Salvação na responsabilidade
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Enquanto a Europa enfrenta a segunda onda do Novo Coronavírus, o Brasil permanece na primeira, pois não houve redução significativa das estatísticas e os casos voltaram a crescer muito rapidamente, justamente no final do ano, quando as pessoas organizam viagens, festas e reuniões de confraternização. Como até o momento as únicas defesas disponíveis são os cuidados, a prevenção e o distanciamento social, parece que foi justamente o relaxamento, causado pela exaustão das pessoas ou pela irresponsabilidade de muitos, que causa o crescimento dos números.

A pandemia global é reveladora do nível de organização dos países, de responsabilidade dos governantes e de disciplina de seus povos, explicitando o que sabemos: os países menores e mais desenvolvidos lidam melhor com as crises, nações maiores enfrentam muitas dificuldades, mesmo com boa infraestrutura, enquanto os grandes, mas considerados subdesenvolvidos, como o Brasil, revelam enormes dificuldades. Outros aspectos que interferem no resultado do combate à pandemia são as desigualdades sociais, que no Brasil são imensas, e a indisciplina dos povos, que também nos atinge em cheio.

Leia a coluna completa na versão impressa do JC.

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