Destaques
AVES ELÉTRICAS
As desculpas da empresa distribuidora de energia para os apagões em Palmital são hilárias e repetidas, atribuindo aos pássaros e às árvores as interrupções no fornecimento. Não admitem que as redes são antiquadas e mal conservadas e que apenas cabos blindados e com separadores garantem energia com segurança para todos, incluindo as pombinhas. Vamos extinguir árvores e aves?
DUBAI DO VALE
O anúncio de construção de um enorme complexo comercial e residencial em Palmital, com investimentos vultosos, está causando inveja nos vizinhos. Politiqueiros de Cândido Mota usam nossas promessas de investimentos para criticar a cidade deles, que só faz festas, em vez de Shopping Center. Nossos empreendedores visionários podem transformar Palmital na Dubai do Vale Paranapanema.
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Os inúmeros ataques assassinos a escolas dos EUA, que há muito convivem com a deformação social causada pela cultura belicosa e o fácil acesso às armas, estão sendo replicados no Brasil que já contabiliza crianças, adolescentes e professores mortos e feridos covardemente no interior de estabelecimentos de ensino.
Os casos já recorrentes em escolas brasileiras, quase sempre com as mesmas características e até mesmo motivações, indicam que a exposição e o compartilhamento dos fatos podem ser indutores de comportamentos semelhantes.
A dificuldade em prevenir esse tipo de crime se dá pelo fato de não haver meios de identificação antecipada dos criminosos e muito menos de entender as motivações, quase sempre torpes, de reação homicida diante de fatos corriqueiros do cotidiano escolar ou social.
Pessoas até então insuspeitas, de comportamento sereno e outras bastante sociáveis, assim como os arredios, surpreendem os amigos, a sociedade e a própria família com atitudes radicais de violência sempre inexplicáveis, a maioria delas muito bem planejadas e as vezes seguidas do suicídio que comprova o extremismo absurdo.
“…é preciso repensar as maneiras de conduzir a educação e de controlar o ambiente escolar.”
Considerando que a revolução da comunicação digital leva as informações, principalmente as negativas, de forma rápida e abrangente, a todos os povos, culturas e regiões de forma simultânea, é preciso repensar as maneiras de conduzir a educação e de controlar o ambiente escolar.
As brigas frequentes entre alunos, o desrespeito a professores e funcionários e a forma de convivência que aceita namoros e as manifestações de carinho entre adolescentes, incluindo os homossexuais, são consideradas como filosofia libertária e moderna, mas de consequências muito graves quando contrariadas ou simplesmente limitadas.
O domínio do tráfico de drogas no entorno e também no interior de unidades de ensino, o vandalismo praticado por atuais e ex-alunos e a desvalorização da educação por meio da suspensão de aulas e das faltas injustificadas, assim como a baixa exigência de desempenho, podem ser motivos da violência crescente.
Para iniciar o processo de mudança, e assim evitar a gestação do ovo da serpente, é preciso melhorar a qualificação dos professores, fazer com que as famílias participem da vida escolar e que sejam cobradas pelo desempenho e frequência dos filhos, para assim transformar a escola em espaço sagrado e de respeito ao conhecimento, ao saber e à disciplina.
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Censo 2022: número de idosos na população do país cresceu 57,4% em 12 anos
Em 2022, o total de pessoas com 65 anos ou mais no país (22.169.101) chegou a 10,9% da população, com alta de 57,4% frente a 2010, quando esse contingente era de 14.081.477, ou 7,4% da população. É o que revelam os resultados do universo da população do Brasil desagregada por idade e sexo, do Censo Demográfico 2022. Esta segunda apuração do Censo mostra uma população de 203.080.756 habitantes, com 18.244 pessoas a mais do que na primeira apuração.
“Após a divulgação dos primeiros resultados foi necessário realizar, pontualmente, alguns procedimentos de revisão, que acarretaram nessa diferença ínfima em termos percentuais”, explica o gerente técnico do Censo, Luciano Duarte. Em relação aos resultados do Censo 2022 divulgados anteriormente, 566 municípios sofreram alteração de população.
O aumento da população de 65 anos ou mais em conjunto com a diminuição da parcela da população de até 14 anos no mesmo período, que passou de 24,1% para 19,8%, evidenciam o franco envelhecimento da população brasileira.
