, agentes apreenderam materiais que, de acordo com os investigadores, poderiam ser utilizados na fabricação de artefatos explosivos.
O trabalho policial contou com cooperação internacional. Autoridades dos Estados Unidos, por meio do FBI, repassaram à Polícia Federal os primeiros alertas sobre o comportamento do investigado, apontado como alguém de alta periculosidade. A partir dessas informações, a PF aprofundou o monitoramento e reuniu elementos que embasaram as medidas judiciais.
Além da prisão temporária, a Justiça Federal autorizou buscas na residência do suspeito, a quebra de sigilo de comunicações e o acesso imediato a dispositivos eletrônicos e dados digitais. As ordens foram expedidas pela 3ª Vara Federal de Bauru, com o objetivo de evitar riscos à população e preservar a ordem pública.
As apurações indicam que o homem estaria se preparando para montar um colete com explosivos e que o plano envolveria a própria morte durante a ação. Apesar disso, até o momento não foram divulgadas informações sobre data ou local específicos do ataque que ele pretendia realizar.
A Polícia Federal informou que a investigação segue em curso para esclarecer todos os detalhes, identificar eventuais conexões e impedir qualquer ameaça à segurança nacional. Embora o Estado Islâmico tenha perdido força territorial nos últimos anos, autoridades de segurança alertam que o grupo ainda atua por meio de células isoladas em diferentes países. O Brasil, até hoje, não registra ataques jihadistas consumados.
Fonte: Brasil Fora da Caverna (BFC)
Mulher morre presa às ferragens após acidente entre caminhão e caminhonete em rodovia
Uma mulher morreu após um acidente entre um caminhão e uma caminhonete na quinta-feira (29/01), na Rodovia Deputado Leônidas Pacheco, em Borborema (SP). A vítima ficou presa às ferragens e não resistiu aos ferimentos.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a mulher estava na caminhonete. Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre o estado de saúde do motorista do caminhão.
De acordo com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), a colisão frontal entre os veículos foi registrada na altura do km 400 e provocou a interdição total da rodovia até por volta das 10h30, com registro de aproximadamente dois quilômetros de congestionamento.
O trecho foi liberado na tarde de quinta-feira (29/01). As causas do acidente serão investigadas.
Fonte: g1
Homem é preso suspeito de matar ex-companheira a tiros após atraí-la com falsa venda de carro
Um homem de 31 anos foi preso, em Pederneiras (SP), suspeito de matar a ex-companheira a tiros, após atraí-la com um falso pretexto de negociar um carro. Segundo a polícia, Adriano Benedito de Castro confessou o crime e disse que agiu por não aceitar o fim de um relacionamento de 12 anos.
O crime ocorreu na manhã de quinta-feira (29/01), por volta das 8h. A vítima, Camila Aparecida Marcondes Gonzaga, de 31 anos, estava acompanhada da prima quando chegou ao local indicado pelo suspeito.
Segundo o boletim de ocorrência, Adriano teria saído de um terreno baldio e disparado contra Camila, que tentou se proteger dentro do veículo.
O motorista do carro de aplicativo que as trouxe socorreu a vítima até a Santa Casa de Pederneiras, mas ela não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.
Após o crime, Adriano fugiu a pé pela Rodovia Osni Mateus (SP-261), mas foi localizado por policiais militares. Com ele, foram apreendidos um revólver calibre 32, 14 munições e R$ 2,6 mil em dinheiro.
Em depoimento, o suspeito confessou que o crime foi premeditado. Ele afirmou que comprou a arma dias antes e agiu por raiva após ver publicações da ex-companheira nas redes sociais. O casal tinha uma filha de 9 anos.
O caso foi encaminhado para a Polícia Civil de Pederneiras, onde foi registrado como feminicídio. A prisão em flagrante de Adriano Benedito de Castro foi convertida em preventiva.
Fonte: g1


