Homem sequestra e estupra enteada de 11 anos por vingança
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Um caseiro de 39 anos foi preso nesta quinta-feira (26) por suspeita de sequestrar e estuprar a enteada, de 11 anos, para vingar o fim do relacionamento de oito anos com a mãe da vítima, de Suzano.

Nesta quarta-feira (25), a mãe da criança, uma caseira de 37 anos, procurou a polícia para registrar um boletim de ocorrência do sequestro da filha de 11 anos.

Ela contou para a polícia que vivia com o suspeito há oito anos, mas o caseiro não aceitava o fato de ela trabalhar e, por isso, eles brigavam constantemente e ele, inclusive, já havia sido preso pelas agressões.

Ainda segundo o relato da caseira à polícia, o casal discutiu de novo nesta quarta e o suspeito a agrediu, foi até a escola onde a enteada estuda e retirou a menina, porque ele tinha autorização para buscá-la.

Desde então, o caseiro começou a fazer contato com a companheira dizendo que não iria devolver a menina. A vítima, de 11 anos, segundo o boletim de ocorrência, avisou aos familiares por mensagens que o padrasto estava ameaçando a estuprar e matar.

Segundo o relato da mãe da vítima, nesta quinta-feira o suspeito foi até a casa da mãe dela – avó da vítima – dizendo que a criança não era bem cuidada, e que era melhor a menina ficar sob os cuidados da avó.

“A minha mãe começou a brigar comigo, mas eu não entendi, porque nessas horas você precisa do apoio da mãe. Depois a minha mãe conseguiu me ligar e dizer que ele estava lá e que ela estava fazendo o jogo dele. Mas ele chegou lá dizendo que sabia que eu estava na polícia e que, se a polícia aparecesse, ele iria matar todo mundo”, conta a caseira.

As equipes da polícia foram até o local à paisana e conseguiram deter o suspeito, que chegou a fazer o sogro refém. “A minha filha foi levada para a casa da minha mãe. Ela foi abusada, mas eu não sei o grau. Ele disse que levou ela para um motel no Brás”, relata a vítima.

O suspeito foi levado para a Delegacia da Mulher de Suzano, onde o caso é registrado. A vítima passa por exames no hospital Pérola Byington, na capital paulista.

Fonte: G1

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