Polícia Civil busca homem que comia e servia carne de cachorro para vizinhos
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A Polícia Civil procura um homem de 19 anos que teria matado, assado, comido e oferecido carne de cachorro para os vizinhos no bairro Alto Boqueirão em Curitiba. Na casa do rapaz, que já tem passagens policiais por lesão corporal e violação de domicílio e tem problema com drogas, foi encontrado dentro do forno, a carcaça do animal que pesaria 45 kg. Caso venha a ser preso, ele irá responder por maus-tratos.

 

A denúncia chegou à Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) segunda-feira (03/08) por uma pessoa dizendo que um homem estaria oferecendo carne de cachorro para consumo no bairro. Segundo a polícia, os vizinhos pensavam ser carne de porco.

 

Na manhã desta quinta-feira (06/08), investigadores da DPMA foram ao local, onde os policiais encontraram marcas de sangue nas escadas que dão acesso para a residência. “Não localizamos o indivíduo, mas notamos um cheiro muito forte. Ao abrirmos o forno e localizamos o animal assado”, relata o delegado Matheus Laiola que conduz a investigação.

 

 

REVOLTANTE

Apesar de estar acostumado a ver animais maltratados nos casos em que investiga, o delegado ficou revoltado com o que encontrou. Além disto, tem consciência de que mesmo preso o homem ficará em liberdade em pouco tempo. “ É revoltante a gente ver isto e saber que ele nem ficará muito tempo na delegacia. Vai assinar um termo circunstanciado e nem fiança vai pagar. Isto deixa a gente chateado e revoltado”, lamenta Laiola.

 

Essa não é a primeira vez que a DPMA investiga um caso de consumo de carne de cachorro. Em dezembro de 2019, a unidade da Polícia Civil do Paraná descobriu uma rinha de cachorros na cidade de Mairiporã, na grande São Paulo. Com o apoio da polícia paulista, a chácara onde havia a rinha foi desbaratado e os investigadores encontraram carne de cachorro sendo assada na churrasqueira. De acordo com a investigação, os animais que morriam lutando no ringue eram assados e a carne oferecida aos apostadores das brigas.

Fonte: Tribuna do Paraná

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