





Confira o sorteio online
Carolina Arruda, de 27 anos, que tem neuralgia do trigêmeo, doença da “pior dor do mundo”, afirmou nesta segunda-feira (15) que não está sentindo dores após deixar a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e retornar para um quarto da Santa Casa de Alfenas, onde está internada desde a semana passada para tratamento que busca reduzir os sintomas.
Durante os dias de sedação, dezenas de exames foram realizados para avaliar a condição e o tratamento a ser seguido por Carolina. Um exame de ressonância magnética também confirmou a origem da dor.
“Esse tempo de sedação foi fundamental para que nossa equipe estudasse a fundo qual o melhor método de tratamento para a Carolina. Também foi fundamental para que ela descansasse bem. O tratamento teve o efeito desejado de alívio momentâneo da dor, mas fundamental para os próximos passos a serem realizados de maneira correta”, explicou o diretor clínico da unidade hospitalar no Sul de Minas e presidente da Sociedade Brasileira para os Estudos da Dor (SBED), Carlos Marcelo de Barros, que se ofereceu para ajudar a jovem após a repercussão do caso.
Ainda segundo o médico, os últimos detalhes do tratamento a ser seguido ainda estão sendo definidos antes de qualquer divulgação para a imprensa.
“A paciente receberá tratamento avançado com o que existe de mais moderno em medicina da dor. O plano terapêutico está sendo concluído com toda equipe médica”, ressaltou o médico Carlos Marcelo.
Na semana passada, momentos antes de ser levada para a UTI da Santa Casa de Alfenas, Carolina Arruda afirmou que estava feliz em iniciar mais um tratamento que busca diminuir as dores constantes e intensas que ela sente desde os 16 anos de idade.
“Confesso que senti uma faísca de esperança”, disse a estudante mineira na oportunidade, que também contou que o tratamento será gratuito.
Também na última semana, o médico Carlos Marcelo ressaltou ainda que cada etapa deve ser realizada com muita cautela. Segundo ele, “tratamentos como o da Carolina são complexos e demorados. Eles devem ser realizados com base nas melhores evidências científicas disponíveis”.
“Muito importante salientar que o tratamento pode levar meses. Esta fase inicial tem objetivo de tirar dela o sofrimento agudo. Os próximos passos serão tomados de maneira mais racional e amena. Quando o paciente está em pleno sofrimento, isso é muito difícil”, afirmou.
Jovem que tem doença com a pior dor do mundo relata rotina
Carolina Arruda mora em Bambuí, no Centro-Oeste de Minas Gerais, e é estudante de medicina veterinária. Casada há três anos e mãe de uma menina de 10, Carolina começou a sentir as dores aos 16 anos, quando estava grávida e se recuperava de dengue.
“A primeira dor veio quando estava sentada no sofá da casa da minha avó, tinha acabado de me recuperar de uma dengue. Era uma dor forte, fora do comum. Eu gritava e chorava. Tentei explicar o que era, mas não conseguia palavras porque nunca tinha sentido uma dor tão absurda. A princípio achei que seria uma dor de cabeça em decorrência da dengue”, relembrou.
O diagnóstico que Carolina Arruda sofre da ‘pior dor do mundo’ foi feito há 7 anos pelo neurocirurgião Marcelo Senna, que tem mais de 30 anos de experiência com a neuralgia do trigêmeo. Senna foi procurado por Carolina, à época com 20 anos, quando ela já convivia com as dores há quatro anos e já tinha passado por vários médicos.
Anos antes, Senna já tinha dado o mesmo diagnóstico para o bisavô dela.
“As dores decorrem de uma artéria que acaba se deslocando e comprimindo o nervo do trigêmeo que, na face, é o mais calibroso. As causas do que provoca essa compressão são desconhecidas, então, não há como falar de hereditariedade”, explicou o médico.
Após o diagnóstico, Carolina Arruda realizou vários tratamentos com outros médicos e cirurgias, como descompressão microvascular, rizotomia por balão e duas neurólises por fenolização, mas sem alívio que trouxesse qualidade de vida para ela.
A dor e o desgaste de Carolina com a doença são tão intensos, que fizeram ela tomar a decisão para pôr fim ao sofrimento. Ela faz uma campanha na internet para conseguir recursos financeiros e ser submetida ao suicídio assistido na Suíça.
