9 de setembro de 2025
Adolescentes gravam vídeo de “suruba” em ônibus e são investigados pela polícia
Estudantes de uma escola estadual de Cascavel (PR) estão sendo investigados pela Polícia Civil do Paraná (PCPR) após a circulação de um vídeo que mostra supostamente seis adolescentes – cinco meninos e uma menina – mantendo relações sexuais coletivas dentro de um ônibus aparentemente abandonado. O registro teria começado a circular na última semana.
Ao Metrópoles, a PCPR confirmou a investigação mas destacou que, “por se tratar de ocorrência envolvendo menores de 18 anos, não divulgará detalhes para preservar a imagem e a integridade dos adolescentes envolvidos”. As autoridades não informaram a data exata da gravação nem a identificação dos estudantes.
O caso alerta para a gravidade jurídica envolvendo conteúdo com menores. Salvar e compartilhar material pornográfico com participantes menores de 18 anos constitui crime previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente, com penas que podem chegar a oito anos de reclusão.
Fonte: DCM
“…bastante influência política, como se constata no apoio americano ao golpe militar de 1964…”
Historicamente, os países da América do Sul são considerados “quintais” dos Estados Unidos, que há mais de século mantém a hegemonia econômica e militar em escala global, com enorme distância de seus parceiros comerciais do Sul, que se sujeitam às regras da potência e têm como referência de moeda o dólar americano.
A subordinação dos governos sul-americanos à liderança dos EUA e a idolatria cultural ao “American way of life” ou, em português, “modo de vida americano”, um conceito surgido e exportado após a Primeira Guerra Mundial, aprofundaram nossa dependência em vários setores.
Em contrapartida, os EUA sempre foram relativamente simpáticos aos mais pobres das américas, sempre dispensando pequenas ajudas sociais, econômicas e militares e usufruindo das nossas matérias primas essenciais para suas indústrias, com saldo sempre favorável a eles na balança comercial.
Assim foi mantida a relação amigável, certa parceria e o intercâmbio econômico, educacional e tecnológico que inclui bastante influência política, como se constata no apoio americano ao golpe militar de 1964 e ao impedimento de novo golpe em 2022 pelo governo Joe Biden.
Com o crescimento da extrema-direita em escala mundial, que nos EUA é muito bem representada pelo presidente Donald Trump em segundo mandato, as interferências internacionais se acentuam e chegam com mais força ao Brasil, que finalmente começa a se destacar no conserto global das nações.
Interessado em manter o domínio econômico e político sobre países emergentes, o atual governo americano iniciou uma batalha absurdamente temerária e inconsequente que, acertadamente, é chamada de chantagem ao condicionar tarifas alfandegárias a decisões judiciais, em absoluta desrespeito à soberania nacional.
E, não obstante à clara e incômoda interferência estrangeira em assuntos domésticos brasileiros, um significativo setor da polícia nacional adere à essa chantagem nefasta como meio de retomar o poder, pelo voto ou pela força, com artifícios que envergonhariam qualquer povo minimamente soberano e verdadeiramente patriota.
O uso político de uma bandeira americana no dia da independência do Brasil será retratado como página vergonhosa da nossa história, quando um grupo político muito representativo chegou ao limite da desonra cívica ao idolatrar o símbolo americano em substituição à nossa sagrada bandeira nacional.
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Uma ação da Força Tática do 32º Batalhão de Polícia Militar resultou na prisão de três pessoas em Assis na noite de segunda-feira (08/09). Os acusados estavam com porções de drogas e foram flagrados durante a atividade ilegal na Vila Progresso.
De acordo com informações da PM, foram apreendidas 39 porções de cocaína, 22 porções de maconha e 25 porções de crack, além de uma balança de precisão, dois celulares e R$ 486,00 em dinheiro. A ocorrência foi apresentada no plantão da Polícia Civil e os acusados ficaram à disposição da Justiça.
Fonte: 32° Batalhão da PM
O reinado de Olacir de Morais, reconhecido como “Rei da Soja”, que revolucionou o agronegócio e terminou em colapso, deixou lições duras para empresários que buscam crescer sem blindar riscos
O “Rei da Soja”, Olacir de Morais, construiu um dos maiores impérios privados do Brasil, com aviões, usinas, ferrovias e mais de 300 mil hectares de produção agrícola. Visionário e celebrado por décadas, ele ajudou a transformar o Centro-Oeste brasileiro em potência mundial da soja. No auge, comandava 40 empresas, 11 pistas de pouso e mais de 25 mil funcionários.
Mas o que parecia uma história de sucesso eterno se transformou em um dos maiores colapsos corporativos já vistos. Ao morrer, Olacir deixou uma dívida estimada em US$ 1 bilhão — e um legado que hoje é estudado como exemplo de como decisões arriscadas podem arruinar até os maiores empresários.
