Caminhoneiro, que nasceu em Palmital, morre com suspeita de coronavírus em Bauru
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O caminhoneiro Laércio Vitorino dos Santos, de 75 anos, morreu na tarde de domingo (05/04) no Hospital Estadual de Bauru. Segundo a entidade, o paciente é natural de Palmital e deu entrada no sábado (04/04), já inconsciente, e faleceu no dia seguinte. Ele não tinha acompanhante e ficou em isolamento por se tratar de um caso suspeito da covid-19, o novo coronavírus, segundo informações do Serviço Social do hospital. Ainda não houve a confirmação da doença pelas autoridades de saúde bauruenses.

 

O idoso foi encontrado caído na rua, já desmaiado, por uma equipe do Samu, que o encaminhou para o hospital. As únicas informações que a unidade médica tinha do paciente era que ele seria natural de Palmital e trabalhava como caminhoneiro, porque havia registros no cadastro do Sistema Único de Saúde (SUS). Entretanto, após olhar os pertences do paciente, a unidade médica encontrou o RG emitido em uma cidade do interior de São Paulo, que não foi informada à imprensa. Com ele também havia uma passagem, marcada para 22 de abril, com destino a Campo Grande (MS).

 

Ainda conforme a entidade, Laércio não portava nenhum contato de emergência que pudesse ser acionado em caso de emergência. Durante seu tratamento, ele foi mantido em isolamento por conta da suspeita, já que ele apresentava alguns sintomas característicos do coronavírus. Após o falecimento, o serviço social do hospital usou redes sociais e divulgou à imprensa que ele é nascido em Palmital e apresentou cópia do documento do idoso para localizar familiares. No início desta semana, houve o contato pessoas da família.

 

Consultada pelo Jornal da Comarca, o serviço de Assistência Social do Hospital Estadual de Bauru informou que não poderia fornecer informações sobre a localização dos familiares e o local do sepultamento. “O Serviço Social do HEB informou que os familiares do Sr. Laércio Vitorino dos Santos não autorizaram a divulgação de informações a respeito da cidade natal/origem da família dele, nem sobre velório ou sepultamento”, diz nota enviada à redação do JC na quarta-feira (06/04) pela Assessoria de Comunicação e Imprensa da instituição.
Com informações do Correio do Estado MS e Assessoria de Imprensa do HEB

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