“Já pesquisei sobre tratamentos fora do país, mas são os mesmos que temos aqui. Não existe nada revolucionário fora do Brasil. A falta de conhecimento sobre a doença por parte dos médicos só piora a situação. Os especialistas e médicos de plantão muitas vezes não conhecem a doença e não sabem como tratar”.
A Suíça é um dos poucos no mundo onde a assistência médica para o suicídio é legal. Contudo, os pacientes precisam fornecer provas da condição médica, passar por avaliações psiquiátricas e demonstrar um desejo claro e consistente de pôr fim à vida.
As organizações que facilitam o suicídio assistido na Suíça oferecem apoio cuidadoso para garantir que a escolha do paciente seja respeitada, e que o processo seja conduzido com dignidade.
“Eu não aguento mais. A decisão de buscar a eutanásia foi tomada internamente há muito tempo. E, sim, eu penso em quem vai ficar, mas coloco na balança: as pessoas que me amam preferem lidar com meu sofrimento diário ou lidar com o sentimento da perda, sabendo que eu não estarei mais sofrendo? Não quero viver com dor o resto da vida”.
“Queria que refletissem com mais empatia. Tomar essa decisão não foi fácil e ela foi baseada em muitos tratamentos e experiências negativas, ouvindo de médicos que não tinham o que fazer. Peço um pouco mais de compaixão”, finalizou.
Na semana passada, a jovem mineira foi internada na Clínica da Dor da Santa Casa de Alfenas para passar por tratamento que busca reduzir as dores constantes e intensas que ela sente. A estudante de medicina veterinária ainda não descarta eutanásia no exterior, mas disse que pode reavaliar decisão a depender do resultado do tratamento.
A neuralgia do trigêmeo, também conhecida como a “doença do suicídio”, e comparada a choques elétricos e até a facadas. O trigêmeo é um dos maiores nervos do corpo humano. Ele leva esse nome porque se divide em três ramos:
Ele é um nervo sensitivo, ou seja, que controla as sensações que se espalham pelo rosto. Permite, por exemplo, que as pessoas sintam o toque, uma picada e a dor no rosto.
A doença normalmente atinge um lado do rosto. Em casos mais raros, pode atingir os dois — como é o caso da estudante de veterinária.
Segundo os especialistas, a dor causada pela doença é uma das piores do mundo. Ela não é constante fora das crises, mas é disparada por alguns gatilhos que, na verdade, fazem parte das vida cotidiana como falar, mastigar, o toque durante a escovação ou barbear e até com a brisa do vento sobre o rosto.
A dor é incapacitante. Ou seja, impede que a pessoa consiga fazer atividades simples do dia a dia.
Fonte: G1
Sabrina Stochero, de 25 anos, que estava grávida e morreu em um acidente de trânsito em Quilombo, no Oeste de Santa Catarina na segunda-feira (15), estava a nove dias do parto do primeiro filho. O bebê, que também não resistiu à colisão, seria chamado de Antônio em homenagem ao pai da jovem e avô da criança, segundo a família.
O companheiro da vítima, 30 anos, dirigia o carro quando o veículo atingiu um caminhão. Ele seguia hospitalizado até o fim da manhã desta nesta terça (16). Segundo Sandra Klein, cunhada da vítima, o casal estava a caminho da última consulta médica antes da cesariana, marcada para quarta-feira (24).
Sabrina era profissional de estética e atualmente morava em Quilombo, mas residiu por anos em Modelo, cidade vizinha de onde ocorreu o acidente. Ela também chegou a ser rainha da Festa Estadual do Porco Assado no Rolete (Fepar), também em Modelo.
“Eles estavam indo para a consulta em Pinhalzinho, e após a consulta viriam a Modelo jantar aqui no pai dela, nosso colega”, disse Daniel Soares, que é diretor de uma rádio local onde o pai da jovem trabalha. “É um fato que nos abalou muito”, resumiu.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/7/a/cpLBtLRaSsAeYuLEexPA/gravida-morre-aos-25-anos-em-acidente-de-transito-em-sc.jpeg)
Os corpos da jovem e do filho são velados na Capela Mortuária Municipal desde o início da manhã desta terça. O sepultamento dos dois está marcado para 16h30, no Cemitério Municipal.
