Um empresário de 45 anos foi preso em flagrante por exploração sexual de vulnerável, na madrugada de segunda-feira (29/04), após ter oferecido R$ 200 para praticar atos sexuais com uma adolescente de 15 anos, em Marília (SP).
De acordo com o Boletim de Ocorrência, durante patrulhamento no bairro Maria Izabel, uma equipe da Polícia Militar (PM) abordou o homem que estava em uma caminhonete.
Ainda segundo o registro policial, quando ele avistou a viatura da polícia, tentou abaixar a cabeça da menor de idade que estava no banco do carona, na tentativa de escondê-la. Durante a abordagem, os policiais viram que a pessoa se tratava de uma adolescente de 15 anos.
Com a chegada da PM, ela desceu do carro chorando, com preservativos na mão, e informou os policiais que havia sido contratada para fazer sexo com o homem e receberia em troca o valor de R$ 200. O empresário confirmou a versão da adolescente e foi preso. O Conselho Tutelar foi acionado. A mãe da menina também foi chamada na delegacia, e as duas foram liberadas.
Violência sexual contra menores
A violência sexual contra crianças e adolescentes é crime. Quando tipificado como abuso sexual tem pena de 6 a 10 anos de prisão. Caso a conduta resulte em lesão corporal de natureza grave, a pena varia de 8 a 12 anos. Desde 2014, esse tipo de crime se tornou hediondo e inafiançável.
O Ministério Público alerta que é importante estar atento e, em caso de suspeita, denunciar possíveis casos através do ‘Disque 100’.
Onde denunciar
- Polícia Militar – 190: quando a criança está correndo risco imediato
- Samu – 192: para pedidos de socorro urgentes
- Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres
- Qualquer delegacia de polícia
- Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa
- Conselho tutelar: todas as cidades possuem conselhos tutelares. São os conselheiros que vão até a casa denunciada e verificam o caso. Dependendo da situação, já podem chegar com apoio policial e pedir abertura de inquérito.
- Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer a notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia.
- Ministério Público
Fonte: g1




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