CONECTIVIDADE. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento avançou com as discussões para ampliar o acesso à internet no campo. O Mapa consolidou a parceria com o Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações para definir as ações prioritárias que devem ser empreendidas para expandir a conectividade na área rural. 
 
PARCERIA. O Departamento de Inovação para a Agropecuária do MAPA estima que de 6% a 9% da agricultura brasileira tenha algum tipo de conectividade. Para ter um mapeamento mais exato sobre o gargalo de acesso à internet no país, o Ministério da Agricultura firmou uma parceria com a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/Piracicaba) da Universidade de São Paulo (USP) para a elaboração de um estudo inédito. 
CAMPO. Os participantes decidiram elaborar um manifesto com os principais pontos que impedem o desenvolvimento de infraestrutura de comunicação no país. Entre as reivindicações colocadas na carta está a aprovação de projetos de lei que estão parados no Congresso Nacional e que, se aprovados, poderiam flexibilizar o uso de recursos de alguns fundos para investimento em infraestrutura de conectividade no campo.
MAIS COOPERATIVO. Para fortalecer o cooperativismo rural brasileiro, o ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento lançou o programa Brasil Mais Cooperativo. Além dessa iniciativa, foi assinada uma portaria que amplia o acesso das cooperativas à emissão da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) e uma proposta de decreto que cria o Selo Biocombustível Social. O objetivo é beneficiar cerca de 1,6 mil cooperativas em atividade no país. A ministra Tereza Cristina assinou as três medidas no fim da manhã e disse que é para “tirar da pobreza, da desinformação, da falta de tecnologia os pequenos proprietários rurais do Brasil”.

ARGENTINA. Pela primeira vez em 20 anos, a colheita de milho supera a de soja, noticiou o jornal argentino Clarin, o governo projetou que a produção de milho superará pela primeira vez em 20 anos a da soja, que marca uma nova era para a agricultura argentina. De acordo com a última atualização do relatório da Secretaria do Agronegócio, um recorde de 57 milhões de toneladas de cereais contra as 55,6 milhões de toneladas da oleaginosa esperado para a safra de 2018/19.
PARAGUAI. O portal paraguaio El Agro noticiou que, a carne bovina paraguaia comercializada no mercado mundial no final de junho foi de US $ 4.149 por tonelada, valorização de 6,03% em relação à última referência de maio que estava em US $ 3.913 por tonelada. No total, 20.897,89 toneladas foram exportadas em junho, cerca de 4.680,3 toneladas a mais do que em maio.
 
CAPITALISMO. Para debater os desafios do capitalismo, o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV IBRE) e o Comitê para o Desenvolvimento do Mercado de Capitais (Codemec), realizam, no próximo dia 15 de julho, o II Rio Money Forum. Estarão presentes ao encontro autoridades, economistas, representantes de instituições financeiras e especialistas do setor. A Sociedade Nacional de Agricultura (SNA) também participará do evento. A palestra de encerramento do fórum será proferida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.
TRIGO. O plantio do trigo no Rio Grande do Sul tem avançado na semana passada, alcançando 88% da estimativa inicial, que é de 739,4 mil hectares. Deste total, 97% estão em germinação e desenvolvimento vegetativo. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar, a cultura está em final de implantação na regional de Ijuí, que corresponde a 30% da área cultivada no Estado e engloba os Coredes Alto Jacuí, Celeiro e Noroeste Colonial, restando pequenas áreas a serem semeadas.
 
LIVRE-COMÉRCIO. O portal Agrolink noticiou que o presidente da Argentina, Maurício Macri, afirmou que os nossos vizinhos podem se unirem ao Brasil para fechar um acordo de livre comércio com os Estados Unidos. O mandatário argentino, no entanto, não deu detalhes sobre o possível acordo. “No ano que vem, temos na agenda a Coreia e também estamos falando com o Brasil por um acordo de livre-comércio com os Estados Unidos. Se abre para nós um mercado de 500 milhões de consumidores”, afirma Macri. 

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