A semana cristã

“…católicos e evangélicos se aproximam mais dos templos, participam de procissões, missas e cultos…”

Em país majoritariamente cristão, como o Brasil, a Semana Santa do catolicismo se torna o período mais importante das religiões, incluindo o movimento evangélico, surgido a partir do protestantismo, que também valoriza a sexta-feira e o domingo como datas de tristeza e de celebração pela morte e ressureição  de Jesus Cristo.

Como os católicos e os evangélicos formam quase a totalidade dos brasileiros que se declaram seguidores de religiões, com índice de 56% e 30%, respectivamente, a Semana Santa é o período mais importante do ano ao celebrar a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo.

Iniciada no Domingo de Ramos, a Semana Santa retrata os últimos dias de Cristo em Jerusalém, incluindo a Última Ceia, o sacrifício na cruz na Sexta-Feira Santa e a celebração da vitória da vida sobre a morte no Domingo de Páscoa, em cerimônias, rituais e costumes que envolvem grande parte da população.

Não obstante às diferenças nas formas de comemorar o período mais importante para os cristãos, católicos e evangélicos se aproximam mais dos templos, participam de procissões, missas e cultos e cumprem alguns rituais tradicionais baseados nas mesmas escrituras, mas com variações de interpretações.

Enquanto os católicos estabelecem ritos e regras para cada dia da Semana Santa, que incluem o domingo de ramos, a abstinência da carne, a procissão do encontro, a cerimônia do lava-pés, o sermão das sete palavras, a benção dos óleos, o círio pascal e a encenação da paixão de Jesus, os evangélicos focam suas atividades na sexta-feira e no domingo, considerado o dia mais importante para ambas.

Neste período, os evangélicos fazem cultos que incentivam a reflexão, a gratidão e a celebração da morte e ressurreição, mas sem quaisquer rituais, restrições ou jejuns.

Como maior religião do mundo, praticada por  2,6 bilhões de adeptos, mas que representam apenas 28,8% da população global, o cristianismo enfrenta declínio na Europa e na América do Norte, cresce na África e na Ásia e assiste a forte expansão do pentecostalismo e de igrejas independentes no Sul Global.

Com ritmo de crescimento menor que o da população mundial, o centro do cristianismo mudou da Europa e dos Estados Unidos para África Subsaariana e à Ásia, graças à ramificações da Igreja Católica, com 1,3 bilhão de fiéis, o Protestantismo, com quase 1 bilhão, e a Igreja Ortodoxa com 220 milhões, como cristãos que celebram a Semana Santa.

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Cláudio Pissolito

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