3 de fevereiro de 2026
“…formas precárias de moradia arrastaram negros e brancos aos morros e às periferias.”
A proliferação de favelas e cortiços nas cidades brasileiras é prova inequívoca da ineficiência das políticas públicas voltadas à moradia ou, mais provavelmente, do desinteresse dos governantes em evitar, conter e erradicar as “cidades paralelas” que surgem na esteira da incompetência estatal.
Surgidas nos tempos da abolição do vergonhoso e longo período da escravatura, cuja abolição não previu a necessidade de inserção social e econômica do enorme contingente populacional libertado, as formas precárias de moradia arrastaram negros e brancos aos morros e às periferias.
Expostos a condições insalubres pela falta de saneamento, sem acesso a transporte ou sequer a um endereço para informar no Departamento de Recursos Humanos dos empregadores, as populações faveladas e marginalizadas mergulharam em decadência moral e de valores.
Sofrendo preconceito, com baixa autoestima e sem acesso aos bens básicos de consumo, incluindo alimentação, vestuário e medicamentos, criou-se e aprofundou-se o apartado racial, social e econômico que divide o país em castas distintas e distantes umas das outras, como estopim da criminalidade facilitadora da ascensão ou da sobrevivência.
O aumento das populações faveladas ou encortiçadas nos territórios populares surgidos da falta de moradia à população de baixa renda propiciou o aparecimento da economia paralela em crescimento permanente e que atraiu a economia formal.
A partir de então, surgiram os programas de regularização fundiária ou de urbanização de favelas, não pelo interesse em atender às demandas históricas das populações, mas para explorar o enorme naco econômico que continua crescendo nas periferias das cidades informais.
Os principais beneficiados pelos programas de urbanização ou regularização de favelas são os políticos, que prometem benefícios a troco de votos, os governos, que passam a aplicar taxas de serviços públicos sobre moradias e impostos sobre o comércio, assim como o chamado “mercado” representado pelas grandes empresas, que passa a explorar o potencial econômico nestes grandes rincões.
O modelo é perverso ao manter a fissura social histórica e, principalmente, a distância segura entre pobres e ricos, sem abrir mão do direito de taxar e explorar os recursos oriundos da atividade econômica criada com o esforço individual e coletivo dos pobres favelados que jamais receberam atenção ou incentivo dos governos.
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Nutricionista tenta tratar infecção urinária sozinha, é internada e leva bronca de médico
A nutricionista Patrícia Thainá de Oliveira (26) foi internada após tratar por conta própria uma infecção urinária no fim de 2025. Os primeiros sintomas foram leves, com ardência ao urinar, o que a levou a acreditar que seria algo passageiro. Após uma experiência negativa em pronto atendimento, ela buscou orientação em uma farmácia e passou a usar um analgésico para aliviar o desconforto, além de fazer ajustes na dieta.
“Toda vez que eu tomava um líquido ácido, como suco de laranja ou de limão, a ardência piorava”, contou. Com o uso do medicamento, a dor desapareceu após alguns dias, mas a infecção continuou evoluindo sem sintomas evidentes. Semanas depois, Patrícia passou a urinar com mais frequência e, quase um mês após o início do quadro, sentiu uma dor intensa na lombar.
“Fui convivendo com aquela dor o dia inteiro, mas à noite ficou insuportável. Parecia que eu estava tomando uma facada na lombar”, prosseguiu. Ao procurar atendimento no hospital onde trabalha, exames confirmaram a infecção urinária avançada.
Segundo a Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), o uso de analgésicos pode mascarar o problema. Os remédios aliviam os problemas do aparelho urinário, mas não eliminam a bactéria que gerou a doença. Durante o tratamento, Patrícia foi alertada sobre o risco que correu. “O médico falou: ‘Você é profissional da saúde, você sabe os riscos’. Ele disse que, por muito pouco, eu não entrei em sepse”.
Fonte: Diário do Centro do Mundo.
Avó e dois netos são atacados por abelhas em Bauru; crianças têm 2 e 9 anos
Uma avó e dois netos, de 2 e 9 anos, foram atacados por um enxame de abelhas enquanto caminhavam no viaduto JK, na Rua Azarias Leite, nesta segunda-feira (02/02), no centro de Bauru (SP). Por causa do ataque, o local precisou ser interditado durante a ação de retirada do enxame.
Segundo a Defesa Civil do município, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e prestou socorro às vítimas no local. A avó e as crianças foram encaminhadas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Bela Vista.
Segundo apuração da TV TEM, todos permaneceram estáveis durante o atendimento e já receberam alta médica. O menino de 9 anos foi o mais atingido pelas picadas.
O Corpo de Bombeiros foi chamado para conter as abelhas. Um apicultor da região auxiliou na retirada do enxame, que estava alojado na parte inferior da estrutura do pontilhão.
