“…redes sociais foram criadas e são mantidas para dominar o mercado global e influenciar a economia mundial…”
Vendidas e aceitas como sistemas democráticos de comunicação de massa, as redes sociais disponíveis na internet e utilizadas em escala global são apenas acumuladoras de lucro, deturpadoras da verdade, disseminadoras de mentiras, ferramentas para golpes e sequestradoras da capacidade de pensar do usuário que não tem qualquer controle sobre o que vê ou posta.
Os bilhões de dependentes das gigantes plataformas digitais simplesmente se sujeitam às regras desconhecidas dos algoritmos programados para defender os interesses dos chamados “mecenas” das Big Techs.
Como grandes corporações do setor tecnológico, as redes sociais foram criadas e são mantidas para dominar o mercado global e influenciar a economia mundial graças ao controle que mantém sobre a opinião, o saber e, principalmente, a cultura dos povos que passam a se subordinar às informações que recebem e não as que escolhem.
As provas mais cabais do domínio da informação digital estão no cotidiano das grandes metrópoles mundiais e nas pequenas cidades como Palmital, Ibirarema, Platina e Campos Novos Paulista, hoje dominadas e dependentes da informação que chega pelos computadores e celulares.
Os exemplos mais claros estão nos pequenos varejos de calçados e confecções, nas lojas de eletrodomésticos e até de bebidas e alimentação, que agora enfrentam a forte concorrência dos grandes conglomerados presentes dia e noite nos computadores das empresas e das residências e nos celulares dos consumidores permanentemente instados a comprar até o que não precisam.
Por outro lado, os sistemas de pagamento online, que podem ser utilizados nos sofás das residências e que substituem bancos e casas lotéricas, reduzem muitos empregos e também a circulação de pessoas pelas ruas das cidades.
Outros setores afetados pelas redes sociais são os da comunicação social e da publicidade, hoje concentrados e dependentes das redes sociais para alcançar o público cada vez mais conectado ao mundo virtual e mais desligados do mundo real, o único que confere humanidade e interação verdadeira entre as pessoas.
As pinturas publicitárias nas porteiras rurais de meados do século passado, os anúncios em jornais e revistas, as propagandas de rádio e até mesmo as inserções na TV estão migradas para as incertezas das redes sociais que estão sequestrando o tempo, o dinheiro, as emoções e até o pensamento e a opinião do usuário.
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