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PALMITAL CENTENÁRIA

Para comemorar o Centenário de Palmital, em abril de 2020, além da tradicional Edição Especial, o JC vai publicar um livro de luxo, capa dura, com a história da cidade. O projeto ousado, sem recursos públicos, deverá produzir mais de 250 páginas com a história e muitas ilustrações que fazem parte do nosso rico acervo, oferecendo mais um importante serviço de utilidade pública cultural, educacional e jornalística.

 

TÍTULO DEFINIDO

O livro do Centenário de Palmital já tem título definido: Palmital 100 anos – Dos picadões à internet -, indicando a abordagem desde os tempos da colonização até os dias atuais. As famílias dos pioneiros do município terão páginas exclusivas, assim como as empresas patrocinadoras. Trabalho será produzido e coordenado pelo jornalista Cláudio Pissolito com os mais modernos recursos de editoração eletrônica e tratamento de imagens.

 

CADASTRO ANTECIPADO

Os familiares dos descendentes dos pioneiros de Palmital, principalmente daqueles que receberam os títulos de posse e foram a Aparecida do Norte para agradecer, devem fazer o cadastro e passar os dados para antecipar o trabalho. Famílias influentes no comércio, indústria, prestação de serviços e na política municipal também podem ser incluídas com páginas exclusivas. É a oportunidade de entrar de vez para a história da cidade.

 

SEM FOGOS

Lei de Paraguaçu Paulista proíbe a soltura de fogos e artifício com estampidos, liberando apenas os de efeito visual. Em Palmital, projeto de lei da vereadora Christina Amaro tramitando na Câmara propõe algo semelhante, com definição exata dos decibéis para o ruído, o que é difícil de medir. Pode ser o fim dos rojões do aniversário, dos peões, do futebol, dos casamentos e dos santos. Centenário sem rojão.

 

BALNEÁRIO RESSUSCITADO

Entre as propostas do prefeito Ronqui para investimento dos R$ 10 milhões que pretende captar junto à Caixa está a aquisição de área às margens do Paranapanema para implantação do Balneário Municipal. Entretanto, pelo que temos registrado no JC, a área institucional de um loteamento que não foi realizado até recebeu serviços de compactação do solo para o Balneário na gestão do prefeito Beto Leão. Poderia ressuscitar o projeto.

 

MAIS PATRIMÔNIO

Outra informação relevante neste aniversário de 99 anos de Palmital é que uma área próxima à usina Canoas II, de onde foi retirado material para construção da barragem, também deveria ser passada à Prefeitura. Trata-se do local usado para trilhas de Jipeiros e das gaiolas, mas que nunca foi de fato entregue à Prefeitura. Essa informação consta no RIMA – Relatório de Impacto ao Meio Ambiente, para construção da hidrelétrica.

 

REGISTRO ETERNO

O grande valor da comunicação impressa está em manter os registros para a posteridade e se tornar fonte de consulta em qualquer época, já que as notícias são perpetuadas em material físico, o papel. Não por acaso, com muita frequência surgem pessoas buscando informações sobre notícias veiculadas há mais de 20 anos e que só podem ser encontradas nos arquivos de jornal. A internet é abrangente e rápida, mas só o jornal perpetua.

 

ÁGUA SUJA

Depois de quase 100 anos consumindo água considerada de excelente qualidade, captada das minas do Horto Florestal e dos poços artesianos, surgiu uma pesquisa que jogou pesticida em nossas torneiras. Segundo estudos do Ministério da Saúde, a água de Palmital teria a presença de 27 tipos de agrotóxicos, assim como em um de cada quatro municípios brasileiros. Água boa mesmo só no Amazonas, Pará, Amapá e Acre.

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Este post tem um comentário

  1. Iracema Pinto Cardozo

    Como faco para patrocinar o livro centenario?

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