“Ao longo do tempo a base da pirâmide etária foi se estreitando devido à redução da fecundidade e dos nascimentos que ocorrem no Brasil. Essa mudança no formato da pirâmide etária passa a ser visível a partir dos anos 1990 e a pirâmide etária do Brasil perde, claramente, seu formato piramidal a partir de 2000. O que se observa ao longo dos anos, é redução da população jovem, com aumento da população em idade adulta e também do topo da pirâmide até 2022”, analisa a gerente de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica do IBGE, Izabel Marri.

Em 1980, o Brasil tinha 4,0% da população com 65 anos ou mais de idade. Os 10,9% alcançados em 2022 por essa parcela da população representa o maior percentual encontrado nos Censos Demográficos. No outro extremo da pirâmide etária, o percentual de crianças de até 14 anos de idade, que era de 38,2% em 1980, passou a 19,8% em 2022. “Quando falamos de envelhecimento populacional, é exatamente a redução da proporção da população mais jovem em detrimento do aumento da população mais velha”, destaca.

Ainda avaliando as proporções desses grupos etários específicos, agora para grandes regiões, a região Norte é a mais jovem do país, com 25,2% de sua população com até 14 anos, seguida pelo Nordeste, com 21,1%. As regiões Sudeste e Sul apresentam estruturas mais envelhecidas, com 18% e 18,2% de jovens de 0 a 14 anos, e as maiores proporções de idosos com 65 anos e mais (12,2% e 12,1%, respectivamente). O Centro-Oeste possui uma estrutura intermediária, com distribuição etária próxima da média do país.
“Podemos perceber que a queda da fecundidade ocorreu primeiramente no Sudeste e no Sul do Brasil, o que as faz as regiões mais envelhecidas, com menor proporção de jovens. A região Norte, embora também tenha registrado uma redução da fecundidade ao longo dos últimos anos em todos os estratos socioeconômicos, ainda se mantém a região proporcionalmente mais jovem. Também é na região Norte que observamos a menor proporção de pessoas adultas e idosas em relação às outras regiões”, pontua a gerente.
Idade mediana da população aumentou 6 anos entre os Censos e atingiu os 35 anos
A idade mediana é um indicador que divide uma população entre os 50% mais jovens e os 50% mais velhos. No Brasil, de 2010 para 2022, a idade mediana subiu de 29 anos para 35 anos, evidenciando o envelhecimento da população. No mesmo período, esse indicador aumentou nas cinco grandes regiões: Norte, de 24 para 29 anos; Nordeste, de 27 para 33 anos; Sudeste, de 31 para 37 anos; Sul, de 31 para 36 anos e Centro-Oeste, de 28 para 33 anos.
“Quando olhamos para as unidades da federação, não só a queda da fecundidade irá alterar essa idade mediana, mas podemos ter um efeito também de migração, com o recebimento de pessoas de um determinado grupo etário em certos estados, principalmente dos jovens adultos, assim como naqueles estados de onde os migrantes saem. Esses fatores também impactam e ajudam a entender a idade mediana observada nas UFs e nos municípios”, explica Izabel.

De 2010 a 2022, índice de envelhecimento sobe de 30,7 para 55,2
O índice de envelhecimento é calculado pela razão entre o grupo de idosos de 65 anos ou mais de idade em relação à população de 0 a 14 anos. Portanto, quanto maior o valor do indicador, mais envelhecida é a população. No Brasil, esse índice chegou a 55,2 em 2022, indicando que há 55,2 idosos para cada 100 crianças de 0 a 14 anos. Em 2010, o índice de envelhecimento era menor, correspondendo a 30,7.
Municípios menos populosos, com até 5 000 habitantes, tinham, em média, os maiores índices de envelhecimento, compondo uma proporção de 76,2 idosos para cada 100 pessoas de 0 a 14 anos de idade. Os municípios mais populosos, com mais de 500.000 habitantes, apresentam o segundo maior valor do índice, com 63,9 idosos para cada 100 indivíduos da faixa etária de 0 a 14 anos.
Há redução gradual do índice de envelhecimento entre os municípios de até 5 000 habitantes até os com 50.001 a 100.000 habitantes. A partir desse ponto, valores cresce gradualmente à medida que aumenta o porte populacional. “Uma possível explicação para esse fenômeno é o deslocamento de pessoas em idade economicamente ativa para as maiores cidades em busca de emprego, educação e serviços. Esse deslocamento de pessoas adultas com seus filhos é predominantemente de pessoas em idade reprodutiva, o que também resultará em um menor número de crianças e nascimentos nas cidades menores, de origem”, esclarece a pesquisadora do IBGE.
