A Polícia Civil de Santa Catarina encontrou no início da tarde de hoje (03/12) o corpo de Amanda Albach, 21. Ela estava desaparecida desde 15 de novembro, após sair do beach club P12 na praia de Jurerê Internacional, região nobre de Florianópolis.
O corpo foi encontrado enterrado na praia do Sol, em Laguna, no litoral catarinense, a 119 km da capital. A descoberta ocorreu após três amigos de Amanda serem presos ontem, em Canoas, no Rio Grande do Sul.
A Polícia Civil de Santa Catarina encaminhou o trio para Laguna, onde a investigação é conduzida, e um dos presos indicou a localização do corpo, disse o delegado Bruno Fernandes, da Delegacia de Investigação Criminal.
Os suspeitos não tiveram as identidades reveladas pela polícia, que também não informou se as defesas dos suspeitos já foram constituídas.
Suspeitos são amigos da jovem, diz advogado
Amanda era moradora de Fazenda Rio Grande (PR), município próximo a Curitiba, e foi passar o feriado da Proclamação da República com um casal de amigos em Imbituba (SC), no litoral sul catarinense. De acordo com o advogado da família, Michael Rodrigues Pinheiro, o trio preso é composto pelo casal que acompanhava Amanda na viagem e um conhecido que foi visto com a jovem no beach club P12, no bairro Jurerê.
O trio mora em Laguna, mas é natural de Canoas. Eles prestaram depoimento à Polícia Civil e, segundo o advogado que representa a família de Amanda, apresentaram contradições nas versões, o que levantou a suspeita das autoridades. A família descobriu que ela foi vista pela última vez saindo de uma balada na praia Jurerê Internacional. Os parentes analisaram imagens do estabelecimento e descobriram que ela compareceu ao local em 13 de novembro, durante uma festa que ocorria ao longo do dia.
Segundo a família, Amanda mandou uma mensagem de áudio para uma sobrinha, na noite de 15 de novembro, informando que iria pegar um carro por aplicativo para retornar ao Paraná. Os parentes não tinham certeza se a voz era, de fato, de Amanda e se ela retornaria ao Paraná partindo de Florianópolis ou de Imbituba.
Após a localização do corpo, a reportagem tentou contato novamente com o advogado da família, mas as ligações não foram atendidas.