O auge do império: aviões, usinas e milhares de funcionários
Durante décadas, Olacir foi celebrado como referência de empreendedorismo, um verdadeiro “Rei da Soja”. O empresário chegou a comandar 40 empresas, administrando mais de 300 mil hectares de terras, 11 pistas de pouso, frota de aviões, helicópteros, usinas, além de gerar emprego para mais de 25 mil pessoas.
Seu principal símbolo era a Fazenda Itamarati, localizada em Mato Grosso do Sul, considerada uma das maiores áreas de produção de soja do mundo. À frente dela, Olacir ajudou a transformar o Centro-Oeste brasileiro em potência agrícola.
No entanto, por trás do brilho, havia riscos que ele não controlava.
A aposta ambiciosa na Ferronorte
O ponto de virada da sua história começou com um projeto grandioso: a FerroNorte, ferrovia criada para escoar a produção agrícola do Centro-Oeste. Com uma concessão de 90 anos, o plano parecia perfeito para dar autonomia logística ao agronegócio da região. Olacir chegou a investir 200 milhões de dólares de recursos próprios, acreditando que teria o apoio necessário do Estado para concluir a obra.
Mas a dependência política revelou-se fatal. O governo de São Paulo havia prometido entregar, em dois anos, uma ponte ferroviária que ligaria a FerroNorte à malha nacional. A ponte, no entanto, demorou sete anos para ser concluída. Nesse intervalo, os trens não rodaram, a produção não escoava e a receita nunca chegou. Enquanto isso, os custos de manutenção, salários e financiamentos cresciam de forma impiedosa.
O que deveria ser o auge da sua trajetória, transformou-se em um buraco negro financeiro na história do agronegócio.

Dívida crescente e queda inevitável
Com os atrasos, a dívida explodiu. Olacir tentou resistir vendendo fazendas, aviões, usinas e até o banco que havia fundado. Mas nada foi suficiente. A Fazenda Itamarati, seu maior símbolo, acabou vendida ao Incra para assentar famílias do MST — uma ironia cruel para quem revolucionou o agronegócio brasileiro.
O império, que já empregara milhares de pessoas, se transformou em um escombro corporativo para o Rei da Soja.

O erro fatal: confiança em promessas políticas
Segundo especialistas, o colapso de Olacir não ocorreu por má gestão ou incompetência. Pelo contrário, ele era considerado um empresário inovador e de visão. O que o derrubou foi a confiança excessiva em cronogramas estatais, promessas políticas e compromissos que nunca se concretizaram.
Ele não perdeu por falta de competência, mas porque subestimou os riscos invisíveis de depender do que não podia controlar.
Olacir de Morais teve um fim solitário e trágico
A derrocada ainda guardava um capítulo sombrio. Já fragilizado, Olacir foi envolvido em novas ilusões de negócios, inclusive uma promessa de se tornar “rei do minério” na Bolívia. O enredo terminou de forma trágica: ele foi assassinado pelo próprio motorista, que alegava tentar salvá-lo de mais um golpe milionário.
Sem fortuna e sem manchetes de glória, o empresário morreu sozinho em um hospital, deixando para trás não apenas dívidas, mas também uma história que se transformou em aula obrigatória para quem deseja evitar a falência.
A lição que fica com o legado do Rei da Soja
O legado de Olacir de Morais, o Rei da Soja, vai além da soja. Sua trajetória mostra que não é o tamanho de uma empresa que a protege, mas o grau de controle sobre suas variáveis críticas. Se um negócio depende de decisões políticas, prazos públicos ou promessas não assinadas, ele não é uma empresa, mas uma aposta.
A história do “Rei da Soja” é um lembrete duro, mas essencial: crescer rápido demais sem blindar riscos estruturais pode transformar um império em ruínas.
Fonte: CompreRural
Texto original: https://www.comprerural.com/rei-da-soja-morre-devendo-us-1-bilhao-mas-deixa-um-legado/
Homem é atacado pelo próprio cachorro da raça pitbull em Marília; animal foi morto pela PM
Um homem foi atacado pelo próprio cachorro da raça pitbull na noite de sábado (06/09), em Marília. Segundo informações da Polícia Militar, o homem estava dando comida para o animal quando foi atacado.
A vítima sofreu diversas mordidas nos braços e nas pernas, e precisou ser encaminhado ao Hospital das Clínicas.
Para conter o cão, que era considerado agressivo e mantido preso, a equipe policial precisou efetuar disparos contra o pitbull, que não resistiu e acabou morrendo.
O estado de saúde da vítima não foi divulgado e o caso foi registrado no plantão da Polícia Civil.
Fonte: g1
‘Tem um pé de maconha gigante’: bilhete entregue à PM acaba em prisão de mecânico
Uma denúncia anônima, entregue de forma inusitada por um motoboy, levou a Polícia Militar até uma residência onde foram encontrados um pé de maconha e munições de arma de fogo. A ocorrência, em Presidente Prudente (SP), foi registrada no sábado (06/09) e resultou na prisão em flagrante de um mecânico, de 34 anos.