O acidente aconteceu por volta das 17h, na SC-157. A colisão lateral envolveu o carro de passeio, onde a jovem estava no banco do passageiro e o companheiro dirigia, e um caminhão.
Sabrina chegou a ser retirada do veículo pelos bombeiros com ferimentos no rosto, mas sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. O companheiro dela foi levado consciente ao Hospital São Bernardo com ferimentos na cabeça.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/j/F/8Vyyh5TPiKRKKrf7CTAw/1721126142531506.jpg)
Fonte: G1
Na madrugada da última sexta-feira, 12 de julho, uma residência localizada na Rua Geremias de Mattos, em Palmital, foi alvo de um furto. O crime ocorreu entre 3h e 4h30 da manhã, e o ladrão levou duas cadeiras e um botijão de gás.
O criminoso, ainda não identificado, foi filmado pelas câmeras de segurança da rua praticando o furto. Nas imagens, é possível ver o ladrão passando o botijão de gás através do muro e do portão e depois carregando-o no ombro pela rua. (Veja abaixo)
Este incidente é mais um em uma série de furtos que têm ocorrido na região. A comunidade local está preocupada com a crescente onda de crimes e espera que as autoridades tomem medidas para aumentar a segurança no bairro.
Qualquer pessoa que tenha visto algo suspeito nas proximidades do endereço durante o horário do crime é encorajada a entrar em contato com a delegacia local.
A descriminalização do porte de maconha para consumo próprio pelo Supremo Tribunal Federal (STF) levantou uma série de dúvidas sobre os impactos da substância psicoativa na saúde.
Um dos pontos envolve o chamado transtorno por uso de cannabis, uma condição ainda pouco estudada pela ciência e praticamente desconhecida pelo grande público.
O quadro, que pode afetar até dois em cada dez usuários de maconha (entenda mais abaixo), está relacionado ao abuso do consumo da droga e gera perdas significativas no bem-estar e na qualidade de vida.
O psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, professor da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), avalia que existe uma grande dificuldade em diferenciar usuários de dependentes — ou aqueles indivíduos que não se encaixam nem na primeira e nem na segunda categoria.
“Mas o transtorno por uso de cannabis seria equivalente ao que se chama de dependência”, explica ele.
Segundo o psiquiatra, essa condição pode se manifestar de diferentes maneiras. Para começar, ela está relacionada à quantidade e à frequência no consumo.
“O transtorno atrapalha as atividades habituais de trabalho e estudo, prejudica as relações interpessoais e gera desinteresse.”
Fonte: BBC News
Carregado: 42.13%Pausa
Hora Atual 0:08
/
Duração 1:11Configurações de QualidadeTela cheia
unbranded – Lifestyle Portuguese (Br)
Pacientes Idosos Que Usam Cannabis Medicinal Apresentam Melhoras Na SaúdeDesativar mudo
0
“Além disso, qualquer pensamento ou tentativa de reduzir o consumo gera sintomas intensos de ansiedade ou depressão”, caracteriza Silveira, que estuda dependência há 40 anos.
Silveira orientou uma das primeiras (e únicas) pesquisas a avaliar a saúde mental e a qualidade de vida de pessoas que fazem uso recreativo de cannabis no Brasil. O trabalho foi publicado em dezembro de 2021.
Por meio de um questionário online, que contou com a participação de 7.405 adultos, os especialistas descobriram que 17,1% dos participantes se classificavam como usuários ocasionais e 64,6% diziam fazer consumo frequente de maconha.
Já 7,7% dos respondentes se declararam como “usuários disfuncionais”, algo que pode ser classificado como um transtorno no uso dessa substância.
“Esse número se aproxima muito ao que é visto em outros levantamentos. Nos Estados Unidos, cerca de 9% dos usuários de cannabis apresentam dependência”, compara Silveira.
www.tripadvisor.com.brOS 10 MELHORES hotéis (2024) – Top 10 hotéis incríveis
O inquérito brasileiro ainda observou que os tais usuários disfuncionais eram mais afetados em termos de bem-estar: eles tinham uma pior qualidade de vida, além de apresentarem com mais frequência doenças como depressão e ansiedade em comparação com aqueles que se entendiam como usuários ocasionais ou frequentes.
