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Médica veterinária de Itapetininga (SP) afirma que é importante compreender os cuidados que cada espécie precisa antes de adquirir algum bichinho ‘diferente’.
Há quem prefira cães; outros são fãs dos gatos. Mas você já pensou em ter um animal não convencional? Em Itapetininga (SP), alguns moradores precisaram se adaptar para cuidar de alguns bichinhos “diferentes”, como ovelhas, marrecos, gansos e ratos.
A médica veterinária Renata Furlan Pereira de Souza explicou que antes de adquirir qualquer animal não convencional, é importante compreender os cuidados que cada espécie precisa.
Ela afirma que os bichos têm características diferentes, como o tempo de vida, rotina e alimentação, por isso é necessário ter boas orientações para que eles consigam se sentir confortáveis.
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Yeda Kassapian, de 20 anos, tem uma ovelha em casa. Ela conta que nunca pensou em ter o animal, mas o desejo pelo bichinho surgiu quando ele foi rejeitado pela mãe ainda no nascimento.
A ovelha Dianabol tem três anos e convive com outros dois cachorros: um pinscher enciumado e um vira-lata que adorou a nova “irmãzinha”. De acordo com a tutora, foi preciso adaptar o ambiente residencial e criar um espaço para ela no quintal.
“Construímos uma casinha para ela, fizemos um cercadinho e mantemos o mesmo cuidado de uma criança. Ela acorda e dorme cedo, toma três litros de leite por dia, brinca e explora o ambiente onde está, mas a maior parte do tempo a Diana está cochilando, comendo ou andando por todos os cômodos da casa.”
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Este tipo de bicho pode chegar a pesar cerca de 150 quilos e é uma espécie que mastiga o tempo inteiro, pois possui quatro estômagos. A dieta precisa ser balanceada e rica em folhas ou capins para facilitar a digestão, segundo a veterinária.
Ainda de acordo com a especialista, é importante se atentar às vacinas e vermifugações para não haver risco de contaminação.
Já para os fãs dos pequenos roedores, a veterinária esclarece que a expectativa de vida desse bichinho não é longa, limitando-se em até quatro anos. Ela afirma que, embora eles sejam o terror para muitas pessoas, os roedores e ratinhos de laboratório são animais extremamente dóceis, inteligentes e higiênicos.
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“O ambiente deve ser limpo, com caminha e forro na gaiola. O forro pode ser de tecido ou areia, mas sempre é necessário ter uma toca, pois eles adoram se esconder”, orienta Renata.
Além disso, por serem roedores, os dentes precisam ser desgastados pois crescem continuamente.
“A alimentação deve ser feita com ração de qualidade, legumes, verduras, água e é importante a atividade física para eles poderem se movimentar. São boas opções as casas com escadinha ou rodinha, além de brinquedinhos”, diz.
Ana Laura Vieira Rodrigues é tutora de três ratinhos de laboratório, mas além dos roedores, ela e o noivo têm em casa três galinhas, um gato, três cachorros e um canário.
“Todos eles se dão muito bem e brincam juntos, mas nós sempre estamos por perto. Não sei se é porque são bebês, mas já estão acostumados”, relata Ana Laura.
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Para um outro casal de Itapetininga, as adaptações com os animais foram um pouco mais intensas, já que eles possuem três gansos e oito cães em casa.
“A princípio, a vontade de ter um ganso veio pelo fato de morarmos em uma casa que possui área verde ao redor e alguns escorpiões já apareceram”, conta Patrícia Gabriely dos Santos Oliveira.
Ela afirma que gansos têm hábito de conviver em grupo, mas os cães da família ainda não se adaptaram com uma outra espécie em casa. Por isso, os animais são criados separadamente até que os gansos fiquem maiores e sejam mais resistentes.
“Adoramos animais e só não temos mais, porque priorizamos muito a atenção com os bichinhos. Sempre que podemos, estamos com eles e aproveitamos o tempo da melhor forma.”
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Assim como eles, Isabella Siqueira também resolveu adotar uma ave e acolheu um marreco dentro de casa.
“Além da marreca Woody, tenho um cachorro e três gatos, mas a interação deles é bem engraçada. Todos têm ciúme uns dos outros, inclusive a marreca, que vai para cima de todos eles”, conta Isabella.
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Com a chegada da Woody, a rotina e o espaço da casa foram adaptados. “Como já tínhamos um pedaço de terra no quintal, precisamos apenas colocar tela no local, construir uma casinha para ela dormir e comprar uma banheira”, explica.
De acordo com a veterinária, aves desse tipo são resistentes, mas é preciso sempre ter alguma fonte de água, como lago ou tanque para eles se refrescarem, porque é o habitat natural.
