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A Polícia Civil deflagrou na quinta-feira a Operação Catedral, que conseguiu prender o idealizador e executor de roubo a uma farmácia no centro de Palmital no início do mês. O trabalho envolveu equipes de policiais vinculados à Delegacia Seccional de Assis e do Estado do Paraná, onde o chefe da quadrilha foi preso e foram cumpridos mandados de busca expedidos pela Justiça da Comarca. A equipe da Delegacia de Palmital, sob o comando do delegado Giovani Bertinatti, continua apurando o caso.

 

Segundo informações policiais, foram mobilizadas viaturas com 15 policiais civis, dos quais parte foi até a cidade de Rolândia para cumprir dois mandados de busca, com apoio de 10 agentes da Polícia Civil do Paraná. Na cidade paranaense, foram cumpridos dois mandados para apreensão de materiais e feita a prisão de um homem de 35 anos, que trabalha em um frigorífico e foi apontado como mentor e executor do roubo ocorrido em Palmital em 2 de fevereiro, quando ladrões armados invadiram a farmácia e levaram cerca de R$ 3 mil em dinheiro. Outra busca foi realizada em Palmital.

 

O acusado foi trazido para a Delegacia de Palmital, onde foi registrada a captura e a apreensão dos objetos que serão usadas como provas na investigação, que ainda está sendo desenvolvida pela equipe da Polícia Civil. O acusado foi levado para a Cadeia Pública de Lutécia, onde deverá ficar preso provisoriamente por cinco dias, cujo prazo pode ser prorrogado por igual período. O delegado responsável pelo caso disse que deverá pedir à Justiça a conversão para prisão preventiva, para que ele permaneça preso durante o inquérito e a instrução do processo.

 

Segundo Bertinatti, que comandou a operação, existem indícios de que o acusado, com passagens anteriores por tráfico, assalto e receptação, vinha praticando roubos em diversas localidades em estados diferentes. O delegado confirmou ter provas da autoria por parte do acusado, que também seria o mentor dos crimes praticados pela quadrilha. “Estamos apurando outros comparsas e o envolvimento do preso em outros delitos. Não existem fronteiras para a Polícia Civil do Estado de São Paulo, pois os criminosos serão identificados e presos onde quer que estejam”, finalizou.

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