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Um casal de primos foi preso na tarde de segunda-feira em Palmital pela prática de estelionato e associação criminosa com cartões magnéticos de instituições financeiras. A moça, de 26 anos, e o rapaz, de 23, ambos residentes na Grande São Paulo, foram flagrados durante a ação de equipes da Polícia Militar e tinham em seu poder cartões bancários de vítimas, além de equipamento usado no esquema criminoso, que tem o envolvimento de outras pessoas.

O flagrante ocorreu pouco antes das 16 horas em um banco que funciona na rua Vereador Clóvis, no centro de Palmital. Um homem de 60 anos acionou a PM informando que estaria sendo vítima de golpe por meio de cartão e que a moça que lhe enganou estaria no interior da agência. A jovem foi abordada e confessou que estava acompanhada do primo, que estaria nas proximidades em um Hyundai i30 preto, com placas de São Paulo.

Policiais realizaram diligências nas proximidades da agência e localizaram rapidamente o veículo. Ao perceber a aproximação da viatura, o rapaz jogou na rua dois cartões bancários, ambos pertencentes a um correntista de Palmital. Com a moça, estavam outros cinco cartões bancários, referentes a contas em diversas instituições.

Os primos foram apresentados na Delegacia da Polícia Civil, onde foram presos em flagrante e prestaram depoimentos em que confirmaram agir em conjunto para a prática de estelionato. Durante buscas no carro, houve a localização de uma máquina de cartões. A jovem disse que, com os cartões localizados com o primo, foram realizadas transações nos valores de R$ 1,7 mil e de R$ 500,00.

O cartão pertencente ao homem que denunciou o crime à PM não chegou a ser usado para transação bancária. A moça confessou que, por estar desempregada, aceitou a oferta feita pelo primo, mesmo sabendo que o “trabalho” seria para sacar dinheiro com cartões obtidos de forma criminosa.

A jovem alegou ainda que não sabia como os cartões eram obtidos e informou que ficaria com 10% do valor arrecadado no esquema. O rapaz confirmou que chamou a prima para o “serviço” e que havia sido contratado para os saques por um amigo de infância identificado na ocorrência. Os dois teriam vindo a Palmital com as despesas pagas por outra pessoa, cujo nome também foi registrado na Delegacia da Polícia Civil.

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