Política da vergonha
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Cada vez mais o Brasil se firma no cenário municipal, regional, nacional e internacional como o país da desigualdade social, da vergonha, da roubalheira, da falta de mínima consideração para com seu povo devido a uma classe política sem qualquer princípio ético ou moral, sem citar obviamente a absoluta falta de caráter de muitos.

Os exemplos aparecem em grande quantidade ao longo dos séculos, desde os tempos da colônia, quando os nativos produziam “santos de pau oco” para contrabandear ouro e pedras preciosas, até os dias atuais com o superfaturamento de produtos, serviços, hospitais e até medicamentos.

Basta uma crise grave, mesmo uma pandemia que ceifa a vida de milhares de pessoas, a maioria de baixa renda obrigada a trabalhar para comer, para que sejam criados as normas e os decretos que facilitam a aquisição, sem licitação, de produtos e serviços pelos poderes públicos.

Com essas medidas exageradas, muitas vezes desnecessárias, abre-se as portas para o superfaturamento e o recebimento de propinas por aqueles que deveriam zelar pelos recursos públicos. O pior exemplo, até o momento, é o Rio de Janeiro, que trocou um governo corrupto por outro muito suspeito.

 

Leia o texto completo na versão impressa do JORNAL DA COMARCA.

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