03/09/2026 – Sebastião Bernardo Oliveira, aos 89 anos, viúvo, deixa os filhos Maria Aparecida, Sônia, Regina e Donizete. Sepultamento nesta sexta-feira (04/09), às 9 horas, no Cemitério Municipal de Palmital.
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3 de setembro de 2026
Câmara de Ourinhos cassa mandato do prefeito Guilherme Gonçalves após 11 horas de sessão
by Bruno
written by Bruno
O prefeito de Ourinhos (SP), Guilherme Andrew Gonçalves da Silva (Podemos), teve o mandato cassado na madrugada desta quinta-feira (03/09) após sessão que durou mais de 11 horas.
Por 13 votos a dois, o político foi destituído do cargo depois de um ano e meio na administração da cidade. A Câmara de Ourinhos publicou o decreto com a cassação de Guilherme Gonçalves, e com isso, a decisão do legislativo já está em vigor.
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Guilherme Andrew Gonçalves da Silva (Podemos) teve o mandato cassado na madrugada de quinta-feira (3) — Foto: Prefeitura de Ourinhos
O vice-prefeito Alexandre Araújo Dauage (PL) assume de vez a prefeitura e deve ser empossado na próxima semana. Ele estava à frente do executivo durante o afastamento de Guilherme do cargo. A cassação dos direitos políticos ainda deverá ser avaliada pela Justiça Eleitoral.
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Vice-prefeito Alexandre Araújo Dauage assume a prefeitura de Ourinhos após cassação de Guilherme Andrew Gonçalves da Silva — Foto: Divulgação
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Sessão que resultou na cassação do prefeito de Ourinhos durou mais de 11 horas — Foto: Filipe Zampoli/TV TEM
TJ havia reduzido período de afastamento do prefeito em agosto
Em decisão publicada no dia 24 de agosto, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) reduziu de 90 para 60 dias o período de afastamento cautelar do prefeito de Ourinhos (SP).
A redução ocorreu após um recurso apresentado pela defesa do prefeito afastado. Com a mudança, a suspensão chegaria ao fim em 30 de agosto e Guilherme poderia ser reintegrado ao cargo de prefeito no dia 31 do mesmo mês.
De acordo com o Tribunal de Justiça, o afastamento foi mantido pois a permanência do prefeito poderia interferir na produção de provas do processo. Porém, a Justiça também considerou que o período de 60 dias era suficiente para garantir a instrução da ação.
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Guilherme Gonçalves foi prefeito de Ourinhos (SP) durante 1 ano e meio — Foto: Reprodução/TSE
No entanto, no fim do dia 25 de agosto, a decisão foi retirada do sistema do TJ. Na época, a reportagem da TV TEM questionou o motivo e se essa retirada alteraria a data de retorno do prefeito, mas o assessoria do TJ não soube informar e esclareceu que as movimentações futuras do processo podem ser acompanhadas no site do tribunal.
Em nota, a administração municipal informou que não iria se manifestar sobre a decisão.
Relembre o afastamento
No dia 30 de junho, a juíza Alessandra Mendes Spalding, da 2ª Vara Cível de Ourinhos, havia determinado o afastamento do prefeito, Guilherme Gonçalves por 90 dias.
A decisão atendeu a um pedido do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) em uma ação civil pública, ajuizada em 26 de junho.
O processo começou após um inquérito reunir indícios de irregularidades no contrato firmado entre a Prefeitura de Ourinhos e o Instituto de Gestão Educacional e Valorização do Ensino (IGEV), sem chamamento público.
Segundo a Promotoria, o contrato foi assinado durante a gestão do ex-prefeito Lucas Pocay (PSD) e depois prorrogado pela atual administração.
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Prefeito de Ourinhos (SP) tem mandato cassado após 11 horas de sessão — Foto: Instagram/Reprodução
Inicialmente, o acordo previa serviços operacionais, e teria passado a incluir a contratação de professores e psicopedagogos pagos com dinheiro público. Após os aditivos, o valor total do contrato chegou a R$ 42.230.632,58.
De acordo com a ação, Guilherme prorrogou o contrato três vezes e autorizou gastos superiores a R$ 13 milhões, mesmo após um parecer contrário da Procuradoria Jurídica do município.
