Bombeiros continuam buscas a vigilante noturno desaparecido no rio Pary-Veado
Compartilhe

O Corpo de Bombeiros continua as buscas pelo vigilante noturno Orlando Bueno, de 56 anos, que desapareceu nas águas do Pary-Veado na noite de domingo. Ele estava pescando acompanhado de um casal quando caiu no rio e submergiu no trecho entre o reservatório da usina hidrelétrica e o distrito de Sussuí, não sendo mais avistado. O caso, que mobiliza equipes das unidades de bombeiros de Cândido Mota e Assis, foi inicialmente registrado pela Polícia Militar e está sendo acompanhado pela Polícia Civil.

 

Após um trabalho preliminar de demarcação da área a ser trabalhada, as buscas foram iniciadas na manhã desta segunda-feira por equipe do Corpo de Bombeiros de Cândido Mota, com apoio de mergulhadores da unidade de Assis. Os bombeiros estão fazendo a varredura na superfície, com uso de embarcação, e dentro da água no trecho do Pary-Veado onde ocorreu o desaparecimento, além de procurar em localidades mais abaixo no curso d´água.

 

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, a previsão é de que o trabalho seja realizado ininterruptamente até a localização de Orlando. Porém, as ações podem ser suspensas caso as equipes considerem que não há condições de segurança, como a baixa visibilidade, para as buscas. Com isto, a operação pode ser interrompida à noite e, caso isso ocorra sem a localização do pescador, atividades devem ser retomadas na manhã desta terça-feira.

 

Orlando desapareceu por volta das 22h30 no trecho do Pary-Veado que passa pelo bairro rural da Água das Anhumas. Conforme relatos das testemunhas aos policiais militares que atenderam à ocorrência, o vigilante teria tentado arrumar uma vara de pescar no barranco em que estava e se desequilibrou, caindo no rio. Eles informaram que, com auxílio da lanterna, viram-no dentro da água descendo a correnteza e submergindo, não retornando mais à superfície.

 

Após o desaparecimento, o casal acionou a PM e o Corpo de Bombeiros, que fizeram buscas pelas imediações do local, que é de difícil acesso, mas não conseguiram localizar o vigilante. Orlando, que é casado e tem uma filha, foi locutor e teve programa até 2016 na Rádio Regional, além de ter participação em corais da comunidade católica e integrar a Companhia das Três Ilhas na Festa de Santos Reis. O JC segue acompanhado o caso e fará atualizações desta notícia.

Compartilhe

Deixe uma resposta