Brasil tem 6,0 milhões de mulheres a mais do que homens
Do total da população residente no país, 51,5% (104.548.325) eram mulheres e 48,5% (98.532.431) eram homens, ou seja, havia cerca de 6,0 milhões de mulheres a mais do que homens em 2022.
A razão de sexo, número de homens em relação ao grupo de 100 mulheres, foi de 94,2. Isso mostra que a tendência histórica de predominância feminina na composição por sexo da população se acentuou: em 1980, eram 98,7 homens para cada 100 mulheres; em 2010, 96,0.
“Isso está relacionado com a maior mortalidade dos homens em todos os grupos etários: desde bebê até as idades mais longevas, a mortalidade dos homens é maior. Além disso, nas idades adultas, a sobremortalidade masculina é mais intensa. E, com o envelhecimento populacional, a redução da população de 0 a 14 anos e o inchaço da população mais idosa há um aumento da proporção de mulheres, já que elas sobrevivem mais em relação aos homens”.
Esse comportamento de aumento na proporção de mulheres se repete em todas as grandes regiões. Desde 2000, a região Sudeste tem a menor proporção de homens, com uma razão de sexo de 92,9 em 2022. A maior razão de sexo está na região Norte (99,7), sendo a primeira vez na série que essa região se mostrou com maior número de mulheres do que homens.
As unidades da federação com menores razões de sexo são Rio de Janeiro (89,4), Distrito Federal (91,1) e Pernambuco (91,2). Já Mato Grosso (101,3), Roraima (101,3) e Tocantins (100,4) tem mais homens do que mulheres. “Além do envelhecimento populacional, também os efeitos da migração influenciam as razões de sexo de cada local”, explica Marri.

Homens são maioria na população até os 19 anos
A razão de sexo por grupos etários no Brasil e nas grandes regiões mostra uma maior proporção de homens na população com até 19 anos de idade, partindo de 103,5 homens para cada 100 mulheres na faixa de 0 a 4 anos.
A partir do grupo etário 25 a 29 anos, a população feminina se torna majoritária em todas as regiões, sendo que no Nordeste isso acontece já no grupo de 20 a 24 anos. No grupo de 90 a 94 anos, há praticamente o dobro de mulheres, com uma razão de sexo de 50,4. Já no grupo etário mais elevado, de 100 anos ou mais, esse indicador ficou em 38,8.
“A maior incidência de homens nas primeiras idades é uma consequência do maior nascimento de crianças do sexo masculino em relação àquelas do sexo feminino. O maior contingente de homens diminui com a idade devido à sobre mortalidade masculina, mais intensa na juventude devido às mortes por causas externas”, explica Marri.
Municípios mais populosos têm menor proporção de homens
A razão sexo também é menor em municípios mais populosos, ou seja, em municípios de maior porte populacional há uma proporção menor de homens em relação às mulheres. Esses valores partem de 102,3 homens por mulher, nos municípios com até 5.000 habitantes, até 88,9 para os municípios com mais de 500.000 habitantes. Destaca-se que é a partir da faixa de 20.001 a 50.000 habitantes que as razões de sexo assumem valores abaixo de 100, refletindo uma maior participação das mulheres na composição populacional.

Mais sobre a pesquisa
O Censo Demográfico é a principal fonte de referência sobre as condições de vida da população em todos os municípios do país e em seus recortes territoriais internos. Os resultados do universo da população por idade e sexo do Censo Demográfico 2022 apresentam a distribuição da população residente no país segundo grupos etários e sexo, além de alguns indicadores derivados dessas informações, como a idade mediana, o índice de envelhecimento e a razão de sexo, para Brasil, grandes regiões, unidades da federação, concentrações urbanas e municípios. Acesse os principais resultados, gráficos e mapas no hotsite Panorama do Censo 2022, na Plataforma Geográfica Interativa e no Sidra.
Fonte: Agência de Notícias do IBGE
Justiça aceita denúncia contra mulher que cuspiu em colega de trabalho no interior de SP
Caso ocorreu durante o treinamento de funcionários em uma empresa de São Manuel (SP). Segundo a vítima, autora o perseguia com ofensas racistas.
