Mesmo com o período de mais de um mês sem mortes oficialmente registradas em Palmital, o coronavírus continua a causar sofrimento a famílias do município. O mecânico palmitalense Diego Damasceno Brancalhão, que atualmente residia em Cândido Mota, morreu no sábado (31/07) aos 25 anos em decorrência de complicações da Covid. Um mês antes, ele havia perdido o pai Aguinaldo José Brancalhão (detalhe) para a doença.
Diego, que é nascido e criado em Palmital, havia contraído a doença no início do mês passado. Conforme informações de familiares, o mecânico evoluiu para síndrome respiratória aguda grave e foi intubado em 11 de julho, sendo internado na UTI de hospital em Assis.
Depois de passado o período de infecção pelo coronavírus, Diego continuou entubado e sofreu com problemas decorrentes da doença, inclusive com uma superbactéria que agravou ainda mais seu quadro clínico. Ele não resistiu às complicações e foi a óbito no sábado (31/07).
Diego, que era casado e tinha uma filha de dois anos, foi sepultado no Cemitério Municipal na tarde de sábado (31/07), sem a realização de velório. Depois do falecimento, diversas mensagens de pesar e solidariedade à família foram postadas em redes sociais.
Diego era filho de Aguinaldo Brancalhão, o Russo, que morreu 33 dias antes aos 50 anos e foi a última vítima fatal da Covid em Palmital. O paciente havia testado positivo para a doença em meados de junho e, por problemas respiratórios, foi intubado na ala de isolamento da Santa Casa. Ele não resistiu e foi a óbito no dia 28 de junho, enquanto aguardava transferência para a UTI da Santa Casa de Paraguaçu Paulista.