A Secretaria do Meio Ambiente de Bauru (Semma) cedeu um cesto elevatório, permitindo que os bombeiros se aproximassem com segurança e aplicassem uma espuma específica para a contenção dos insetos.
O viaduto JK, que passa sobre a Avenida Nuno de Assis, uma das principais vias da cidade, teve o tráfego interditado tanto na parte superior quanto na inferior, mas foi liberado no fim da tarde.

Fonte: g1.
Carreta que transportava gás inflamável se envolve em acidente na Raposo Tavares em Cândido Mota
Um acidente envolvendo duas carretas foi registrado na manhã desta terça-feira (03/02), no km 429 da Rodovia Raposo Tavares (SP-270), em Cândido Mota.
De acordo com informações apuradas pelo Portal AssisCity, as duas carretas — uma Scania P-340 e uma Volkswagen 28460 — seguiam no sentido leste da rodovia, pela faixa 02 de rolamento, quando, na altura do km 429+438, por motivos que ainda serão apurados, a carreta Scania P-340 bateu na traseira da Volkswagen 28460.

A carreta atingida transportava gás inflamável, mas não houve registro de vazamento. Após a a batida, ambos os veículos foram imobilizados no acostamento da rodovia. Apesar do impacto e do tipo de carga transportada, ninguém ficou ferido.

Segundo o registro, por volta das 06h10, a carreta Volkswagen foi liberada e seguiu viagem normalmente. Já às 06h41, um guincho pesado iniciou a remoção da carreta Scania, que foi levada até um ponto de apoio.
O trânsito no trecho não chegou a ser interditado, e as causas do acidente deverão ser investigadas pelas autoridades competentes.
Fonte: AssisCity
VÍDEO: Polícia Civil de Assis realiza operação contra organização criminosa especializada em estelionato
A Polícia Civil do Estado de São Paulo, por meio do 4º Distrito Policial de Assis, subordinado ao Deinter-8 de Presidente Prudente, deflagrou na manhã desta terça-feira (03/02) a operação “Primeira Impressão”, voltada ao combate aos crimes de estelionato, receptação e organização criminosa.
A ação policial cumpriu mandados judiciais em diversas cidades do interior paulista, como Guariba, Motuca, Rincão, Pirassununga, Botucatu, Araras e Hortolândia. Ao todo, foram mobilizados 48 policiais civis e 14 viaturas para o cumprimento de oito mandados de prisão temporária e 26 de busca e apreensão.

As investigações tiveram início em janeiro de 2025, após o registro de uma ocorrência envolvendo uma empresa sediada em Assis, que sofreu prejuízo estimado em R$ 90 mil. Os criminosos utilizavam cadastros empresariais legítimos (CNPJs) de terceiros para realizar compras fraudulentas, efetuando o pagamento da entrada para gerar confiança e, em seguida, alterando o endereço cadastral para garantir o recebimento das mercadorias. Após a entrega, interrompiam os pagamentos e bloqueavam os canais de comunicação com a empresa vítima.
Durante o curso das apurações, dez pessoas foram identificadas como integrantes do esquema, que teria como núcleo principal a cidade de Guariba. A operação resultou na prisão de seis investigados, enquanto dois permanecem foragidos. Dispositivos eletrônicos e outros objetos de interesse foram apreendidos e serão analisados pela equipe de investigação.
Os detidos serão encaminhados a unidades prisionais e passarão por audiência de custódia. A Polícia Civil reafirma seu compromisso com o combate à criminalidade e a preservação da ordem pública.
Fonte: Deinter-8
Polícia apreende simulacros e canivetes na casa de adolescente suspeito de planejar atos violentos em SP
A Polícia Civil apreendeu dois simulacros de arma de fogo e dois canivetes na casa de um adolescente de 15 anos em Botucatu (SP). Ele é suspeito de articular atos violentos ligados a uma manifestação nacional que, segundo a investigação, estava prevista para ocorrer nesta segunda-feira (02/02), em São Paulo (SP).
O mandado de busca e apreensão foi cumprido no bairro Parque dos Pinheiros após a corporação receber um relatório de inteligência da Secretaria de Segurança Pública (SSP), que apontou possíveis planos de violência relacionados ao movimento denominado pelos investigados de “O Grande Dia”.
Durante a ação, os policiais localizaram o adolescente, que admitiu participar de um grupo no aplicativo Telegram criado para discutir e coordenar ações ligadas à manifestação.
No celular utilizado pelo jovem, os agentes encontraram mensagens com incentivo à prática de crimes, incluindo referências ao uso de explosivos e coquetéis molotov durante o ato.
