Prevenção a abuso de menores é tema de palestra no Cras do bairro São José
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Atividade foi realizada pelas secretarias de Saúde e Assistência Social; Conselho Tutelar fez apresentação a beneficiários de programas sociais

 

Saúde jC
Palestra foi realizada na tarde de quinta-feira da semana passada

 

Escolas, projetos e entidades assistenciais de Palmital realizaram durante a semana passada atividades de orientação e prevenção à violência contra menores. As ações fizeram parte das comemorações do Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes (18 de maio), que simboliza a memória à menina Araceli, de 8 anos, que foi raptada, estuprada e morta em Vitória (ES) em 1973. A data marca a luta para despertar na sociedade a importância de garantir a dignidade e a integridade física, psicológica e social na infância e juventude.

Uma atividade importante foi realizada na tarde de quinta-feira no Centro de Referência em Assistência Social (Cras) Emilio Valério Neto, no bairro São José. A roda de conversa promovida pelas secretarias de Saúde e Assistência Social contou com a participação de integrantes do Conselho Tutelar de Palmital e recebeu público de aproximadamente 50 pessoas que são atendidas pelos programas Renda Cidadão e Ação Jovem.

A palestra, ministrada pelas conselheiras tutelares Cibele Scalada, Benadete Amatti, Bianca Campos e Márcia de Oliveira transmitiu informações sobre os direitos e os deveres previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O evento abordou os mecanismos para proteção à infância e à juventude e serviu para fazer orientações sobre a campanha que tem como objetivo prevenir abusos sexuais na sociedade atual.

As conselheiras tutelares destacaram a importância dos adultos saberem identificar comportamentos que indicam que crianças e adolescentes estão sendo vítimas de abusos sexuais ou mesmo de violência, fatores que comprometem a garantia do pleno desenvolvimento psicossocial. Dentro da campanha de prevenção, que tem como símbolo a flor amarela, os participantes também foram orientados a denunciar situações de abuso sexual e até mesmo de violação aos direitos humanos.

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