A Justiça de São Manuel (SP) aceitou a denúncia contra a mulher que cuspiu no rosto de um colega de turma durante um curso de capacitação oferecido por uma empresa produtora de cana-de-açúcar. A vítima, um homem negro, afirma ter sido alvo de ofensas racistas por parte da agressora.
Na decisão publicada no dia 10 de outubro, a juíza Érica Regina Figueiredo intimou a defesa de Samira Vitória Serafim e a tornou ré por injúria após denúncia formulada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP). O caso ocorreu no dia 2 de junho, mas o registro policial só foi feito no dia 8 de agosto.
Na ocasião das agressões, a vítima Marcos Paulo Rodrigues Franco, de 21 anos, era colaborador da usina São Manoel e participava de um curso de manutenção mecânica para jovens aprendizes recém-contratados. As aulas eram oferecidas na unidade do Senai, em São Manuel, em uma parceria entre a usina e a instituição de ensino.
De acordo com o jovem aprendiz, tudo começou após um desentendimento entre os alunos na sala de aula. No momento em que o professor do curso se ausentou da sala, a mulher, que também é ex-colaboradora da empresa, passou a ofendê-lo.
“Você se vitimiza por ser preto. Você é preto, por isso está na merda”, consta no boletim de ocorrência por injúria racial.
Logo após a injúria racial, Samira Vitória cuspiu no rosto do jovem e o momento foi gravado por um outro colega de turma (veja o vídeo acima).
Marcos Paulo Franco afirmou ter sido alvo de ofensas racistas, assédio moral e sexual desde que foi contratado pela empresa e passou a participar do curso. Ele contou que se sentia perseguido pela mulher, com xingamentos, e por funcionários mais experientes.
“O racismo ficou evidente quando ela começou a me provocar diretamente entre os colegas de trabalho. Não havia preconceito por parte de colegas aprendizes, apenas pelos funcionários da empresa que eram efetivos e na hierarquia superiores a nós”, comentou.
Ainda segundo a vítima, durante as aulas, ainda no segundo semestre de 2022, a agressora também fez comentários homofóbicos contra o jovem. Em uma das ocasiões, ela teria dado um tapa no rosto dele.
No momento, Marcos Paulo está afastado da empresa por atestado médico para tratamento psicológicos. “Precisei aumentar as doses do remédio antidepressivo e ansiolítico para controle da ansiedade.”
O que diz a empresa
À época do registro policial a Usina São Manoel pontuou em nota que “repudia qualquer demonstração de discriminação, seja ela por motivo de gênero, deficiência, orientação sexual, raça/ etnia, idade ou qualquer outra característica ou diferença”.
A empresa afirmou que, “após o acontecimento, o fato foi relatado pela vítima ao canal de ouvidoria da organização” e que, “ao jovem que foi vítima da agressão, que ainda faz parte do quadro de colaboradores da São Manoel, está à disposição para qualquer demanda que possa surgir como consequência desse lamentável episódio de preconceito”.
O comunicado afirmou também que, “em comum acordo entre a gerência da área de manutenção e diretoria agroindustrial, a jovem aprendiz responsável pela agressão foi desligada na data de 07 de junho de 2023, cinco dias após o fato”.
Por fim, a empresa disse que quanto às declarações referentes a casos de abusos de outros colaboradores da usina, não há registros dessas denúncias, sendo que “o colaborador não acionou o canal de ouvidoria novamente após o caso de racismo com a outra jovem aprendiz”.
O Senai-SP, por sua vez, pontuou que “não tolera atitudes discriminatórias e/ou preconceituosas de qualquer tipo”.
A instituição de ensino esclareceu que teve ciência do ocorrido e que funcionários conversaram com os envolvidos para oferecer acolhimento ao aluno agredido.
O comunicado do Senai ainda pontuou que a aluna agressora foi advertida, ficou afastada das atividades e não foi permitida a participação dela na cerimônia de formatura.
A reportagem também tentou contato com Samira Vitória Serafim, mas não conseguiu retorno até o início da noite desta quinta-feira (26).
Fonte: G1
Com o impacto da colisão, motorista e passageira do carro foram arremessados do veículo e morreram no local.
Duas pessoas morreram em um acidente envolvendo um carro e uma caminhonete, no início da tarde desta quinta-feira (26), na vicinal Alcides Soares, em Botucatu (SP).
De acordo com o boletim de ocorrência, os dois veículos bateram de frente na altura do quilômetro 7. Com o impacto da colisão, o motorista e a passageira do carro foram arremessados do veículo. Os óbitos de Thiago José Soares, de 36 anos, e Jéssica Heloisa dos Santos Neves, de 31, foram confirmados no local.
