Campanha é realizada em parceria com o Ministério da Saúde. Bauru é o único município do estado de São Paulo classificado como prioritário para a execução da medida; cidade registrou três casos de leishmaniose em humanos em 2022, com dois óbitos.
Os cães em Bauru (SP) estão recebendo coleiras com inseticida para prevenir a leishmaniose visceral. A ação é realizada em parceria com o Ministério da Saúde, e Bauru é o único município do estado de São Paulo classificado como prioritário para a execução da medida.
De acordo com a Secretaria de Saúde, o objetivo é encoleirar aproximadamente 4 mil cães, que ainda serão testados para leishmaniose visceral canina através de coleta de sangue e exames.
Na visita, o animal recebe a coleira repelente, e o tutor, as orientações. As coleiras carregam 4% do inseticida deltametrina.
Após a divulgação do resultado do exame, que ocorre em cerca de 15 dias, os moradores com animais positivos recebem a visita de uma equipe com um médico veterinário. Ele irá avaliar o animal, bem como dar orientações sobre o caso.
A validade da coleira é de seis meses. Portanto, a cada semestre a equipe retornará à residência para fazer a troca da coleira. Já a coleta de sangue para exame é realizada a cada 12 meses. A equipe é composta por médicos veterinários e agentes de controle de endemias.
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No período de 2 a 4 de agosto, o programa já coletou 611 amostras de sangue e encoleirou os animais na região da Vila Independência. Destes, 65 tiveram resultado positivo para leishmaniose visceral e cinco foram entregues pelos tutores para eutanásia.
A Secretaria de Saúde possui um ambulatório com atendimento veterinário voltado para zoonoses no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, onde é feito o Inquérito Canino Censitário.
Neste ano, Bauru registrou três casos de leishmaniose em humanos, com dois óbitos, sendo um deles de um bebê de apenas 6 meses.
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Fonte: G1













