Vacina: esperança a longo prazo
Compartilhe

O início da vacinação contra a Covid-19, que já atende profissionais da saúde e idosos internados e os acima de 85 anos, traz a esperança de imunização e do fim das restrições impostas desde abril do ano passado, uma das mais longas da história. Entretanto, apesar das vacinas bem testadas e com eficiência avaliada em números porcentuais, não se deve considerar que haverá o milagre da erradicação da doença que, ao que tudo indica, veio para ficar. Outro aspecto a se considerar é que os vacinados devem manter o uso de máscaras e o distanciamento social, pois não se sabe se ainda podem transmitir o vírus.

Considerando que as vacinas adotadas pelo Brasil necessitam de duas doses para atingir a eficácia divulgada e que todos, incluindo os vacinados, ainda estão sujeitos à contaminação, as medidas de proteção individual e coletiva devem ser respeitadas e mantidas até que novos estudos possam alterar as regras recomendadas. Outra dúvida, que só será respondida com o tempo é o período de imunização que, ao que tudo indica, deve ser semelhante à vacina da gripe, de no máximo um ano, por se tratar de vírus semelhantes e que apresentam mutações recorrentes.

Leia a coluna completa na versão impressa do JC.

Compartilhe

Deixe uma resposta