O condutor da caminhonete, de 47 anos, foi socorrido pela equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e levado para o Hospital das Clínicas (HC) de Botucatu.
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O motorista do carro e a passageira foram arremessados para fora do veículo em acidente em vicinal de Botucatu — Foto: Acontece Botucatu/Reprodução
Aos policiais, ele contou que Thiago perdeu o controle do veículo e bateu contra a caminhonete. Segundo apurado pela polícia, o condutor do carro não era habilitado
A ex-esposa de Thiago, que esteve no carro antes do acidente, prestou depoimento à polícia e contou que ele aparentava estar embriagado.
A polícia requisitou exame necroscópico, toxicológico e dosagem alcoólica às vítimas, bem como exame de corpo de delito ao motorista da caminhonete, além de exame pericial ao local e veículos envolvidos. As causas do acidente serão investigadas.
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Inquérito policial irá apurar causas do acidente que matou duas pessoas em vicinal de Botucatu — Foto: Acontece Botucatu/Reprodução
Fonte: G1
Mais de 30 estados americanos processam Meta por viciar e prejudicar saúde de jovens
A Meta está sendo processada por mais de 30 estados do Estados Unidos por supostamente explorar jovens e crianças com técnicas para atrair sua atenção e obter lucro com a divulgação de conteúdo nocivo. A ação, movida na terça-feira (24) no Tribunal Federal da Califórnia, acusa a empresa de prejudicar “a saúde física e mental dos jovens”.
Segundo o jornal The Wall Street Journal, o processo contra a Meta é resultado da falta de um acordo entre a companhia e os estados para limitar funções de suas redes sociais às crianças. O Facebook e o Instagram exigem que os usuários com menos de 13 anos apresentem o consentimento dos pais para criar uma conta, mas os estados alegam que a empresa de Mark Zuckerberg coleta dados pessoais sem a permissão necessária.
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A big tech é acusada de criar “funções psicologicamente manipulativas” para induzir o “uso compulsivo e extenso” de suas plataformas. “A Meta explorou tecnologias poderosas e sem precedentes para atrair (…) e, em última instância, prender jovens e adolescentes com o objetivo de obter lucros”, afirmam os advogados dos estados no processo contra a empresa sediada na Califórnia.
A ação argumenta ainda que a companhia usa esquemas de marketing para atingir esses usuários mais jovens, incluindo a publicação de campanhas publicitárias com atores que parecem ser crianças usando suas plataformas de mídia social.
Fonte: DCM
Polícia prende assaltantes de caminhão recuperado em Palmital; eles fizeram motorista refém
No último dia 25 de outubro, policiais militares receberam a informação de um roubo com sequestro de vítima, em Guarulhos/SP. Segundo apurado, a pessoa de E.A.M. – 39 anos, proprietária de um caminhão, procurou a Delegacia de Polícia de Sertanópolis/PR, onde relatou que indivíduos desconhecidos abordaram o motorista de sua empresa, que estava em Guarulhos/SP para buscar uma carga, rendendo-o e subtraindo o caminhão de sua propriedade.
A mulher registrou um boletim de ocorrência, narrando que, logo após o crime, os autores passaram a ameaçar a vida do motorista A.L. – 43 anos, que ainda estava em cárcere, caso não houvesse pagamento de valor em dinheiro.
Com base nas informações, o veículo foi rastreado e localizado em um posto de combustível na cidade de Palmital, na Rodovia Raposo Tavares (SP 270), onde a guarnição militar conseguiu identificar um dos possíveis autores da prática criminosa, que foi identificado como sendo A.A.M.O. – 39 anos, de cidadania venezuelana, o qual foi apresentado na Delegacia de Polícia de Palmital, onde foi autuado em flagrante delito.
Diante do contexto e das informações apuradas, em operação conjunta com dos policiais civis das Delegacias de Palmital/SP, Sertanópolis/PR e o Departamento de Operações Policiais Estratégicas – DOPE/SP, iniciou-se monitoramento das informações e rastreio dos demais envolvidos, os quais ainda mantinham a vítima A.L. em cativeiro, bem como continuavam extorquindo a proprietária do caminhão.
