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Revólver estava dentro de veículo abordado pela Polícia Ambiental nas proximidades do rio Pary-Veado; motorista pagou fiança e reponde processo em liberdade

 

A Polícia Militar Ambiental prendeu na zona rural de Palmital, na tarde de domingo, um agricultor de 30 anos que levava uma arma em seu automóvel na vicinal João Izidoro Leandro, que faz ligação com Cândido Mota, às margens do rio Pary-Veado. O acusado estava com seu veículo estacionado e o revolver municiado foi encontrado durante trabalho de fiscalização feito pelos policiais. Ele foi apresentado na Delegacia da Polícia Civil, onde foi feito o registro do flagrante e vai responder ao processo em liberdade mediante pagamento de fiança.

De acordo com registros policiais, o crime foi constatado por volta das 17h30, quando a equipe da Polícia Ambiental fazia patrulhamento pela vicinal João Izidoro Leandro e avistou o carro do agricultor estacionado nas proximidades do rio Pary-Veado. Em revista pessoal, nada foi encontrado, mas durante verificação no interior do veículo, houve a localização de um revólver Taurus, de calibre 32, com seis munições intactas.

O acusado alegou que a arma era herança do avô e que não possui registro nem a autorização para o porte. O agricultor recebeu voz de prisão e foi apresentado na Delegacia da Polícia Civil, onde foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma. Por se tratar de crime com pena máxima de quatro anos, o delegado de plantão fixou fiança no valor de R$ 954,00, referente a um salário mínimo, e o agricultor ganhou o benefício de responder ao processo em liberdade.

OPERAÇÃO – A prisão do agricultor ocorreu durante a Operação Piracema realizada pela Polícia Ambiental na região de Marília. Em Palmital, nas proximidades da usina de Canoas II, os policiais também flagraram pescadores fazendo uso de materiais proibidos durante o período do defeso, que restringe a pesca, como redes, e capturando peixes em locais proibidos. Somente durante a semana, conforme balanço divulgado pela corporação na região, foram apreendidas duas armas de fogo, cerca de 120 metros de redes ilegais, equipamentos de pesca proibidos e peixes, além da aplicação de multas que somam mais de R$ 2,2 mil por infrações ambientais.

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