Saiba a idade de Willian Bonner, Rolando Boldrin, Boris Casoy, Sérgio Chapelin e outros famosos
A idade dos principais ícones da TV brasileira
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O Rei da TV, Silvio Santos, começou sua carreira quando William Bonner não era nem nascido. Algo semelhante com o jornalista esportivo Léo Batista, que tem 72 anos só de profissão, sete a mais que Chico Pinheiro tem de idade. Incrível, não? Veja quantos anos têm esses dez apresentadores que estão na ativa. Silvio Santos, 88 O início da carreira foi em 1962, na TV Paulista, já com o “Programa Silvio Santos”. Três anos depois, a emissora foi comprada por Roberto Marinho e a atração seguiu até 1976. O programa migrou para a Record até 1981, quando Silvio criou a TVS, hoje o SBT. Desde então, foram poucas ocasiões que o apresentador se ausentou do comando da atração dominical, que é vice-líder isolada em audiência.

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Silvio Santos, 88

O início da carreira foi em 1962, na TV Paulista, já com o “Programa Silvio Santos”. Três anos depois, a emissora foi comprada por Roberto Marinho e a atração seguiu até 1976. O programa migrou para a Record até 1981, quando Silvio criou a TVS, hoje o SBT. Desde então, foram poucas ocasiões que o apresentador se ausentou do comando da atração, que é vice-líder nos domingos da TV aberta.

Reprodução/Globo

Léo Batista, 86

O profissional mais antigo do jornalismo esportivo da Globo parece longe de parar de trabalhar. Ele começou a trabalhar como locutor há 72 anos e transmitiu a Copa do Mundo de 1950, quando o Brasil perdeu para o Uruguai na final, no então recém-inaugurado Maracanã. Ao se mudar para o Rio, em 1952, começou a trabalhar na Rádio Globo e não saiu mais do grupo.

Além de apresentar o “Globo Repórter”, atuar nas coberturas de várias Copas e apresentar o icônico quadro “Gols do Fantástico”, da década de 1970 até 2007, Léo também foi apresentador eventual do “Jornal Hoje” e do “Jornal Nacional”.

Reprodução/Globo

José Hamilton Ribeiro, 83

O jornalista começou há 65 anos, como repórter de jornal. Em 1968, ele foi cobrir a Guerra do Vietnã pela revista “Realidade”, a mais importante da época. Com 20 dias de trabalho no país, pisou em uma mina terrestre e teve que amputar a perna. Da experiência, ele escreveu o primeiro livro, “O Gosto da Guerra” e com ele conquistou seu terceiro de sete prêmios Esso (o mais importante do jornalismo) que ganhou ao longo da carreira.

Ele está na Globo desde 1981 e passou pelo “Globo Repórter” e “Globo Rural”, onde já foi apresentador e repórter, função que desempenha atualmente.

Divulgação/SBT

Carlos Alberto de Nóbrega, 83

No banco da “Praça é Nossa”, no SBT, desde 1987, ele estreou diante das câmeras em 1957 na então “Praça da Alegria”, na TV Paulista . Como apresentador, trabalhou em vários programas da TV Record e, na década de 1970, integrou “Os Trapalhões” na TV Tupi e também na Globo.

Nesta semana, ele foi homenageado na Câmara dos Deputados, iniciativa do agora deputado Alexandre Frota (PSL-SP), que já atuou como ator na “Praça”.

Divulgação/TV Cultura

Rolando Boldrin, 82

Em 1981, o ator, compositor e poeta virou apresentador do “Som Brasil”, na Globo, programa que dava espaço para músicos e artistas regionais. Três anos depois, Boldrin mudou de casa, mas levou o formato junto. O “Empório Brasileiro” ficou na Rede Bandeirantes até 1986 e o “Empório Brasil”, no SBT, de 1989 a 1990. Desde 2005, ele está a frente de “Sr. Brasil”, na TV Cultura. A música tema também é a mesma “Vide, Vida Marvada”.

Boldrin já trabalhou muito como ator. Começou no teatro em 1949 e na TV, em 1954. Em 2017, atuou em “O Filme de Minha Vida”, de Selton Mello.

Reprodução/Record

Raul Gil, 81

A carreira começou há 62 anos: primeiro na TV Paulista, depois Excelsior, Record, Bandeirantes e, desde 2010, é funcionário do SBT, onde também teve um programa na década de 1980. Ele sempre esteve à frente de shows de calouros e novos talentos – a hoje apresentadora Maisa foi descoberta dele, na Record, em 2005.

Divulgação/Rede TV!

Boris Casoy, 78

Âncora do “Rede TV! News” desde 2016, ele tem 51 anos de carreira no jornalismo. Boris consolidou a sua carreira no rádio e no jornal — trabalhou como editor-chefe da “Folha de S.Paulo” por quase dez anos e, no fim dos anos 1980, migrou para a televisão. Ancorou o “TJ Brasil”, principal telejornal do SBT, por quase uma década, até 1997. Apresentou o “Jornal da Record” até 2005, e o “Jornal da Noite” da Band, de 2008 até 2016.

Polêmico, ele se orgulha de ser o primeiro âncora da TV a emitir opinião. Vide o episódio, de 2009, em que comentou sobre garis: “Que merda, dois lixeiros desejando felicidades do alto das suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho”.

O episódio lhe rendeu processos judiciais e muitas críticas.”Se eu me aposentar, sei que vou para o hospício no segundo mês”, afirmou, à imprensa, sobre parar de trabalhar

Cesar Alves/Globo

Sérgio Chapelin, 78

O jornalista e apresentador iniciou sua carreira na Globo em 1969 na apresentação do “Jornal Nacional”. Entre as décadas de 1970 e 1980, teve idas e vindas à frente do “Globo Repórter”, onde dá expediente fixo desde 2010.

Chico Pinheiro, 65

Perto dos demais veteranos desta lista, o apresentador do “Bom Dia Brasil” é praticamente um novato. Ele acumula 42 anos de jornalismo televisivo: entrou na Globo em 1977, depois passou pela Band e Record. Em 1996, foi convidado à Globo, já na posição de apresentador, inicialmente do “Bom Dia São Paulo” e como editor e um dos criadores do “Bom Dia Brasil”.

Das características como apresentador, Chico é conhecido pela simpatia e pelos bordões bem humorados, como “coragem, hoje é segunda-feira” e “graças a Deus, hoje é sexta-feira”.

William Bonner, 55

Caçula da lista, o jornalista está na bancada do “Jornal Nacional” há 23 anos. Ele começou há 34 anos na TV Bandeirantes, em São Paulo, e logo foi para a Globo. Já trabalhou no “SPTV”, “Fantástico”, “Jornal da Globo”, “Jornal Hoje” antes de entrar para o “JN”.

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