Com autorização do responsável legal, os policiais realizaram buscas no imóvel. Além dos simulacros e canivetes, também foram apreendidos dois celulares, incluindo o utilizado pelo adolescente para se comunicar no grupo investigado.
Segundo a Polícia Civil, o adolescente vai responder por atos infracionais análogos aos crimes de associação criminosa e incitação ao crime. O caso foi encaminhado ao Ministério Público (MP) para as providências cabíveis.

Fonte: g1.
Casos de estupro crescem mais de 50% em cinco anos no Oeste Paulista, apontam dados da SSP-SP
O oeste paulista registrou aumento nos casos de estupro nos últimos cinco anos, principalmente nos crimes que envolvem crianças e adolescentes, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) analisados pelo g1.
Em 2025, a região de Presidente Prudente (SP) contabilizou 441 registros, alta de 52% em comparação com 2020, quando foram registrados 290 casos.
Nos crimes de estupro de vulnerável, que envolvem menores de idade, foram 334 ocorrências em 2025 contra 239 em 2020. Índices que representam um aumento de 39,7%.
Os números se tornam ainda mais alarmantes quando é considerado o período entre 2020 e 2025. Ao todo, foram 2.246 registros de estupro na região, sendo 1.776 envolvendo crianças e adolescentes.
Ao g1, o diretor do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior (Deinter-8), delegado Walmir Geralde, afirmou que o crescimento dos registros está relacionado a diferentes fatores e que o aumento também reflete a maior notificação de casos que antes eram subnotificados.
“Decorre de fatores combinados, como maior conscientização, ampliação dos canais de denúncia e aprimoramento dos registros, sem afastar a necessidade de repressão qualificada”, afirmou.
Relação próxima entre vítima e autor
Outro ponto observado pelo delegado é a relação próxima entre vítima e autor, especialmente nos casos de estupro de vulnerável.
“São recorrentes ocorrências no ambiente familiar ou no círculo social próximo, o que historicamente contribui para a subnotificação e dificulta a revelação dos fatos”, pontuou o diretor do Deinter-8.
“Independentemente da origem estatística, cada registro representa uma vítima e exige resposta imediata do Estado”, complementou.
Segundo Geralde, no oeste paulista a atuação das forças de segurança ocorre de forma integrada, com prioridade absoluta aos crimes sexuais. “Utilizamos análise criminal e preditiva para orientar investigações, identificar padrões e acelerar a produção de provas”, disse.
A denúncia é fundamental para garantir proteção imediata à vítima, especialmente crianças e adolescentes, ao permitir a preservação de provas e vestígios, aumentar a chance de responsabilização do autor e interromper ciclos de violência.
“A vítima não precisa comprovar o crime para denunciar. Cabe à Polícia Civil conduzir a apuração técnica, com sigilo, acolhimento e rigor investigativo”, reforçou.
Apoio à vítima
Nos casos de estupro de vulnerável, a vítima é inserida em um fluxo integrado de atendimento que prioriza acolhimento, proteção e produção de provas.
“Esse fluxo inclui registro especializado, encaminhamento para atendimento de saúde quando necessário, exames periciais, acionamento da rede de proteção e acompanhamento investigativo prioritário”, explicou Geralde.
Crimes dessa natureza recebem tratamento humanizado e investigação orientada por evidências, notadamente nas unidades especializadas de Delegacia de Defesa da Mulher (DDM).
Ao g1, a advogada Renata de Vito, integrante da Comissão das Mulheres Advogadas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Presidente Prudente, alertou sobre os registros nacionais.
Segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), publicado em 2023, o Brasil registra uma estimativa de 822 mil casos de estupro por ano, o equivalente a cerca de dois por minuto.
Do total, apenas 8,5% chegam ao conhecimento da polícia e 4,2% são identificados pelo sistema de saúde.
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Casos de violência sexual contra crianças e adolescentes aumentaram no oeste paulista — Foto: Reprodução/Redes sociais
Além disso, a especialista reforçou o avanço das penalidades para crimes sexuais, a partir da Lei nº 15.280, sancionada em 5 de dezembro de 2025, que ampliou as penas para crimes sexuais.
“O estupro de vulnerável passou a ser punido com reclusão de 10 a 18 anos. O estupro com lesão corporal grave, pode chegar a 24 anos de prisão e, quando há morte da vítima, a punição passou a variar entre 20 e 40 anos”, reforçou
“É importante ressaltar que a vítima não deve se sentir culpada e tem o direito de ser respeitada e acolhida durante todo o processo”, destacou a advogada.
Onde denunciar
- 190: Polícia Militar (em situações de emergência);
- Ligue 180: Central de Atendimento à Mulher (nacional, gratuito e anônimo);
- Disque 100: Direitos Humanos (foco em crianças e adolescentes);
- Delegacias Especializadas (DEAM).
