A Prefeitura de Palmital ampliou o programa municipal de distribuição gratuita de sensores de monitoramento contínuo de glicose para pessoas com diabetes tipo 1. A extensão da faixa etária dos beneficiados, anunciada por meio de vídeo pelo prefeito Luís Gustavo na última sexta-feira, complementa o trabalho do Departamento de Saúde que atendia crianças e adolescentes de até 18 anos, e que agora passa a contemplar pacientes com até 23 anos.
Outra mudança é a adoção do FreeStyle Libre 2, versão mais moderna do equipamento utilizado para acompanhar os níveis de glicose ao longo do dia. Instalado no braço, o sensor permite verificar as variações da glicose sem a necessidade de realizar testes frequentes com picadas na ponta do dedo. As informações ajudam o próprio paciente, familiares e profissionais de saúde a identificar alterações com mais rapidez e a tomar as medidas necessárias.

O programa é amparado pela Lei Municipal nº 3.181, de autoria do vereador Cristian do Posto. Segundo o vereador, a participação da Prefeitura foi fundamental para que a proposta fosse viabilizada e ampliada para alcançar mais pessoas. De acordo com a Prefeitura, Os pacientes que se enquadram nos critérios previstos na legislação podem procurar o Departamento de Saúde de Palmital para obter orientações sobre o programa e a forma de acesso ao benefício.
“Imagina ter que furar o dedo várias vezes ao longo do dia. Essa é a difícil rotina de quem convive com o diabetes tipo 1. Agora, imagina isso na vida de uma criança. Foi justamente para mudar essa rotina que a gente criou um programa inédito aqui em Palmital com a distribuição gratuita de sensores de monitoramento contínuo de glicose”, destacou Luís Gustavo.
“Esse sensor fica no braço e acompanha a glicose ao longo do dia, mostrando quando ela está subindo ou está caindo. Assim, um familiar ou o próprio paciente consegue agir na hora certa e sem precisar ficar furando o dedo toda hora. E agora, esse programa cresceu e atinge a sua segunda fase”, explicou o prefeito, ressaltando que o atendimento começou com pacientes até 18 anos. “Agora, a gente passa a atender pessoas com diabetes tipo 1 até 23 anos”, completou.
“Quando eu apresentei esse projeto, pensei justamente na rotina das crianças e das famílias que sofrem com diabetes tipo 1. O projeto inicial ia atender nossas crianças de zero e adolescentes até 18 anos. Hoje, eu acabo de receber uma notícia de extrema importância. O tal sonhado projeto do sensor de glicemia vai atender os nossos jovens de até 23 anos”, comemorou Cristian, que esteve no anúncio da medida junto com Luís Gustavo. “Outra novidade é que agora os pacientes vão receber um aparelho mais moderno que emite um alarme quando o índice de glicemia dele está alterado. Para quem se encaixar no programa, é só procurar uma unidade de saúde que lá vai receber todas as informações. A ideia é a gente continuar ampliando esse atendimento”, destacou a diretora de Saúde Nádia Ortiz, que acompanhou o anúncio do prefeito.












