A pandemia, a educação e os governos
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O início ou a eclosão de uma epidemia ou de uma pandemia, como a do Novo Coronavírus que assola o mundo inteiro, pode acontecer pelas mais variadas causas, desde o contato com animais que carregam o vírus até pela manipulação e experiências mal sucedidas em laboratórios. O que não varia é a forma de prevenção, de combate e de proteção às pessoas, pois as medidas dependem praticamente de dois fatores: o comprometimento e a efetividades dos governos e a resposta da população. Mais do que ditar regras ou adotar medidas restritivas, aos governantes cabe oferecer estrutura de saúde e bons exemplos.

Por outro lado, às populações dos países afetados, praticamente todos, o que resta é seguir as recomendações dos governos baseadas em orientações científicas, médicas e sanitárias, o que exige boa dose de confiança nas lideranças e muito entendimento da situação, o que só se alcança com a boa formação educacional e sentido de cidadania. Ao entender que a proteção individual, seja pelo cumprimento das normas de distanciamento social e pelo uso de equipamentos, como as máscaras, não servem apenas àqueles que deles fazem uso, mas também aos demais, é que se comprova a boa formação do povo.

 

Leia o texto completo na versão impressa do JORNAL DA COMARCA.

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