“…a estrutura física, emocional e social da pessoa humana está intimamente ligada à sua relação com a mãe…”
Na busca feita por IA – Inteligência Artificial -, sobre a importância da mãe, encontramos uma enorme gama de informações que, como era esperado, torna a progenitora figura central no desenvolvimento humano ao atribuir-lhe enormes responsabilidades.
Entre as muitas funções das mães está o compromisso de representar o primeiro referencial de mundo, em conexão que segue muito além da biologia e se transforma em base para o desenvolvimento emocional e social e como fonte primária de conforto, proteção, confiança e segurança.
À mãe também é atribuída a função de “espelho emocional” do filho, uma vez que, de acordo com sua forma de responder aos sentimentos do rebento, ensina a ele como lidar com as próprias emoções, em intercâmbio que leva a criança a desenvolver sentimentos de empatia e inteligência emocional.
Como primeiro modelo de relacionamento do filho, a interação entre ambos molda a maneira como a criança se verá e se relacionará no futuro, pois é nessa relação inicial que se estabelecem os padrões de confiança e afeto que servem de parâmetros para a vida em sociedade, já fora do controle e da proteção materna.
As mães também são responsáveis pela identidade e valores dos filhos ao transmitir conhecimentos e tradições que formam suas personalidades e sentimentos de pertencimento à uma família, a um grupo social e até mesmo a uma determinada cultura, pois elas representam o alicerce sobre o qual será construída a personalidade do filho como indivíduo autônomo.
Portanto, a estrutura física, emocional e social da pessoa humana está intimamente ligada à sua relação com a mãe, ou com a figura materna, que inicialmente lhe concede, ensina e transmite valores e sentimentos como ferramentas para exploração do mundo exterior.
Diante das responsabilidades inerentes, o exercício da maternidade se torna uma experiência única, de elevada relevância humana e social, que concede às mulheres a missão de trazer ao mundo pessoas íntegras, de sentimentos nobres, com senso de responsabilidade e de pertencimento.
Não por acaso, alguns filósofos e pensadores afirmam que para ser mãe deveria ser obrigatório um curso intensivo desde a mais tenra idade, chegando ao ensino superior ou até ao doutorado, mas os muitos exemplos do cotidiano provam que os melhores exemplos das melhores mães são suficientes para a formação dos melhores filhos, assim como o contrário também é verdadeiro.
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