Uma outra investigação realizada pelo Instituto de Pesquisa em Saúde Kaiser Permanente, nos Estados Unidos, calculou a prevalência do transtorno no Estado de Washington, onde a maconha para uso recreativo está legalizada (e não apenas descriminalizada, como é o caso do Brasil após a decisão do STF).
Os dados foram publicados no periódico especializado Jama Network Open em agosto de 2023.
Os autores entrevistaram 1.463 indivíduos que haviam feito uso de cannabis nos 30 dias anteriores.
Seguindo critérios estabelecidos nos manuais internacionais de psiquiatria, eles observaram que o transtorno no uso desta substância afetava 21,3% dos participantes, ou um quinto do total da amostra.![]()
Saúde & Bem-Estar (Oficial)Ele ensinou ao vivo: Receita caseira para segurar a glicose em 80!
A taxa foi a mesma entre aqueles que consumiam maconha para uso recreativo, medicinal ou com ambas as justificativas.
Mas a gravidade do quadro variou de forma significativa entre essas três turmas.
Segundo a pesquisa, 1,3% dos usuários de cannabis com fins medicinais apresentavam o transtorno em níveis moderados ou severos.
Essa taxa subiu para 7,2% naqueles que faziam uso recreativo e para 7,5% no grupo misto (que mesclavam uso medicinal e recreativo).
Dependência de maconha afeta o bem-estar e a saúde mental, mostram estudos© Getty Images
Silveira explica que o transtorno no uso de cannabis acontece por uma somatória de diferentes fatores.
“Um sinal de alerta é o padrão de uso, quando o indivíduo altera a frequência ou a quantidade de consumo. Por exemplo, se ele passa a fumar todos os dias”, pontua o psiquiatra.
“Claro, se a pessoa fuma meio cigarro ao dia, antes de dormir, isso não é algo que gera preocupação. Mas se ele já acorda com aquela necessidade incontrolável de acender um baseado, há um indício de problemas”, pondera ele.
Outro comportamento que pode desembocar no transtorno envolve uma espécie de transição do uso recreacional para um consumo que envolve justificativas de bem-estar ou saúde — sem a devida avaliação de um profissional da área.
“É o caso da pessoa que está nervosa, triste, ansiosa e decide fumar maconha como uma forma de aplacar esses sintomas”, exemplifica o médico.
O psiquiatra ainda destaca dois grupos onde o risco de danos relacionados ao consumo de cannabis é mais elevado.
“Primeiro, os jovens. É absolutamente contra-indicado fumar maconha antes dos 21 anos. Essa é a idade em que o amadurecimento do cérebro termina”, cita ele.
Antes dessa idade, os compostos presentes na planta podem afetar o desenvolvimento dos neurônios e das demais células do sistema nervoso — o que gera repercussões negativas pelo resto da vida.
O pesquisador explica que a maioria dos problemas psíquicos relacionados à cannabis aparece em indivíduos que experimentaram essa substância psicoativa em idades precoces.
“O segundo grupo inclui pessoas que têm casos de esquizofrenia na família. Nesse contexto, o consumo de cannabis pode ser bastante prejudicial”, complementa ele.
Aumento na quantidade e na frequência do consumo é um dos sinais de alerta para o transtorno, diz especialista© Getty Images
Para os casos em que o transtorno de uso de cannabis é identificado, Silveira destaca dois possíveis caminhos de tratamento.
“O primeiro é a estratégia de redução progressiva, também conhecida como redução de danos”, cita ele.
Essa alternativa envolve diminuir a quantidade consumida aos poucos. Também é possível modificar a rotina do indivíduo — alterando os horários em que ele estava acostumado a acender um baseado, por exemplo.
A Associação Americana de Psiquiatria aponta que sessões de psicoterapia podem ajudar nesse processo.
Em alguns casos, os médicos também prescrevem medicações com canabinoides, para diminuir aos poucos a necessidade da substância.
“O segundo caminho é interromper o uso de forma repentina e focar o tratamento nos problemas que vão surgir na sequência, como é o caso de ansiedade ou depressão”, acrescenta o médico.