O Ministério Público também aponta que havia um concurso público em vigor para professores em Ourinhos, mas os candidatos aprovados não foram chamados. O afastamento foi terceira decisão judicial envolvendo Guilherme Gonçalves em quatro meses.
Em 29 de maio, ele havia sido afastado das decisões relacionadas à área da Saúde por 90 dias, em outra ação de improbidade administrativa ligada à aditivos no contrato com a Associação Beneficente de Desenvolvimento Social e Cultural para a gestão da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e do Pronto Atendimento (PA) Cohab, após o Tribunal de Contas suspender o chamamento público para que uma empresa gerisse as unidades.
Fonte: g1
Uma ação da Força Tática do 32º Batalhão da Polícia Militar resultou na apreensão de armas e munições na tarde de quarta-feira (02/09), em Palmital. A operação foi realizada na região do bairro São José, onde equipes da corporação atuaram no combate a ilícitos penais.
Durante a ação, os policiais encontraram uma pistola calibre .22, com dois carregadores, e dois revólveres, de calibres .22 e .38. As equipes também localizaram 60 munições de calibre .22, outras 20 de calibre .38 e oito cápsulas já deflagradas.
O indivíduo responsável pelo material foi detido e encaminhado à Delegacia de Polícia da cidade, onde foram adotadas as medidas de polícia judiciária cabíveis. A ocorrência reforça o trabalho da PM no combate à posse ilegal de armas de fogo e na prevenção de crimes na região.
A Câmara Municipal de Palmital realizou sessão solene na noite da última sexta-feira para a entrega do título de “Cidadão Palmitalense” ao advogado Álvaro Abud. A homenagem foi concedida a partir de decreto proposto pelo vereador Miguel Gustavo Figueiredo Bueno, presidente do Legislativo, em reconhecimento aos relevantes serviços prestados pelo profissional na defesa dos direitos da população palmitalense e como voluntário em causas sociais, como na Apae, entidade da qual foi presidente e onde atua como diretor.
A cerimônia foi presidida por Miguel Bueno, acompanhado de vereadores e do presidente da Apae, Paulo Reinaldo Martins, do advogado Sérgio Vaz, representando a Loja Maçônica Cavaleiros do Planalto, e dos ex-vereadores João Gil, que presidiu a OAB local por vários anos, e Tatiane Rogatti Rossini. Álvaro Abud estava acompanhado da esposa, Roseli Montechesi Kirnew Abud, de familiares, colegas de profissão e amigos.

Miguel Bueno fez a entrega da placa que conferiu a Álvaro Abud o título de “Cidadão Palmitalense”, acompanhada da leitura da biografia do advogado. Houve também homenagem a Roseli, que recebeu um buquê de rosas. Na sequência, ocorreram pronunciamentos do presidente da Câmara, de João Gil e dos vereadores Marcelo Marin, Flaviane Noesse, Homerinho e Alessandro Pires.
Álvaro Abud agradeceu a homenagem e destacou o sentimento de gratidão pelo reconhecimento feito pela Câmara Municipal da cidade onde cresceu e constituiu família. Ele ressaltou ainda sua trajetória na advocacia, que lhe rendeu prestígio junto à população, e sua dedicação ao voluntariado em diversas ações, incluindo na Apae. A cerimônia foi encerrada com a execução do Hino de Palmital e homenagens ao advogado.
PERFIL – Nascido em São Paulo, em 1959, Álvaro Abud mudou-se para Palmital ainda criança, acompanhando a família quando seu pai, o médico Isoaldo Abud, ingressou no serviço de saúde do município. Casado com Roseli, é pai de Isabela e Gisele e avô de quatro netos. Na década de 1980, ingressou na Caixa Econômica Federal e atuou em diversas agências até 2000, quando passou a se dedicar exclusivamente à advocacia.
Em sua trajetória, mantém escritório particular, foi assessor jurídico do Saae e da Prefeitura de Palmital e responsável pela implantação do programa OAB Concilia na subseção local. Desde 2014, Abud atua como juiz-relator no Tribunal de Ética e Disciplina da OAB de Marília. Sua atuação na comunidade inclui períodos na presidência do Rotary Club e da Apae.


