A comunidade católica está realizando as comemorações em louvor a São Sebastião, o Padroeiro de Palmital, cuja data no calendário litúrgico (20 de janeiro) também marca o aniversário dos 137 anos de fundação da cidade. A programação religiosa na igreja Matriz em louvor ao santo protetor contra a fome, a peste e a guerra deve reunir um um grande número de fiéis.
O Tríduo de São Sebastião foi aberto na noite terça-feira (17/01) com o padre Orlando de Almeida Alves, Vigário Geral da Diocese. Nesta quarta-feira (18/01) , a partir das 19 horas, a celebração na Matriz fica a cargo do padre Antônio Borecki, da Paróquia Santo André (Tarumã). A programação deve ser concluída na quinta-feira (19/01), a partir das 19 horas, com missa presidida pelo padre Heliton Luis Ferreira, da Paróquia de Santa Cecília (Assis).
A missa solene em louvor a São Sebastião ocorre na sexta-feira (20/01), a partir das 18 horas, sendo presidida pelo pároco Marcelo Barreto e concelebrada pelo padre Otávio Peres. Haverá uma liturgia especial, com a participação de comunidades da paróquia. Após a celebração, está previas procissão com a imagem do Padroeiro de Palmital pelo centro da cidade. No encerramento, haverá barracas de pastel e sonho na praça da Matriz.
PADROEIRO – São Sebastião nasceu em Milão, na Itália. Pertencente a uma família cristã, foi batizado ainda criança. Ele tomou a decisão de engajar-se nas fileiras romanas e chegou a ser considerado um dos oficiais prediletos do imperador Diocleciano. Contudo, nunca deixou de ser um cristão convicto e ativo. Fazia tudo para ajudar os irmãos na fé. Procurava revelar o Deus verdadeiro aos soldados e aos prisioneiros.
Secretamente, Sebastião conseguiu converter muitos pagãos ao cristianismo, até mesmo o governador de Roma, Cromácio, e o filho Tibúrcio. Sebastião foi denunciado, pois estava contrariando o seu dever de oficial da lei. Teve então que comparecer diante do imperador para dar satisfações sobre o procedimento. O imperador disse que a fé de Sebastião era uma traição ao Exército Romano e que esperava uma brilhante carreira militar para ele.
Diante de Diocleciano, o jovem Sebastião confirmou sua fé e foi condenado à morte. Amarrado a um tronco foi varado por flechas, mas conseguiu sobreviver aos ferimentos. Demonstrando coragem, se apresentou novamente diante do imperador, o censurando pelas injustiças cometidas contra os cristãos e o acusando de inimigo do Estado. Perplexo com tamanha ousadia, Diocleciano ordenou que os guardas o açoitassem até a morte.
O martírio de São Sebastião ocorreu em 20 de janeiro de 288, data litúrgica que foi adotada em comemoração ao santo. De acordo com a Igreja Católica, São Sebastião é o protetor da humanidade contra a fome, a peste e a guerra. Ele também é o santo padroeiro de diversas profissões, como farmacêuticos e policiais.



