Por fim, Silveira avalia que a recente decisão do STF pode melhorar a forma como o transtorno de uso de cannabis é tratado no país.
“Estamos 30 anos atrasados nesse debate. Enquanto o mundo todo discute a legalização da maconha, nós ainda estamos falando de descriminalização”, observa ele.
“O Brasil estava do lado de Irã, China, Indonésia e outros países totalitários ao criminalizar o porte de maconha para consumo próprio”, opina o médico.
Silveira entende que um cenário de criminalização do porte de cannabis para uso pessoal — como o Brasil tinha até poucos dias atrás — gera muitas dificuldades do ponto de vista da saúde pública.
“A pessoa fica constrangida em falar abertamente que usa maconha, pelo medo de ser rotulada como criminosa”, argumenta ele.
“A descriminalização facilita o acesso aos serviços de saúde. E eu, como médico, posso falar abertamente sobre uso seguro e formas de prevenção ou tratamento para esses casos de dependência”, conclui ele.
O Rio de Janeiro vai ganhar mais um morador ilustre em alguns anos. Neymar comprou um terreno de cerca de R$ 20 milhões num dos metros quadrados mais exclusivos da cidade. O jogador agora é o feliz proprietário de um pedação de chão no Condomínio Jardim Pernambuco, no Alto Leblon. O negócio foi fechado após o atacante visitar a mansão mais cara do Brasil, no mesmo local, à venda por R$ 220 milhões: “Ele achou cara”, conta uma fonte.
Antes de optar por construir do zero, Neymar ainda olhou outras três casas no mesmo condomínio, mas desistiu delas ao ver o terreno, um dos últimos de uma das ruas mais privativas do Jardim Pernambuco, com vista indevassável para o mar e o Cristo Redentor. Além disso, não há a menor possibilidade que ao lado sejam construídas edificações que poderiam roubar sua paz.
Segundo a mesma fonte, Neymar teria gostado muito do espaço da mansão mais cara do Brasil, mas não tanto da parte interna. “O problema é que precisa de várias reformas para a modernização e seria um investimento alto demais”, revela.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_1f551ea7087a47f39ead75f64041559a/internal_photos/bs/2024/r/X/Qv8V0PTeCBnelfd0HhYw/mansao.jpg)
O casarão no estilo inglês está à venda há cinco anos e impressiona. Os jardins levam a assinatura de Burle Marx e foi construída em 1986. São seis suítes, 18 banheiros, 15 vagas de garagem, salas de estar, jantar, música e reunião, biblioteca, sauna, área de lazer com churrasqueira e piscina semi-olímpica que ocupam uma área de 4 mil m².
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_1f551ea7087a47f39ead75f64041559a/internal_photos/bs/2024/0/U/diP1BBRQGOUhVn6OcVUA/casa44.jpg)
O que chamou atenção do jogador, além do deslumbre que é o entorno da mansão, foi o fato de ela ter o único heliponto particular do Rio, homologado até 2032 pela Agência Nacional de Aviação Civil.
Assim como o “terreney”, cujo IPTU pode custar R$ 250 mil por ano, a mansão fica na rua Embaixador Graça Aranha, superprotegida por cancelas e segurança 24 horas. Neymar estará a cinco minutos da Ppraia do Leblon e também da sede do Flamengo, que sonha com o craque não é de hoje. Será?
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_1f551ea7087a47f39ead75f64041559a/internal_photos/bs/2024/0/i/f41NC8T5G2S8FQKwbLig/casa3.jpg)
O exclusivíssimo Jardim Pernambuco é endereço de famosos e abastados, em geral. Eike Batista e a mulher, a ex Luma de Oliveira, e o filho Thor Batista com a família serão vizinhos de Neymar, assim como o humorista Hélio de la Peña.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_1f551ea7087a47f39ead75f64041559a/internal_photos/bs/2024/f/t/92NZraTHmJqD6KAGeiWQ/casa20.jpg)
Fonte: Extra
Neymar está processando homem conhecido como ‘Sósia do Ney’ com quem ele chegou a gravar vídeo junto. Saiba os detalhes!
