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FELIZ ANO NOVO

Depois de dois meses de muitas viagens e festas seguidas de ressacas, que começaram no Natal e terminaram no carnaval, finalmente 2019 começa de verdade para todos, principalmente para os endividados. É hora de começar a trabalhar, fazer hora extra, encarar uns bicos e tentar pagar as contas vencidas e a vencer. IPTU, IPVA, INSS e o fiado do churrasco e da cachaça devem pesar no orçamento daqueles que gastam mais do que ganham. Feliz Ano Novo a quem dele puder usufruir.

 

CARNAVAL DURANGO

O carnaval iniciado em 1º de março, que acabou empurrando o quinto dia útil do mês, sagrada data do “pagório”, para o dia 12, deixou muitos foliões em estado de penúria financeira. Mas, como com dinheiro ou sem dinheiro é possível beber até cair, os amigos e o santo fiado ajudaram a garantir a festa de muita gente, para desespero e expectativa dos credores que não tem a certeza do recebimento conforme o combinado. Beber e festar é só começar, difícil é pagar.

 

CINZAS ESQUECIDAS

Tanto a quarta-feira de Cinzas, que levava hordas de católicos às igrejas para a purificação dos pecados da carne praticados no carnaval, assim como o período da Quaresma, de 40 dias até a Páscoa, estão sendo esquecidos pela população em geral e até por alguns religiosos. As novas gerações não se atêm aos dogmas e rituais e são poucos que ainda fazem jejum ou buscam a remissão dos pecados. Muitos aproveitam o dia de Cinzas do Lanchódromo.

 

CONCORRÊNCIA FORTE

Parece que a redução da afluência às igrejas após o carnaval se deve ao aumento do número de participantes de retiros espirituais e acampamentos religiosos, evangélicos e católicos. Somando os frequentadores das praias, dos acampamentos e dos encontros, é muito provável que o número ultrapasse bastante o da frequências dos carnavais entre Assis e Ourinhos, pois todos tiveram certa redução de público. Padres e pastores vencem carnavalescos.

 

PROFISSÃO REPÓRTER

Quem viu a foto do cachorro naquela indefectível pose de defecar na grama, que ilustrou a reportagem publicada pelo JC no último sábado, sobre a polêmica dos animais que sujam espaços públicos e privados, não deve imaginar que foi tudo combinado entre cão e repórter. E muito menos que o JC tenha oferecido laxante ao animal, pois tudo se resumiu ao esforço do repórter em perseguir o bicho pelas ruas, até ele decidir colaborar com a laboriosa imprensa nativa. Tudo pela profissão.

 

PEDRADA PEDAGIADA

O desmoronamento de pedras gigantes na serra de Echaporã, na estrada de ligação com Assis, agora privatizada à concessionária Entrevias, que já está cobrando seu sagrado pedágio, serve de alerta para que se inclua a contenção das encostas nas obrigações da empresa. Afinal, todos já estão pagando para trafegar na rodovia em obras e com um enxame de radares para multar. Só falta um veículo ser atingido por uma pedrada na estrada pedagiada.

 

VETO SUSPEITO

O governador João Dória vetou o projeto de Lei do deputado Ricardo Madalena, aprovado pela Assembléia Legislativa, que proíbe a manutenção de mensalidade no serviço eletrônico de cobrança de pedágio. Depois que a CCR do Paraná confessou que pagava propina ao governador Beto Richa e se dispôs a reduzir o valor do pedágio em 30% naquele Estado, qualquer defesa de concessionárias ou empresas periféricas se torna suspeito.

 

LEGISLATIVO CARNAVALESCO

Mesmo em plena semana de carnaval, a Câmara Municipal de Palmital realizou sua primeira sessão legislativa do mês, facilitando a meta de uma a cada quinzena. A reunião foi não convocada para a tradicional segunda-feira, véspera da terça gorda de carnaval, e também não se realizou na quarta-feira de Cinzas, dia de jogo do Palmeiras na Libertadores. Mesmo com jeitinho, não passou do carnaval, com requerimentos e indicações interessantes.  

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