Polícia Civil prende babá e marido suspeitos de estupro de bebê de 1 ano
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A Polícia Civil de Dourado (SP) cumpriu, na manhã desta quarta-feira (26), um mandado de busca e apreensão na casa da babá e o marido dela suspeitos de envolvimento no estupro de uma bebê de 1 ano.

O delegado Reinaldo Lopes Machado disse que foi decretada a prisão temporária do casal pelo prazo de 30 dias. O homem será encaminhado para a cadeia de São Carlos (SP) e a babá à cadeia de Fernando Prestes.

“Nós apreendemos celulares, mídias, de modo geral, para encaminharmos para a perícia para ver se tem alguma coisa de interesse policial”, afirmou o delegado.

Ainda de acordo com Machado, o casal prestou depoimento e negou a autoria do crime. “Vamos continuar com a investigação, foi colhido um material que a gente vai ver se consegue fazer o confronto genético, alguma coisa nesse sentido.”

O delegado afirmou que a investigação continua pelos próximos 30 dias, que é o prazo para conclusão do inquérito.

Em nota, o advogado de defesa do casal, Bruno Valencise, informou que não existem razões ou indícios de autoria ou participação dos suspeitos e que considera injusta a prisão da babá e o marido dela. “Existe ainda o aspecto político envolvendo a questão, o que será esclarecido futuramente”, disse.


Entenda o caso

Em 11 de agosto, a criança estava com a babá, quando o pai da vítima foi buscá-la e a levou para casa. Com a chegada da mãe na residência, ele comentou que a criança estava chorando e ela decidiu levá-la ao pronto-socorro.

No hospital, os médicos perceberam vermelhidão nas partes íntimas da bebê e encaminharam a família para a Santa Casa de São Carlos para realização de exames. “O médico atesta que não houve acidente, tudo indica que a menina foi violentada”, disse o delegado.

Oito dias após o crime, um laudo realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) comprovou a violência sexual.

Com isso, a Polícia Civil iniciou a investigação ouvindo todas as pessoas que tiveram contato com a menina do dia do crime.

A babá e o marido dela relataram ao delegado que estavam sendo acusados pela população e recebendo ameaças de morte.

Fonte: G1

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