Mudanças sem renovação
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“…são os mesmos grupos políticos, até com repetição de candidatos…”

Entramos definitivamente na reta final das campanhas para as eleições municipais de 2020, um ano atípico, muito diferente de todos devido à pandemia do Novo Coronavírus, que também modificou a forma e encurtou o tempo dos candidatos se apresentar ao eleitorado. Sem passeatas, reuniões e até os tradicionais comícios públicos, aqueles que se tornam espetáculos que podem interferir mais rapidamente nas intenções de votos, faltam opções para todos. Com pouca exposição, quase que restrita às redes sociais e às visitas domiciliares, o que mais conta são os nomes, o conhecimento e a popularidade individual.

Em Palmital, por exemplo, com o maior número de candidatos de sua história política, de cinco pretendentes, sobram nomes e falta empolgação, pois a cidade mantém sua rotina e apenas as visitas e as bandeiras nas ruas, além do aumento das manifestações nas redes sociais, indicam que existe uma disputa pelo poder. Partindo do raciocínio de que o eleitorado pode se dividir muito entre todos, se pode inferir que o atual prefeito, que busca a reeleição com a caneta em punho, pode se beneficiar, mas até essa lógica desaparece quando já se percebe a mesma polarização das duas eleições anteriores.

Leia a coluna completa na versão impressa do JC.

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