A manhã desta quarta-feira (04/02) foi marcada por um momento de profunda emoção no Bom Dia São Paulo. A repórter Mayara Corrêa, da TV TEM (afiliada da Globo), ficou emocionada ao cobrir a mobilização de médicos do InCor para a captação do coração de um bebê de apenas três meses. Durante a reportagem, a jornalista surpreendeu o público e a apresentadora Sabina Simonato ao revelar que sua conexão com o tema é pessoal: ela própria é uma paciente transplantada.
Enquanto acompanhava a logística da equipe médica em um aeroporto particular em São Roque para buscar o órgão em Jaú, interior de São Paulo, Mayara compartilhou sua trajetória de superação. Instigada por Sabina, que mencionou a ligação da colega com a causa, a repórter abriu o coração sobre sua saúde.
“Eu sou transplantada de fígado. Já completei um ano e meio, graças a Deus. Sou exemplo, prova viva dessa solidariedade”, revelou a jornalista, visivelmente comovida. Mayara explicou que, embora sempre tenha abordado o assunto profissionalmente, a experiência como paciente transformou sua visão sobre o sistema de saúde brasileiro. “Depois de passar, ver como funciona, é um sistema muito sério, existem vários critérios para a lista, a gente não fala nem fila, fala lista de espera pela doação”, afirmou.
Homenagem à família do bebê doador
A reportagem destacou o gesto heroico da família da criança de três meses, que autorizou a doação em um momento de perda irreparável. O coração será destinado a um paciente internado há mais de um ano no Instituto do Coração (InCor), que sofre da síndrome do meio coração, uma condição em que a parte esquerda do órgão não funciona.
Emocionada, Mayara Corrêa fez questão de exaltar o ato de amor dos parentes. “Essa família que, num momento de muita dor, disse sim à doação de órgãos e vai salvar a vida de uma criança que está internada no InCor”, declarou.
A urgência contra o tempo
Além do lado emocional, a repórter trouxe informações técnicas cruciais sobre a complexidade do transplante cardíaco. Ela detalhou que o paciente receptor depende de um coração artificial e que o sucesso da cirurgia depende de uma corrida contra o relógio, devido ao curto intervalo de preservação do órgão fora do corpo.
“O coração tem um tempo de isquemia, entre a captação e o transplante, de até quatro horas. É um tempo muito curto, é o menor tempo considerando todos os órgãos que podem ser transplantados”, destacou a jornalista.
Fonte: Contigo





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