Rapaz comete duplo assassinato ao interferir em discussão casal e diz à polícia que não conhecia as vítimas

O rapaz de 22 anos preso em flagrante por duplo homicídio qualificado no sábado (06/02) afirmou, em depoimento prestado à Polícia Civil, que não conhecia as vítimas que foram assassinadas em Regente Feijó (SP), segundo informou ao G1 o delegado Marcelo Magalhães, que é o responsável pelas investigações sobre o caso.

Magalhães detalhou ao G1 que o preso contou que foi interferir em uma discussão relacionada a uma pessoa que ele conhecia e acabou se envolvendo com o caso.

Ele ainda falou, segundo o delegado, que uma pessoa o teria agarrado pelo pescoço e que teve uma discussão com as vítimas, que alegou desconhecer.

Segundo a Polícia Civil, o preso apresentou a versão dele sobre o caso e confessou ter desferido os golpes durante a briga.

O depoimento dele prestado à Polícia Civil teve o acompanhamento de um advogado.

O casal foi assassinado na madrugada de sábado durante uma confusão no local conhecido popularmente como “Praça da Fonte Luminosa”, no Centro de Regente Feijó.

O marido, de 40 anos, e a esposa, de 35 anos, eram moradores do bairro Jacutinga, que fica na zona rural de Regente Feijó.

As vítimas, segundo a Polícia Civil, foram agredidas na região do pescoço com golpes de garrafa de vidro desferidos por um homem que fugiu após o crime, mas acabou preso na manhã de sábado.

Ambas as vítimas chegaram a ser socorridas e levadas ao Hospital e Maternidade Regional de Regente Feijó para receber atendimento médico, mas não resistiram à gravidade dos ferimentos e morreram.

De acordo com o delegado titular da Polícia Civil em Regente Feijó, Marcelo Magalhães, o duplo homicídio ocorreu durante uma confusão generalizada iniciada após uma discussão e que envolveu várias pessoas que estavam na praça, onde consumiam bebidas alcoólicas, entre 1h30 e 2h.

Após o crime, o suspeito, também morador de Regente Feijó, fugiu do local, mas acabou preso depois de ser encontrado por policiais civis e militares escondido dentro de um guarda-roupas, na casa de um parente.

TRABALHO CONJUNTO

O delegado Marcelo Magalhães ressaltou ao G1 que a rapidez no esclarecimento do crime foi motivada pelo trabalho conjunto dos efetivos das polícias Civil e Militar.

“As polícias Civil e Militar não pararam desde o primeiro momento. O esclarecimento foi bem rápido, foi quase imediato, em decorrência do empenho e da harmonia entre as polícias Civil e Militar, que desenvolveram diligências ininterruptas, com os indícios apurados, que resultaram na prisão aproximadamente oito horas após o crime”, relatou Magalhães ao G1.

O delegado enfatizou que o duplo homicídio qualificado foi um “caso isolado” em Regente Feijó, já que “a cidade é tranquila”.

Magalhães ainda destacou que nenhuma das pessoas diretamente envolvidas com o caso – tanto o suspeito preso quanto as duas vítimas – tinha antecedentes criminais.

Fonte: G1

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