Já imaginou o Neymar processando o próprio Neymar? Isso não aconteceu exatamente, mas o jogador abriu um processo contra o seu sósia, Eigon Oliveira. O influencer ficou muito famoso nas redes sociais nos últimos anos por sua semelhança extrema com o jogador. Neymar sempre pareceu achar graça da brincadeira, já que até gravou uma propaganda junto de seu sósia. Porém, parece que agora ele não quer mais saber disso. Entenda toda a polêmica!
Neymar processa Neymar sósia
Segundo a coluna Gente, da revista Veja, Neymar quer impedir que seu sósia Eigon Oliveira registre o nome “Sósia do Ney” como marca. Por isso, o jogador entrou com um pedido no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) para impedir Eigon de usar este termo. Não houve nenhuma explicação do motivo que levou Neymar a tomar essa decisão, mas ele parece ter se cansado da brincadeira por alguma razão. Até agora, nem Neymar nem Eigon Oliveira se manifestaram.
Passado juntos
Neymar pode estar processando seu sósia, mas os dois têm um passado. Em 2022, eles chegaram a estrelar juntos um comercial para uma casa de apostas. Neymar e Eigon gravaram o vídeo em tom de brincadeira e o próprio sósia chegou a postar os bastidores da filmagem, mostrando os dois se divertindo juntos. Na Copa de 2022, Eigon ganhou muita fama por enganar torcedores e até repórteres no Catar ao se passar por Neymar.
Fonte: Microsoft Start
Uma crença apoiada pela ciência defende que um vegetal famoso, a beterraba, possui efeito semelhante ao do Viagra. Esta ideia está relacionada ao fato de que o vegetal contém nitratos naturais.
Os nitratos são substâncias que, quando consumidas, podem se converter em óxido nítrico no corpo. O óxido nítrico é uma substância que ajuda a relaxar os vasos sanguíneos, aumentando o fluxo sanguíneo.
O Viagra, ou sildenafil, é um medicamento prescrito para tratar a disfunção erétil, e seu mecanismo de ação também envolve o aumento do fluxo sanguíneo para os órgãos genitais masculinos.
Embora os nitratos presentes na beterraba possam ter um efeito vasodilatador e melhorar o fluxo sanguíneo, esse efeito pode ser modesto em comparação com medicamentos específicos para a disfunção erétil.
Além disso, a eficácia da beterraba como “Viagra natural” pode variar de pessoa para pessoa, e não existem garantias de resultados consistentes.
Se você está enfrentando problemas de disfunção erétil, é importante consultar um profissional de saúde, como um médico ou urologista, para avaliar suas opções de tratamento.
Eles podem oferecer orientações e prescrever tratamentos adequados, se necessário, para tratar a disfunção erétil de forma segura e eficaz.
Não é aconselhável depender unicamente da beterraba ou de qualquer outro alimento como solução para a disfunção erétil sem a orientação adequada de um profissional de saúde.
Fonte: Hispanolistic/istock
O bilionário Elon Musk viu seu patrimônio crescer US$ 37,1 bilhões (R$ 200 bilhões) em menos de um mês e chegar aos atuais US$ 258,5 bilhões (R$ 1,4 trilhão), segundo a revista Forbes.
A cifra garantiu ao homem mais rico do mundo uma fortuna US$ 40 bilhões superior à de Jeff Bezos, fundador da Amazon, que ocupa a segunda colocação no ranking de bilionários em tempo real da revista. (veja o top 10 no final desta reportagem)
Musk é dono da fabricante de carros elétricos Tesla, da empresa de voos espaciais SpaceX e da rede social X (antigo Twitter), entre outros negócios. Foi justamente a companhia automotiva a grande responsável pela disparada do patrimônio de Musk neste mês.
Na terça-feira (9), as ações da Tesla chegaram a US$ 265, o nível mais alto do ano. Foram 10 sessões seguidas de valorização nos papéis da empresa, marcando a maior sequência de ganhos consecutivos desde o fim do primeiro semestre do ano passado.
Só neste mês de julho, as ações subiram 33%, de acordo com a Forbes. O valor de mercado da empresa saltou de US$ 631 bilhões para US$ 822 bilhões. Musk possui 13% das ações da companhia.
A alta representa um ganho de 18 pontos percentuais a mais do que o segundo melhor desempenho do índice S&P 500 em julho, a fabricante de vidros Corning, que teve alta de 15% em seus papéis.
