Adeus Ano Velho
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Contrariando o tradicional título do editorial da última edição de cada ano, depois de desejar por 26 vezes seguidas um Feliz Ano Novo aos nossos leitores, desta vez preferimos nos despedir do atípico ano de 2020, um dos piores da nossa história recente. Desde as primeiras notícias de um novo vírus circulando na China, muitos brasileiros, notadamente os mais conscientes e bem informados, passaram a se preocupar com a capacidade de reação e de enfrentamento a uma grande crise pelo nosso sempre contestado e ineficiente sistema público de saúde.

Com informações desencontradas e sem observar as medidas adotadas em países mais organizados, continuamos com a normalidade do cotidiano de trabalho, lazer, festas e eventos, principalmente o Carnaval, a maior festa popular do mundo. Presidente, governadores e prefeitos relutantes em definir regras claras de proteção pelo receio da impopularidade que as medidas restritivas poderiam causar, evitaram as responsabilidades que deveriam ser assumidas. Foi quando o então ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, tomou o protagonismo da crise e causou o acesso de ciúmes em nosso inseguro e, quem sabe, até imaturo presidente.

Leia a coluna completa na versão impressa do JC.

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