A alimentação pode ser feita com folhas verdes picadas bem finas e não muito fibrosas, pois muitas fibras podem atrapalhar o trato digestivo. Ração com grãos de trigo, arroz e aveia ou cenoura, brócolis, espinafre, agrião, rúcula e beterraba, também podem alimentar as aves. Alface, repolho, couve e capim de cavalo são alimentos que devem ser evitados.
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FONTE: G1
Essencial na mesa da família brasileira, o preço do arroz disparou nos supermercados brasileiros, sobretudo nas últimas semanas. Um pacote de cinco quilos, normalmente vendido a cerca de R$ 15, agora chega a custar R$ 40.
Levantamento feito pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, mostra que a alta do arroz chega a 100% em 12 meses. E não há alívio no bolso do brasileiro no horizonte. Produtores e especialistas dizem que os preços devem continuar subindo nos próximos meses.
Bolsonaro pediu “patriotismo” aos supermercados
Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro pediu “patriotismo” aos supermercados para segurar os preços de itens da cesta básica. “Estou pedindo um sacrifício, patriotismo para os grandes donos de supermercados para manter na menor margem de lucro”, disse.
Em resposta, a Apas (Associação Paulista de Supermercados) informou que os aumentos são “provenientes dos fornecedores de alimentos, que são provenientes de variáveis mercadológicas como maior exportação, câmbio e quebra de produção”.
De fato, os supermercados são apenas a ponta da cadeia. O encarecimento do arroz vem das etapas anteriores. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz), o produto comprado dos produtores pelas indústrias ficou 30% mais caro só em agosto.
Assim como outros produtos da cesta básica, como óleo de soja e feijão, a alta do arroz está ligada à valorização do dólar, que torna as exportações mais lucrativas para os produtores.
Além disso, a safra de arroz neste ano caiu, ao mesmo tempo em que a procura no país pelo produto cresceu durante a pandemia do novo coronavírus. “Com o isolamento, as famílias passaram a consumir mais cereal, num ano de menor oferta, então o preço foi subindo”, afirmou Ivo Mello, diretor do Instituto Rio-grandense do Arroz (IRGA).
Dólar alto favorece exportações
O principal motivo da alta de preços do arroz é o dólar, de acordo com o economista Fábio Silveira, sócio-diretor da MacroSector Consultores. “Embora o dólar tenha mostrado alguma redução nas últimas semanas, a média ainda é muito alta em relação ao ano passado”, disse. Isso faz com que muitos produtores prefiram exportar, ganhando em dólar, a vender arroz no mercado interno.
As exportações de arroz beneficiado saltaram 260% entre março e julho deste ano, para 300 mil toneladas. Para piorar, também houve redução de 59% nas importações do produto no período, para 48,3 mil toneladas. O resultado da balança comercial levou a uma menor oferta do arroz no mercado brasileiro.
Medida para aumentar importação foi barrada
Na semana passada, o setor se reuniu para discutir a Tarifa Externa Comum (TEC) do arroz, que implica a cobrança de uma taxa de 16% sobre o arroz importado do Mercosul.
Se a tarifa fosse revista, a quantidade de arroz no mercado interno poderia aumentar, levando à queda dos preços.
Mas o comitê que decide a questão, composto por produtores, indústria, cooperativas e governo, barrou a medida, com 16 votos contrários, seis favoráveis e uma abstenção.
Maior procura internacional pelo arroz brasileiro
Não foi só por causa do dólar que as exportações aumentaram. O arroz brasileiro também passou a ser mais buscado no mercado internacional durante a pandemia.
“A pandemia tirou o excedente de outros países produtores, como Índia, Tailândia e Vietnã, e houve um desabastecimento do mercado internacional. Esses países tiveram dificuldade ou pararam de vender seu produto no mercado externo, enquanto o Brasil exportou bastante entre maio e junho”, disse Ivo Mello, diretor do Instituto Rio-grandense do Arroz (IRGA).
O arroz brasileiro também passou a entrar em novos mercados, segundo ele, como o mexicano, que vinha sendo prospectado há dois anos pelo setor.
José Mathias Martins, presidente da Cooperativa Arrozeira Palmares, de Palmares do Sul (RS), também destaca a procura internacional maior. “Os países asiáticos pararam de exportar, e os Estados Unidos, maiores exportadores das Américas, estavam sem produto. Então, houve alta na procura pelo arroz brasileiro”, disse.
A Palmares produz 1,5 milhão de fardos por ano e, nesta safra, vai aumentar em 10% o volume de beneficiamento do arroz por causa da maior procura pelo alimento.
FONTE: Uol Economia
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