A administração da máquina pública

Um dos principais desafios dos mandatários eleitos para assumir a administração pública, o chamado Executivo, é conquistar o funcionalismo, principalmente o grande grupo de concursados com estabilidade e muita experiência em seguidas transições de mandatos. Muitos com reputação negativa diante da população pelo fato de não entender ou não aceitar a condição de “servidores públicos”, se tornam exemplos de falta de empenho e de trabalho de má qualidade. Diante dessa realidade, a maioria de bons funcionários com desejo de honrar os cargos que ocupam também acabam julgados como relapsos.

O bom administrador quase sempre é aquele que sabe delegar o trabalho às equipes, incentivar os comandados e reconhecer os esforços daqueles que de fato se empenham, procurando sempre mostrar que a finalidade do serviço público é atender à população em suas necessidades, sempre com dedicação e muito respeito. Afinal, o patrão do servidor não é o chefe e muito menos o eleito para cargo temporário, mas sim o cidadão que paga impostos e espera a contrapartida em bons serviços. Com essa filosofia, é possível fazer com que o funcionalismo tenha orgulho de sua condição e não receba críticas.

Leia a coluna completa na versão impressa do JC.

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Cláudio Pissolito

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