Adolescente é apreendido suspeito de matar namorada com tiro na cabeça durante ‘brincadeira’
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Segundo a polícia, jovem relatou que arma disparou e havia só uma munição. Vítima de 15 anos foi socorrida após o crime, no domingo (15), mas não resistiu aos ferimentos e morreu dois dias depois.

Um adolescente de 16 anos foi apreendido nesta terça-feira (17) suspeito de matar a namorada de 15 anos com um tiro na cabeça em Bauru (SP), na noite de domingo (15). O menor alegou à polícia que disparou contra a vítima durante uma “brincadeira”.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Eduardo Herrera, o adolescente contou aos policiais que ele e a namorada estavam na casa dele, no bairro Fortunato Rocha Lima, quando pegou a arma e apontou para a vítima o que, segundo ele, teria sido uma “brincadeira”.

No entanto, segundo o delegado, a arma disparou e a jovem foi atingida na cabeça. O adolescente relatou à polícia que não esperava que a arma fosse disparar porque ela teria somente uma munição.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, familiares que estavam próximos ao local ouviram o disparo e socorreram a adolescente até o Hospital de Base, onde ela ficou internada, mas não resistiu ao ferimento e morreu nesta terça-feira (17), dois dias depois.

Durante a tarde, a polícia cumpriu mandado de apreensão do suspeito, que vai responder pelo ato infracional de homicídio qualificado. O menor vai ficar detido em uma das unidades da Fundação Casa, à disposição da Vara da Infância e Juventude.

A arma do crime ainda não foi localizada pela polícia. Segundo o delegado, o jovem disse que jogou o revólver no chão após o crime e, como muitas pessoas passaram pelo local no dia, alguém pode ter levado.

O adolescente ainda disse à polícia que adquiriu a arma anteriormente porque se envolveu em uma briga e estava se sentindo ameaçado.

Agora, a Polícia Civil trabalha para localizar a arma e ouvir testemunhas sobre o crime. “Por enquanto não temos elementos de que foi diferente do que ele falou, se teria alguma situação anterior, outra motivação, violência doméstica, alguma briga entre eles”, completa o delegado.

FONTE: G1

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