Rede social espiona usuários
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O Snapchat é uma das redes sociais mais usadas em todo o mundo, mas acusações graves divulgadas nesta quinta-feira (23) podem manchar a imagem da empresa. Funcionários teriam usados ferramentas internas da companhia para espionar usuários, tendo acesso a fotos, vídeos, localização e outros dados confidenciais.

Segundo a reportagem exclusiva do site Motherboard, alguns colaboradores do Snapchat abusaram de seus acessos privilegiados para invadir a privacidade dos usuários do aplicativo. Dois ex-funcionários contaram que a prática ocorreu há vários anos.

Dentro do Snapchat, alguns profissionais tinham acesso a ferramentas internas que lhes forneciam informações confidenciais de quem usa o aplicativo, como localização, Snaps salvo, números de telefone, endereços de email. Os sistemas estariam relacionados a resolução de problemas, cumprimento de políticas internas, entre outros objetivos legítimos.

Segundo as fontes entrevistadas e com base em emails internos do Snapchat, uma das ferramentas, chamada SnapLion, foi criada para coletar facilmente dados sobre usuários que tivessem envolvidos em alguma ordem judicial ou intimação. Diversos departamentos, como o de “Spam e Abusos”, “Operações do Cliente” e o departamento de segurança tinham acesso ao SnapLion.

No entanto, indo na contramão da política do Snapchat, alguns funcionários abusaram desses acessos para fins de trabalho. Segundo o site Motherboard, um dos exemplos descobertos foi um colaborador que usou a plataforma para procurar um endereço de email que não tinha nada a ver com processos judiciais.

Não se sabe exatamente por quanto tempo as informações dos usuários foram acessadas e nem o real objetivo.

Em resposta as denúncias, o Snapchat reforçou que a prática é inaceitável.

“Proteger a privacidade é fundamental no Snap. Mantemos muito poucos dados de usuários e temos políticas e controles robustos para limitar o acesso interno aos dados que temos. Acesso não autorizado de qualquer tipo é uma clara violação dos padrões de conduta comercial da empresa e, se detectado, resulta em rescisão imediata”, disse um porta-voz da empresa ao site.

Dentro do Snapchat, alguns profissionais tinham acesso a ferramentas internas que lhes forneciam informações confidenciais de quem usa o aplicativo, como localização, Snaps salvo, números de telefone, endereços de email. Os sistemas estariam relacionados a resolução de problemas, cumprimento de políticas internas, entre outros objetivos legítimos.

Segundo as fontes entrevistadas e com base em emails internos do Snapchat, uma das ferramentas, chamada SnapLion, foi criada para coletar facilmente dados sobre usuários que tivessem envolvidos em alguma ordem judicial ou intimação. Diversos departamentos, como o de “Spam e Abusos”, “Operações do Cliente” e o departamento de segurança tinham acesso ao SnapLion.

No entanto, indo na contramão da política do Snapchat, alguns funcionários abusaram desses acessos para fins de trabalho. Segundo o site Motherboard, um dos exemplos descobertos foi um colaborador que usou a plataforma para procurar um endereço de email que não tinha nada a ver com processos judiciais.

Não se sabe exatamente por quanto tempo as informações dos usuários foram acessadas e nem o real objetivo.

Em resposta as denúncias, o Snapchat reforçou que a prática é inaceitável.

“Proteger a privacidade é fundamental no Snap. Mantemos muito poucos dados de usuários e temos políticas e controles robustos para limitar o acesso interno aos dados que temos. Acesso não autorizado de qualquer tipo é uma clara violação dos padrões de conduta comercial da empresa e, se detectado, resulta em rescisão imediata”, disse um porta-voz da empresa ao site.

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