A advogada também apontou sinais que podem indicar violência sexual contra crianças e adolescentes, que costumam apresentar alterações físicas e comportamentais.
“Entre os exemplos, há a infantilização, como voltar a fazer xixi na cama, ter medos infundados, chupar o dedo; a dificuldade de relacionamento interpessoal com irritação, rebeldia, brigas constantes”, pontuou.
Segundo Renata, também é preciso ter atenção quando a criança aborda temas incompatíveis com a idade ou apresenta sintomas físicos recorrentes, como dores de estômago, dores de cabeça e alterações urinárias.
“No caso da recorrência de situações como essas, tenha empatia ao saber que a criança, muito provavelmente, passa por situações de crueldade, e tente conversar com ela”, reforçou.
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Oeste paulista tem queda de furto e roubo, mas registra aumento de estupros em 2025 — Foto: Polícia Militar/Divulgação
Diminuição dos crimes
Apesar do avanço nos casos de estupro, a região apresentou queda em outros indicadores criminais em 2025, como homicídios, furtos e roubos.
Este número faz parte de um levantamento divulgado pelo Comando de Policiamento do Interior 8 (CPI-8) e analisado pelo g1 com base nos dados da SSP. O balanço considera 67 municípios administrados pela corporação no oeste paulista. Confira:
- Homicídio doloso: redução de 25,8%;
- Furto: redução de 9,8%;
- Roubo: redução de 30,4%;
- Furto de veículo: redução de 9,2%;
- Roubo de veículo: redução de 30,4%.
Ao longo de 2025, a Polícia Militar apreendeu 7,4 toneladas de drogas e prendeu aproximadamente 3 mil criminosos.
Foram recuperados 274 veículos e apreendidas 203 armas de fogo. Ao todo, cerca de 430 mil chamadas ao telefone 190 foram registradas.
O delegado Walmir Geralde destacou o trabalho efetivo das autoridades para conseguir este resultado, considerando a diminuição de outros crimes, com indicadores estratégicos.
“Esses resultados são fruto de um trabalho sistêmico e integrado, que envolve não apenas a Polícia Civil, mas também a Polícia Militar, Polícia Penal, Ministério Público e Poder Judiciário, com atuação coordenada em todas as fases da persecução penal”, afirmou o delegado.
Fonte: g1
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Diretor do Deinter 8, delegado Walmir Geralde — Foto: Reprodução/Deinter 8
Os três estados do Brasil que terão a primeira onda de calor do ano, prevê Inmet
O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu alerta vermelho para a primeira onda de calor de 2026, com início nesta terça (03/02) no Sul do país. O fenômeno deve se estender até sábado (07/02) e é caracterizado por temperaturas ao menos 5 °C acima da média por cinco dias consecutivos, conforme critério da Organização Meteorológica Mundial.
O aviso abrange áreas da Serra, do Oeste e do Norte de Santa Catarina, além de extensas regiões do Paraná e do Rio Grande do Sul. Entre as localidades citadas estão o Sudoeste, Centro-Sul e Sudeste paranaense, assim como o Noroeste, Nordeste, Centro Ocidental, Centro Oriental e Sudeste rio-grandense. O Inmet indica que o calor intenso pode provocar impactos significativos nessas áreas.
Segundo o Ministério da Saúde, ondas de calor são eventos de temperaturas extremas acima do esperado para a época do ano e podem durar dias ou semanas. Esses episódios têm se tornado mais frequentes e intensos com o aquecimento global e, em áreas urbanas, os efeitos costumam ser agravados pelo fenômeno da ilha de calor, causado pela concentração de concreto e asfalto.
O calor extremo representa riscos à saúde, sobretudo para idosos, crianças, gestantes, pessoas com doenças crônicas e a população em situação de rua. A previsão climática de fevereiro já indicava temperaturas acima da média em parte do país, com destaque para o Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte, o que reforça o alerta para novos episódios de calor intenso ao longo do mês.
Fonte: DCM
Polícia prende quatro pessoas por tráfico de drogas em Campos Novos Paulista
A Polícia Militar prendeu quatro indivíduos na noite de segunda-feira (02/02) durante patrulhamento em Campos Novos Paulista. Os suspeitos foram flagrados praticando tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Na ação, os policiais apreenderam 45 pedras de crack, uma porção de cocaína e R$ 92,85 em dinheiro. Todo o material foi recolhido e apresentado junto com os detidos na ocorrência.
Os quatro envolvidos, cujas idades não constam da nova divulgada pela PM, foram apresentados na CPJ de Assis e autuados em flagrante. Depois dos registros policiais, eles permanecem à disposição da Justiça da Comarca.


