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RUA DA CONFUSÃO

O trecho final, ou inicial, da Rua Manoel Leão Rego, a partir do Jardim das Flores, deveria ser batizado Alameda da Confusão, pois além da falta da sequencia numérica, existe também mudança de lado para números pares e ímpares. Até dois imóveis com o mesmo número, 95, um deles justamente o do JC, ajuda a complicar a vida dos moradores e, principalmente, dos carteiros e entregadores de encomendas.

 

MAIS CONFUSÃO

Não é apenas a Manoel Leão Rego que começa com um nome, muda para outro e termina como Avenida Anchieta. A rua que sai de frente à antiga estação de trens já possui quatro nomes diferentes. A primeira quadra como Rua XV de Novembro, a segunda como Praça da Matriz e Praça da Bandeira e, finalizando, como Rua Padre Martins. Por enquanto, até a rua prolongar e resolverem homenagear outra pessoa.

 

MAIS PLACAS QUE PRAÇA

A velha e surrada Praça da Matriz também é exemplo da imaginação, ou falta dela, de quem batiza os logradouros públicos. Na mesma quadra temos Rua Manoel Leão Rego, Rua Sete de Setembro e Rua Vereador Clóvis, além da Praça da Matriz, Praça da Bandeira, Praça Coronel José Machado e a Praça Alzira Rett Rego, pois cada um que faz uma reforminha coloca uma placa e inaugura. Mas continua feia e pelada.

 

SONHO FRUSTRADO

Um projeto de lei, já repetido várias vezes, foi apresentado na Câmara Federal prevendo a prorrogação em dois anos dos mandatos dos atuais prefeitos e vereadores, o que encheu de esperanças aqueles sem expectativa de se manter no cargo. A idéia, como sempre, era a coincidência dos pleitos nacional, estadual e municipal, mas a esperança foi enterrada pelo presidente da casa, que mandou a ideia e o projeto para arquivo.

 

IDÉIA MALUCA

O plano de eleições unificadas, de presidente até vereador, é mais uma maluquice de quem foge do julgamento popular. Se nas eleições nacionais os governadores e deputados estaduais ficam meio esquecidos pelos eleitores, que se concentram mais no presidente, caso sejam incluídos prefeitos e vereadores haverá mais votos nulos que válidos. Se é difícil escolher seis candidatos numa eleição, votar em oito nomes é missão quase impossível.

 

PROMESSA É DÍVIDA

Durante comentários nos bastidores da Câmara Municipal de Palmital sobre a possibilidade de prorrogação dos mandatos dos atuais cargos municipais, o vereador Rodolfo Mansoleli foi claro e objetivo. Ele disse que renunciaria ao cargo, pois foi eleito para quatro anos e não aceitaria o absurdo de permanecer seis anos sem aval dos eleitores. Caso a prorrogação venha ocorrer, é preciso cobrar a promessa do vereador.

 

SUCESSÃO NA ETEC

Depois de 14 anos da Etec em Palmital, muito bem dirigida pelo professor-diretor Randal Ortiz, que deixa o cargo por promoção, três candidatos concorrem à sucessão em campanha acirrada, até com Boletim de Ocorrência na Delegacia. Simone Ronqui Oliva obteve 37% dos votos, Rafael Pepece Júnior alcançou 33,7% e Isaque Katahira 29,1%. Eles formam a lista tríplice para escolha pela direção do Instituto Paula Souza.

 

CARGO POLÍTICO

O cargo de diretor de escola, seja de Etec ou Fatec, dirigidas pelo Instituto Paula Souza, é de livre escolha da direção da entidade, que parte de uma lista tríplice enviada pela unidade para fazer a escolha. Nas escolas onde tem mais candidatos, os três mais votados é que participam do processo de escolha. Como em Palmital foram apenas três, qualquer um deles pode ser o escolhido para comandar a escola.  

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