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“…o jornal torna-se o portador das esperanças de quem busca trabalho, de confiança aos que desejam investir e do otimismo coletivo…”

 

Estudiosos da imprensa interiorana definem os jornais regionais como a principal fonte de informação e melhor ponto de encontro entre quem quer vender ideias e quem quer comprar ideias, lembrando que nada substitui a visão local. De fato, mesmo diante do fenômeno da universalização da informação, os veículos locais são os únicos que registram os fatos do cotidiano de pequenas cidades ou das comunidades, transformando-se em fontes únicas de consulta de estudiosos e historiadores. Segundo os mesmos especialistas, diferente dos grandes jornais, a imprensa do interior tem como missão publicar as decisões, as reivindicações e os fatos locais e regionais.

Prestes a completar 25 anos de fundação, o JC cumpre sua missão de registrar todos os acontecimentos considerados relevantes, ainda que sejam do desagrado de alguns, mas também de representar as comunidades atendidas em suas demandas e anseios. Junto a outros órgãos, torna-se uma bandeira em defesa dos interesses das cidades, das pessoas e das conveniências locais e regionais, sem, contudo, abrir mão da independência e da orientação editorial.

Na edição de hoje, por exemplo, além de informar sobre o andamento do projeto de retomada do funcionamento da principal usina de açúcar e álcool da região, com sede em Ibirarema, estamos mantendo a população muito bem esclarecida de cada decisão dos novos proprietários. Neste caso, o jornal torna-se o portador das esperanças de quem busca trabalho, de confiança aos que desejam investir e do otimismo coletivo que pode e deve contaminar o conjunto das populações. Atento a todos os fatos e seus desdobramentos, estamos cumprindo nossa missão de bem informar, de preferência com as melhores notícias.

Outra constatação relevante é a importância do veículo de comunicação impresso como único documento palpável e absolutamente seguro como registro dos fatos para o futuro. Quem deseja, além de se comunicar ou de anunciar produtos e serviços, também perpetuar nomes e marcas nas histórias das cidades, tem os impressos como meio certo de documentação perene. E assim, com preferência às boas notícias, mas sem se omitir diante dos acontecimentos negativos, estamos levando informação e escrevendo a história do presente como fonte fidedigna para o futuro.

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