O saldo da festa

“…realização de festas públicas, populares ou eruditas, é uma das obrigações dos governos…”

Em sua 32ª edição na contagem atual, uma vez que os eventos Faipal – Feira Agropecuária e Industrial de Palmital -, realizadas pelo então prefeito Albino Rainho entre o final dos anos de 1960 e início dos anos de 1970 não são computados, as discussões sobre as festas se repetem há quase 60 anos.

A grande maioria da população que aprova e participa do evento garante o apoio e a presença, enquanto a pequena parcela que reprova e não participa, ou que pertence a outra ala da política municipal, prefere criticar e fazer comparações sem muito sentido lógico, apenas para praticar o contraditório.

A realização de festas públicas, populares ou eruditas, é uma das obrigações dos governos municipais, estaduais e federal para garantia da manutenção das manifestações culturais, da preservação da identidade dos povos e de incentivo às relações sociais e comunitárias.

Os eventos realizados ou apoiados pelos poderes públicos podem ser de caráter comercial, industrial, musical, folclórico, gastronômico, cívico ou até mesmo religioso, como forma de preservação das tradições do passado ou de incentivo ao desenvolvimento de atividades produtivas, culturais ou de entretenimento.

Independente da realização ou não de festas e eventos, governos e prefeituras devem manter as finanças equilibradas e garantir o atendimento a todas as áreas da administração pública, como acontece atualmente em Palmital, que têm as contas aprovadas e recentemente anunciou o primeiro superavit financeiro em mais de uma década.

Portanto, a realização da Festa do Peão, com receita própria oriunda de patrocinadores e da comercialização de camarotes e de espaços de expositores, estacionamento, parque de diversões e praça de alimentação, também ativa o turismo e aquece os setores de comércio e serviços da cidade.

As poucas manifestações críticas aos eventos públicos, com exceção daquelas de fato construtivas, com o objetivo de oferecer sugestões, tem muito mais motivação política partidária do que defesa dos interesses coletivos.

Quem de fato tem amor pela sua cidade, entende que a realização de eventos populares ou cívicos independe de quem esteja no comando do poder público e concorda que as festas e comemorações são importantes e fazem parte do cotidiano do povo que trabalha, produz e paga impostos, sabe que o saldo da exposição e da divulgação do nome da cidade é sempre muito positivo.

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Cláudio Pissolito

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