Segundo o boletim de ocorrência, a ação começou quando policiais militares foram abordados por um motoboy na Avenida Brasil. O motociclista disse que havia sido contratado como motorista de aplicativo apenas para entregar um bilhete à primeira viatura que encontrasse. Além de um endereço, no papel estava escrito: “Tem um pé de maconha gigante e peças de carro roubado.”
Os policiais seguiram até o endereço indicado e observaram pelo portão — que era baixo — o que parecia ser uma planta de maconha no quintal. Ainda segundo o documento, para confirmar, os agentes subiram no muro de uma casa vizinha e conseguiram ter uma visão mais ampla da casa.
A equipe bateu no portão e foi atendida pela esposa do morador, que permitiu voluntariamente a entrada dos militares. Os policiais perguntara a ela sobre a planta e a mulher confirmou que se tratava de maconha, dizendo que tanto ela quanto o marido fazem uso da droga.
A pedido dos policiais, ela entrou em contato com o companheiro, que estava trabalhando em uma oficina nas proximidades. O homem foi até sua casa e assumiu a responsabilidade pelo cultivo da planta. Aos policiais, o suspeito afirmou que era para consumo próprio.
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Munições foram encontradas e apreendidas pela Polícia Militar — Foto: Polícia Civil/Divulgação
Durante a conversa, os militares questionaram se havia outros materiais ilegais na residência. De forma espontânea, o homem revelou que guardava munições de arma de fogo em casa. Ele explicou que havia encontrado as munições há cerca de um ano, dentro de um estojo localizado embaixo do banco de um carro que foi levado até sua oficina mecânica.
Ele entregou aos policiais seis munições intactas e seis deflagradas (já disparadas), todas de calibre .38. O suspeito negou possuir arma de fogo, disse que não tinha inimizades e que não via necessidade de manter esse tipo de armamento.
Com apoio do Canil do 8º Baep da Polícia Militar, foi realizada uma busca detalhada na casa, mas nenhum outro item ilegal foi encontrado.
O rapaz foi preso em flagrante por posse irregular de munição, crime previsto pelo Estatuto do Desarmamento. De acordo com a legislação, mesmo sem a arma, a simples posse das munições em desacordo com a norma já configura crime.
Ainda segundo o documento da Polícia Civil, o suspeito tem antecedentes criminais, incluindo condenações por crimes contra o patrimônio e por infrações relacionadas à posse irregular de armamento, “o que reforça a gravidade da ocorrência”. “Por esse motivo, a prisão em flagrante foi mantida, e ele será formalmente indiciado”, diz o boletim.
Fonte: g1
Santa Casa de Palmital anuncia vaga de emprego; confira a oportunidade e saiba como se candidatar
A Santa Casa de Misericórdia de Palmital está com vaga aberta para Auxiliar Administrativo de Estoque. Confira abaixo anúncio feito pela instituição e saiba como se candidatar.
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Mãe é presa suspeita de espancar criança de 5 anos; denúncia foi feita por vizinhos
Uma mulher foi presa suspeita de espancar a própria filha, de cinco anos, no domingo (07/09) em Osvaldo Cruz (SP). Na casa da família, a Polícia Militar também encontrou um bebê de cinco meses.
Conforme a Polícia Civil, as autoridades foram acionadas por vizinhos que denunciaram a suspeita por maus-tratos, informando que a criança havia sido espancada. A vítima tinha machucados evidentes e relatou sentir dores.
No local, além das condições precárias, os policiais verificaram que não havia abastecimento de água, com sujeira e desorganização. O Conselho Tutelar foi acionado e concedeu provisoriamente a tutela das crianças à avó materna.
A suspeita passou por audiência de custódia e a prisão em flagrante foi convertida em preventiva. O caso foi registrado como maus-tratos, e a criança vai passar por escuta especializada.
Fonte: g1
Devido a ciclone, Defesa Civil estadual faz alerta para fortes ventos na região de Palmital
Entre segunda (08/09) e terça-feira (09/09), um ciclone extratropical formado no Sul do Brasil deve provocar rajadas intensas em diversas regiões do território paulista. A situação climática diferenciada, com rajadas de forte intensidade, gerou alerta da Defesa Civil do Estado de São Paulo.
De acordo com a Defesa Civil, uma das áreas mais afetadas pelos fortes ventos é a região de Marília, que inclui Palmital e os municípios da Comarca. As rajadas também causam preocupação em casos de queimadas, pois podem contribuir com a propagação do fogo devido aos baixos níveis de umidade relativa do ar em todo o Estado.

CONFIRA RECOMENDAÇÕES DA DEFESA CIVIL
“Esses ventos podem causar quedas de árvores, destelhamentos e espalhar focos de queimadas no interior.
👉 Recomendações de segurança:
• Evite ficar perto de árvores e estruturas frágeis;
• Não permaneça em locais abertos durante os ventos;
• Jamais faça queimadas.
📲 Acompanhe sempre os alertas oficiais da Defesa Civil.
📞 Emergência: ligue 199 (Defesa Civil) ou 193 (Bombeiros).”


