DIA DO PATRIOTA
O Desfile Cívico de segunda-feira, 7 de Setembro, comemora a Independência do Brasil, proclamada pelo próprio colonizador, D. Pedro I. Para ensinar sobre independência, soberania e autonomia, palavras cada vez mais raras no mundo midiático, é preciso que tenhamos líderes verdadeiramente nacionalistas e de fato patriotas, que não se vendem e não se entregam. Vorcaro não deixa barato.
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DESFILE CIVILIZADO
Outra forma de honrar a Pátria Mãe Gentil é promovendo um desfile bem organizado, com pessoas e grupos comprometidos com a causa e com sentimento de civilidade. E, de preferência, que os cavalos desfilem por último, depois dos veículos antigos, e que cavaleiros não bebam e não dispensem latinhas de cerveja no trajeto, como forma de civilidade. Bastam os cavalos sem fraldas.
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ONIPOTÊNCIA CRIMINOSA
Um traficante municipal se autodenominou humildemente como “Deus”, nome usado nos aplicativos de mensagens e que prova o poder que a impunidade garante à mente doentia do criminoso. Depois de uma boa investigação, a organização comandada pelo Todo Poderoso foi desarticulada, incluindo o próprio, que não teve poderes divinos para escapar. Está onipresente, na cadeia.
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PODER DIGITAL
Os poderes de onipresença, onisciência e onipotência de Deus, o traficante de Palmital, não foram suficientes para salvar seus discípulos, ou comparsas, que foram devidamente guardados pela Polícia. A surpresa é saber que a comunicação digital já chegou ao Paraíso e que Deus mantém uma conta pessoal no aplicativo WhatsApp. É a supremacia da tecnologia digital.
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LOVE STORY CAIPIRA
O vídeo com um trecho de um episódio do programa “Que história é essa, Porchat”, do humorista e apresentador Fábio Porchat, da Rede Globo, tem Palmital como ambientação. A bela história de amor narrada pelo palmitalense Mário Moraes, o Marinho, não revela personagens e identifica apenas o extinto Bar Patinhas, ícone da nossa metrópole caipira. Falta identificar o Palmitão.
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FOGO SEM BOMBEIRO
Em tempos de seca e de risco de incêndios, a falta de uma unidade do Corpo de Bombeiros em Palmital fica muito mais evidente. A cada ocorrência, comparecem apenas os caminhões da Prefeitura e os brigadistas particulares, enquanto os ruidosos e bonitos veículos vermelhos, que encantam as crianças, chegam depois, só para esfriar as cinzas. Um bom tema para a Câmara Municipal.
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FERIADÃO DE CACHORRO
Os felizardos que viajam ou frequentam os ranchos de lazer nos feriados, tem descanso e sossego garantidos, enquanto os vizinhos de cuidadores de animais sofrem as consequências do ruído intermitente. As várias sessões de latidos, de dia, de noite, de manhã ou de madrugada, instiga a cachorrada da vizinhança, que responde na mesma moeda. E não se pode reclamar da sinfonia dos cachorros.
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TURISMO DA PINGA
Nos três dias de feriado prolongado, haverá aumento da frequência de turistas em Palmital, aqueles que se foram e que sempre voltam para visitar amigos e familiares. Tumultuam a casa dos parentes, dormem tarde, querem lanchar todo dia e, na volta, carregam os porta-malas de pinga, mandioca, milho, frango, mexerica e o que mais couber. Para tristeza dos nativos, em outubro haverá novos feriados.
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