Montado desde sábado, 28/08, às margens da rodovia Miguel Jubran, apenas os soldados da guarda se comunicam com repórteres e jornalistas
Um inédito acampamento da Marinha do Brasil, montado em área atrás do Posto de Combustíveis Alexandria II, às margens da rodovia Miguel Jubran, no sentido Paraná-São Paulo, chama a atenção das pessoas que chegam a todo momento próximo aos cones que impedem o acesso ao local.
Vigiado permanentemente por dois soldados que observam a movimentação daqueles que desejam confirmar o fato ou saber o que acontece, o acampamento permanece como uma incógnita para a população e também para os veículos de comunicação, que não recebem qualquer informação sobre o motivo da instalação, o número de militares presentes, o tempo de permanência e o próximo destino.
Composto por cerca de 8 barracas parcialmente encobertas com uma cerca camuflada, o acampamento deve abrigar não mais de 20 pessoas e mantém três veículos oficiais estacionados: um caminhão de campanha, uma camionete cabine dupla e um caminhão tanque, possivelmente para transporte de combustível.
O soldado vigia, que atendeu a reportagem do JC Online, explicou que não está autorizado a fornecer informações à imprensa e que os contatos devem ser feitos com o 8º Distrito Naval do Rio de Janeiro, de onde veio o grupo que está instalado no acampamento de Assis.


A pedido do jornalista Cláudio Pissolito, que esteve no acampamento, o soldado entrou em contato com o comando do grupo e foi informado que não seriam prestadas informações. O motivo alegado é a segurança do pessoal presente no acampamento e o sigilo da operação.
O Jornal da Comarca entrou em contato com o 1º Comando do Distrito Naval do Rio de Janeiro e foi informado que a assessoria de imprensa não atende aos finais de semana. Novos contratos serão feitos para atualizar as informações.