A valorização dos papéis da companhia tem relação com uma votação feita por acionistas no mês passado. Na ocasião, donos de ações da fabricante de carros elétricos aprovaram um bônus de US$ 56 bilhões (R$ 300 bilhões) a Musk.
A bonificação é vista como um endosso ao mandato do bilionário, e um reconhecimento de que os investidores não querem arriscar o futuro da empresa. A ideia central era justamente manter Elon Musk engajado com a companhia.
Outro fator que colaborou com o ânimo dos investidores foi o anúncio, na última semana, de que a empresa entregou mais veículos no segundo trimestre deste ano do que o previsto por analistas. Foram, no total, quase 444 mil carros entregues no período e cerca de 411 mil unidades produzidas.
As ações da Tesla chegaram a subir 6% no acumulado do ano, mesmo após uma queda anual de quase 50% nos lucros do primeiro trimestre deste ano, aponta a Forbes. Ainda assim, os papéis da companhia estão 40% abaixo do pico histórico, em 2021.
Ainda de acordo com a Forbes, a empresa automotiva de Musk “é uma proposta cada vez mais cara para potenciais investidores” — sendo mais que o dobro do preço da Nvidia, gigante da inteligência artificial —, o que indica que “a empresa precisa aumentar drasticamente seus lucros de longo prazo para justificar os fundamentos para tal avaliação”.
Veja o top 10 entre os mais ricos do mundo:
Fonte: G1
Benji Gregory, ex-ator mirim que protagonizou a série “Alf, o ETeimoso”, morreu aos 46 anos. Ele foi encontrado sem vida dentro de seu carro, junto do cachorro Hans, no último dia 13 de junho, no Arizona, Estados Unidos.
De acordo com o New York Times, a causa oficial do falecimento ainda não foi definida. Rebecca Hertzberg-Pfaffinger, irmã do artista, publicou a hipótese de insolação veicular em texto no Facebook.
“É com pesar que minha família sofreu uma perda muito cedo. Ben era um ótimo filho, irmão e tio. Era divertido estar perto dele e ele nos fazia rir com frequência. Mexendo nas coisas dele, me pego rindo de pequenos vídeos ou anotações, entre choros.
Meu irmão Ben foi encontrado morto em seu carro, junto com seu querido cão de assistência Hans, no dia 13 de junho. Acreditamos que ele foi para seu carro na noite do dia 12 para descartar algumas coisas e nunca saiu do veículo. Ele adormeceu e morreu de insolação veicular.”
Gregory lidava com transtorno bipolar e depressão. Para ambos os casos, recebia cuidados médicos, de acordo com a familiar.
Benji Gregory nasceu em Encino, na Califórnia, em maio de 1978. Seu pai, tio e irmã eram todos atores, enquanto sua avó era sua agente.
Ele ficou conhecido ao interpretar Brian Tanner, o filho mais novo da família Tanner, em “Alf, O ETeimoso”. A história acompanha um alienígena vivendo em meio aos humanos e estreou em 1986, quando tinha apenas 8 anos.
Também fez participações em séries como “Esquadrão Classe A” e “Murphy Brown”, além do filme “Salve-Me Quem Puder” (1986). Além da atuação, trabalhou com dublagens em animações.
Em 2002, decidiu afastar-se de Hollywood. No ano seguinte, alistou-se na Marinha dos EUA e passou a trabalhar como meteorologista naval.
Fonte: Igor Miranda
Empresa Jornalística Comarca de Palmital Ltda.
DIRETOR PROPRIETÁRIO E JORNALISTA RESPONSÁVEL:
Claudio Batista Pissolito – MTb: 32.579/SP
REDAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO:
Rua Manoel Leão Rego, 95 – Palmital/SP CEP: 19970-000
TELEFONE: (18) 3351-1594 (18) 99645-0514
REDAÇÃO: redacao@jornaldacomarca.com.br
PUBLICIDADE: publicidade@jornaldacomarca.com.br
ATENDIMENTO AO PÚBLICO: secretaria@jornaldacomarca.com.br

© Todos os Direitos Reservados- Jornal da Comarca
Made with Elementor + Soledad by HBELINE