Os governos e as estradas
Compartilhe

Em 1920, quando da emancipação do município de Palmital, o presidente (governador) do estado de São Paulo era Washington Luiz, que se elegeu com o lema “governar é abrir estradas”, em referência à necessidade de povoamento dos mais distantes rincões daquele que já se tornava o principal estado brasileiro. Cumpriu a palavra e foi chamado de “estradeiro” pela sua filosofia de facilitação dos acessos. Acelerou obras de ferrovias, inclusive a Sorocabana, e abriu várias rodovias, incluindo trechos do ambicioso projeto de ligação de São Paulo com o Rio de Janeiro.

Pelo seu desempenho em abrir estradas, que acelerou o desenvolvimento de São Paulo, na eleição seguinte foi eleito presidente do Brasil, quando novamente investiu em ferrovias e rodovias. Assim, se consolidou como um dos políticos mais desenvolvimentista da história do Brasil, graças à sua percepção de que, para povoar e gerar riqueza, o primeiro requisito são os acessos facilitados. De fato, se o desenvolvimento passa pelo povoamento que gera trabalho, renda e consumo, para povoar é preciso estradas, as chamadas vias de acesso, sejam férreas, térreas, fluviais ou aéreas.

Leia esta coluna completa na versão impressa do JORNAL DA COMARCA.

Compartilhe

Deixe uma resposta