Após inúmeras diligências, os policiais civis do DOPE obtiveram êxito em localizar um segundo autor, D.C.S. – 28 anos, nas proximidades do local onde o motorista foi arrebatado. Durante a condução do detido à Delegacia de Polícia da Capital para autuação em flagrante, a Polícia Civil foi informada de que o motorista havia sido libertado pelos assaltantes.
Durante os interrogatórios, os detidos negaram a prática do crime, apesar de estarem, respectivamente, com o caminhão subtraído e com o aparelho celular do qual efetuavam as ameaças de morte ao motorista perante a seus familiares e à proprietária do caminhão.
Os indiciados foram presos em flagrante pelas Delegacias de Palmital e do DOPE, como incurso aos crimes de roubo e extorsão mediante sequestro, os quais ficaram à disposição da Justiça Pública.
Fonte: Abordagem Notícias
Marcelo Manoel da Palma estava internado em UTI.
Morreu nesta quinta-feira, 26, na UTI do Hospital das Clínicas de Marília/SP, o assisense Marcelo Manoel da Palma. No dia 05 de julho deste ano, ele sofreu um grave acidente de moto, na Avenida Dom Antônio, em Assis, resultando em traumatismo de nervos e da medula espinhal ao nível cervical.
Segundo informações de um amigo, ele corria risco de ficar tetraplégico, e não tinha previsão de alta hospitalar.
Diante da complexidade do caso e necessidade de recursos financeiros para ajudar nos custos necessários ao seu tratamento, foi lançada uma vakinha online, com a meta de chegar a R$ 18 mil. Foi alcançada, até então, a quantia de R$ 12.206,81 já que muitos se consternaram com a situação do Marcelo, um jovem ativo e cheio de vontade de viver.
Ainda não há informações sobre o velório e sepultamento.

Foto – Arquivo pessoal
Fonte: Abordagem
Exército prende 17 militares por falha na fiscalização de armas e pede prisão preventiva de outros 6 por furto de metralhadoras
No total, 17 militares cumprem prisão disciplinar desde quarta (25). Como não têm participação direta no crime ficarão detidos de um a 20 dias. E ao menos seis militares tiveram prisões preventivas pedidas à Justiça Militar. Das 21 armas desviadas, 17 foram recuperadas.
O Exército puniu com prisões disciplinares 17 militares acusados de falharem na fiscalização e controle das armas do Arsenal de Guerra, em Barueri, Grande São Paulo. E também pediu à Justiça Militar a prisão preventiva de seis que são investigados como suspeitos de participarem diretamente do furto das 21 metralhadoras do quartel.
Dezessete militares foram presos administrativamente por terem deixado de fiscalizar e conferir o armamento durante o período em que ele desapareceu. Eles não têm participação direta no crime, mas ficarão detidos de um a 20 dias de cadeia.
As punições começaram a ser cumpridas nesta quarta-feira (25) no próprio Arsenal de Guerra. Mas caberá ao comandante do local decidir se os militares ficarão em celas. De todo modo estarão proibidos de sair do quartel. Alguns presos ainda poderão trabalhar nesse período.
“O Comando Militar do Sudeste (CMSE) informa que no dia 25 de outubro foram concluídos procedimentos disciplinares sobre as condutas de militares do Arsenal de Guerra de São Paulo (AGSP), resultando, na punição de 17 (dezessete) militares (oficiais e praças). As sanções aplicadas foram de 1 (um) a 20 (vinte) dias de prisão, à luz do Regulamento Disciplinar do Exército. Informações de dados pessoais dos militares são de caráter reservado.”, informa nota do Exército.
Mais seis militares são investigados no mesmo processo administrativo por falhas na conferência das armas do armazém do Arsenal de Guerra. O Exército ainda não decidiu se eles serão punidos.
Dois tenentes-coronéis vão ficar presos por 20 dias. Um major e um capitão ficarão detidos por 10 dias. Entre os detidos tem os oficiais de dia, que tem patentes de subtenente a tenente em sua maioria. No grupo de quem foi preso administrativamente tem aqueles que cumprirão punição de cinco dias de prisão se forem militares de carreira. Os que são temporários ficarão um dia na cadeia.
Prisões preventivas
Exclusivo: militares desligaram intencionalmente rede elétrica do quartel do Exército de onde 21 metralhadoras foram roubadas
A reportagem também apurou que ao menos outros seis militares tiveram as prisões preventivas pedidas pelo Exército por serem investigados por suspeita de terem tido participação direta no furto das 13 metralhadoras calibre .50 e das oito metralhadoras calibre 7,62.
