Transição na pandemia
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A exemplo do que aconteceu na emancipação do Município de Palmital, em 1920, quando terminava a segunda onda da pandemia da gripe espanhola, a transição política-administrativa do centenário será em meio à pandemia do Novo Coronavírus. Com muitos doentes, sete mortos já contabilizados e muita dúvida na população, seja de empresários ou trabalhadores da iniciativa privada, é preciso que haja muito trabalho para evitar a proliferação da doença na cidade e bastante transparência para orientar a todos sobre a importância das medidas restritivas e dos cuidados que se deve adotar.

Com essa situação inusitada, não prevista, que provavelmente só será superada em meados do próximo ano caso tenhamos vacinas eficientes e disponíveis para todos, aumenta muito a responsabilidade da atual e da futura administração. Afinal, além da transição administrativa, de abrir todos os números, os contratos e as pendências existentes e naturais no andamento do serviço público, o prefeito que deixa o cargo e o que assume, assim como as atuais e futuras equipes da secretaria da saúde e da Santa Casa, devem manter estreita sintonia para que os trabalhos preventivos já realizados e os planejados sejam detalhados para que haja continuidade e, se possível, otimizados.

Leia a coluna completa na versão impressa do JC.

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