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Um quarto envolvido tinha sido morto durante confronto com polícia. Antes de executarem a vítima, criminosos determinaram que vítima soltasse criança que estava em seu colo.

A Polícia Militar prendeu três homens suspeitos de envolvimento na morte um homem um posto de combustíveis em Paraguaçu Paulista na tarde de terça-feira (15). O trio foi localizado na noite do mesmo dia em Avaré (SP).

Um quarto suspeito de envolvimento no crime entrou em confronto com a PM e foi morto, na cidade de Maracaí (SP). O homem executado pelos criminosos foi identificado como Reginaldo Cardoso da Silva.

Segundo a polícia, a mãe dele e a esposa disseram que foram busca-lo na penitenciária de Presidente Bernardes (SP) e, na volta, pararam no posto para se alimentar.

Foi quando um carro parou e dois homens encapuzados desceram armados. A dupla pediu para Reginaldo soltar a criança que estava em seu colo e abriu fogo em seguida.

Prisão

De acordo com o boletim de ocorrência, Wagner Almeida Galvão, Paulo Fernando Nunes David e Abel Henrique Fortes Santos, foram presos em flagrante pelo crime e por organização criminosa.

Wagner também foi preso por porte ilegal de arma de fogo e tentativa de corrupção ativa. Policiais faziam patrulhamento preventivo pela região de Ourinhos (SP), quando receberam informação de que um veículo envolvido no homicídio estaria possivelmente se dirigindo em direção a São Paulo.

Os policiais iniciaram buscas pelas rodovias, sendo que no quilômetro 247 da Rodovia Castello Branco (SP-280), interceptaram um automóvel com as mesmas características.

No carro estavam três indivíduos, sendo que Wagner desembarcou e tentou empreender fuga, sendo detido. Ele estava com um revólver calibre 38, com cinco munições.

Na tentativa de ser liberado, ele tentou subornar os policiais, mas acabou confessando que participou do assassinato de Reginaldo e exibiu aos policiais uma foto, do seu telefone celular, do corpo da vítima.

Durante buscas no interior do veículo, os policiais também localizaram o documento de identidade de Adriano Gomes Rodrigues, que foi morto em Maracaí, após o confronto com a PM. Abel e Paulo negaram envolvimento no crime, mas contaram que auxiliavam Wagner na fuga.

Fonte: G1

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