Até a última atualização desta reportagem a Justiça Militar ainda não havia dado uma decisão a respeito da solicitação. Caso haja decretação das prisões, os militares vão para o 2º Batalhão da Polícia do Exército, em Osasco. E se forem julgados e condenados, as penas vão de 1 ano a quase 30 anos de prisão, se somadas.
“O feito a que você se refere encontra-se em segredo de justiça. Por essa razão, a Justiça Militar não irá se pronunciar”, informa nota divulgada por sua assessoria de imprensa.
Procurado, o Ministério Público Militar (MPM), que acompanha o caso, informou por comunicado que não passaria “informações sobre as investigações e o trâmite processual”.
O sétimo militar que também é investigado por envolvimento direto no crime não teve nenhuma prisão solicitada até esta quinta-feira (26).
O Comando Militar do Sudeste investiga os crimes militares de furto, peculato, receptação e extravio no caso.
Segundo o Instituto Sou da Paz, o furto das 21 metralhadoras é o maior desvio de armas já registrado no Exército brasileiro desde 2009, quando sete fuzis foram roubados em um batalhão em Caçapava, no interior de São Paulo.
Motorista de coronel é suspeito
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8 metralhadoras foram encontradas pela Polícia Civil do Rio (foto à esquerda); e 9 armas acabaram achadas pela polícia de Carapicuíba, Grande São Paulo. Todas as 17 foram furtadas do quartel do Exército em Barueri, região metropolitana — Foto: Leslie Leitão/TV Globo e Polícia Civil/Divulgação
Entre os militares suspeitos de participarem do furto tem um cabo que é investigado por suspeita de transportar todas as metralhadoras furtadas do Arsenal de Guerra em Barueri. O Exército investiga se ele usou um carro oficial do então diretor do quartel para retirar as armas do local e levá-las para fora, onde seriam negociadas com facções criminosas.
O tenente-coronel Rivelino Barata de Sousa Batista, que dirigia o quartel, não é investigado no inquérito sobre o furto das armas. Após o crime, o Exército o exonerou do cargo. Ele será transferido para outra unidade militar que ainda não foi definida. Em seu lugar, assumiu o novo diretor, o coronel Mário Victor Vargas Júnior, que comandará a base em Barueri.
A suspeita é de que o crime ocorreu a partir do período do feriado de 7 de setembro, quando a energia elétrica foi cortada intencionalmente, causando um “apagão” que desligou as câmeras de segurança da base militar. E um cadeado teria sido arrombado e o lacre da fiscalização, adulterado.
A reportagem apurou que peritos do Exército encontraram impressões digitais de militares do quartel em quadros de energia e na sala de armas. O cabo não tinha autorização para entrar no lugar. Os investigadores suspeitam que ele tenha se aproveitado do livre acesso que tinha ao quartel, como homem de confiança do então diretor da unidade.
Além do cabo, mais seis militares estavam sendo investigados pelo furto. No grupo tem as patentes de soldado, cabo, sargento e tenente. O CMSE quer usar as informações das quebras dos sigilos bancários, telefônicos e das redes sociais autorizadas pela Justiça para levantar mais provas do envolvimento deles no sumiço das metralhadoras.
A última inspeção na sala de armas havia sido em 6 de setembro. Os militares só conferiram se a porta permanecia lacrada 33 dias depois, em 10 de outubro, quando um subtenente viu sinais de arrombamento e percebeu que o lacre tinha sido trocado e constatou o desaparecimento das metralhadoras.
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Metralhadoras recuperadas pelo Exército e pela Polícia Civil do RJ — Foto: Reprodução
Segundo o Exército, as armas, fabricadas entre 1960 e 1990, são “inservíveis”, ou seja, não estariam funcionando perfeitamente, passariam por manutenção e seriam avaliadas. Possivelmente seriam destruídas ou inutilizadas já que recuperá-las teria um alto custo.
Até a última atualização desta reportagem, 17 das metralhadoras foram recuperadas na semana passada em operações conjuntas do Exército e das polícias do Rio de Janeiro e de São Paulo. Outras quatro armas, todas .50, ainda são procuradas.
O Exército tenta descobrir quais militares tinham contatos com o crime organizado para negociar a venda das armas. Elas iriam para o Comando Vermelho (CV), no Rio, e o Primeiro Comando da Capital (PCC), em São Paulo.
Fonte: G1


